E não podemos asfixiá-los?

Comentadores políticos que estão a pedir uma asfixia nada democrática:

Inês Serra Lopes – A sua presença nas televisões a debitar sentenças é um enigma à prova do tempo. Talvez represente a escola Freeport dos mexericos de Justiça.

Joaquim Aguiar – É um catastrofista. Daqueles que está fartinho de saber que o mundo já acabou, os outros é que ainda não foram avisados. Todas as manhãs, enquanto enfia a chinela, pergunta à empregada ― Já acabou, Susete? Ela responde da cozinha ― Ainda não, senhor doutor! Temos mais um dia pela frente! Depois vai sentar-se colado ao televisor a roer as torradas. O seu único desejo é que ao ligar o aparelho surjam imagens de portugueses aos tiros a portugueses, montras partidas, lojas pilhadas, carros a arder, a Moura Guedes de volta ao JN6. Nessa altura, abriria um enorme sorriso, recostava-se e berrava ― Eu não disse? Eu não disse?!… Com o Sócrates a governar-se e a desgovernar-nos, só podia dar nisto… Ó Susete, faça-me aí mais umas 4 torradas que estou com uma fome de catraio!…

Luís Delgado – Por ser o Luís Delgado, não carece de outra explicação.

Ricardo Costa – Este amigo, numa rivalidade com o mano, convenceu-se de que é o maior. Ele é que sabe. Em especial, sabe que Sócrates não pesca nada disto. Sócrates só faz merda, e da grossa, concede o Ricardo em explicar à audiência. Adler conheceu muitos comentadores desta estatura.

22 thoughts on “E não podemos asfixiá-los?”

  1. joaquim aguiar?
    esse não é um tipo que tenta fazer análise política em linguagem poética? que vómito.
    foda-se, valupi, não deixes descer o teu blogue tão baixo.

    a inês, só deus sabe porquê, parece sempre que não tem umas coisinhas para explicar.
    o resto é fruta da época

  2. O Costa julga-se o oráculo de Delfos.O Costa tem o monopólio da verdade. O Costa é um sabichão. O Costa é um adiantado mental. Sob o olhar obsequioso do Crespo, como tivemos oportunidade de constatar ontem, vai debitando as suas inanidades . A ignorância é perigosa. A arrogância é detestável. As duas juntas são a bomba atómica.

  3. De todos, confesso, ter um real e profundo asco a esse senhor que dá pelo nome de Joaquim Aguiar. Não sei quem é e o que fez na vida esse senhor. Mas que é uma pustula nojenta e abjecta, ah, lá isso é. Esse opiniativo caviloso e de cariz messiânico, esse profeta da desgraça, quando abre a boca a destilar ódio, só tem um alvo.

  4. Valupi, independente de todas as razões que possas ter, porque só insultas os que têm opiniões menos simpáticas para com sócrates?

    Tendes um conceito estranho de liberdade de opinião. Vá lá, sempre podes fazer como era hábito noutros tempo, e que se vai repetindo, SANEAMENTO! Aí sim seria um gajo feliz!

    Tem dó que para esse peditório já demos. Qual é o problema das pessoas discordarem?

  5. O problema não é discordarem. A questão é a forma como o fazem. Se o Prof. Adriano Moreira ou o Jerónimo de Sousa , entre muitos outros, discordam, respeito-os. Quando os jactantes Inês Serra Lopes e Ricardo Costa, entre muitos outros, discordam, rejeito-os. SANEAMENTOS? Ameaças de prisão? Sim, sei o que isso foi, antes e depois de 74. E o Senhor? Já alguém lhe ofereceu flores?

  6. Valupi, no mil! E tenho pena pela Inês Serra Lopes, que azedou com as ingratidão dos leitores de jornais, ela não era assim. Também acho que faltam dois, pelo menos: o Medina Carreira e o Mário Crespo, na equipa do Joaquim Aguiar e precisamente nos mesmos termos, sem tirar nem pôr, o teu retrato da tenebrosa criatura é de antologia.

  7. jafonso,
    o Sr, será certamente daqueles que julga que que foi único que viu o sol. Mas de facto tenho que reconhecer, nunca me ofereceram flores, será que isso que dizer alguma coisa?

    Quer dois casos de “saneamentos” recentes Marcelo e Manuela. Delito de opinião? Talvez.

    Não precisava de de reafirmar a sua rejeição, ela é bem evidente, contudo, no meu modesto entender é só porque discordam.

    Sabe somos de facto diferentes, eu respeito todos, aqueles com os quais concordo e os que têm opiniões diferentes das minhas. Gosto de tentar ser empático isso faz-me crescer. Não tenho por hábito julgar que a minha opinião é diferente da dos outros, tento não ser arrogante julgado que a minha visão do mundo é mais correcta que a dos outros e Sr?

  8. onde se lê “…julgar que a minha opinião é diferente da dos outros,…” deve ler-se “julgar que a minha opinião é mais válida que a dos outros,”

  9. Ibn Erriq, o amigo é bloquista e já toda a gente o percebeu, ok? Agora, se gosta de nos deliciar com as suas pérolas de sabedoria, deveria começar por essa declaração de princípios básica. Ora, assuma-se! Ou tem vergonha do partido em que vota, tal como o Louçã tem do respectivo programa? Já reparou que passa a vida aqui a fazer-se de vítima? Das duas uma, ou é um masoquista com demência de rasgar dinheiro, ou, anda aqui em missão pela esquerda.net.

  10. Meu caro, “bom rapaz” eu? Ora bem, o nosso amigo Ibn Erriq, e os da sua espécie, via visão marxista da realidade, são adeptos da suspeição generalizada. Vejamos: o marxismo contém uma teoria sobre a consciência do seu opositor (qualquer que seja); esta encontra-se necessariamente eivada de erro, uma vez que a sua situação de classe o condiciona no sentido de pensar como um capitalista. Até aí tudo bem. É capitalista! Ou seja, a consciência não passa de uma mascara de interesses. Ora, com o marxista passa-se precisamente o mesmo, com a diferença de que os seus interesses coincidem com os da própria humanidade. Onde vai isto parar? A consciência do marxista é a que está certa. Vai daí, quem tem a consciência errada, os não marxistas, torna-se culpado. Isso faz do esclarecimento um dever sagrado do marxista, no que não difere assim tanto do fundamentalista islâmico. Mas vejamos mais de perto. No marxismo dialéctico, a ideologia equivale invariavelmente a uma consciência errada, pelo que, está ao nível da moral e não da ideologia. É uma espécie de jogo onde diz o Ibn Erriq ao parceiro: – “vejo uma coisa que tu não vês, a saber, as estruturas que tens nas costas e que condicionam o teu pensamento”. Agora, não fora tudo isto assentar num período histórico desfasado destas construções ainda passaria despercebido. Precisando, o Ibn Erriq, qual bardo incansável da mensagem, com a sua harpa, vai dedilhando um compasso roufenho, em que, lendo os elogios ao Sócrates e os seus admiradores, do seu aparente distanciamento, isto é, perspectivando a cidade num todo, consegue imaginar quão tolhidos estamos todos nós. Estamos portanto cegos da proximidade do movimento alternativo, porque se quer uma cidade diferente, alternativa. Bom, o pior, é que não passa de um desejo piedoso. Ibn Erriq, a sociedade machadiana que o menino tão bem vê, é demasiado complexa para a podermos alterar a nosso bel-prazer. Se porventura acredita nessa possibilidade, isso deve-se ao facto de ainda se orientar pelas revoluções ocorridas na transição da sociedade tradicional para a moderna e pensar que pode tratar a sociedade moderna, ou, pós-moderna (segundo alguns) como se fosse tradicional. Assim confunde tudo e não se entende a si próprio. Perdoe a simplificação, mas não precisava é de vir para aqui fingir-se do partido socialista, afinal, sempre tem o seu “arrastão” para arrotar postas de pescada requentadas.

  11. Valupi, os teus rapazes agora já dizem que deve e não deve frequentar o bar? Ui, agora tens porteiros que zelam pelo “direito de acesso reservado”?

  12. ANTES DE TER CONHECIMENTO DA POLÉMICA COM PAULO GORJÃO
    Amigo Ibn Erriq, permita-me que o trate assim. Não use a argumentação solar que me entristece profundamente e depois de um bacalhauzito à Braz regado com trotil alentejano é capaz de não me cair lá muito bem. A minha geração e talvez a sua é a da tolerância e não a da ignorância. É por isso que não suporto “cumentidores” como os que referi, cheios de “navalhas no pensamento”
    Tomei boa nota que colocou saneamento entre aspas. Foi lapso de escrita?
    Não se amofine amigo que ainda vamos descobrir “…que é mais o que nos une do que aquilo que nos separa”
    As flores, se quer dizer alguma coisa? Ui! Se quer. Vai ver que quando ocorrer esse facto a sua vida vai ganhar colorido.
    Respeitosos cumprimentos

    DEPOIS DA POLÉMICA COM PAULO GORJÃO
    Sr. ibn erriq. Realmente ainda acredito nas pessoas. Se é quem Paulo Gorjão sugere, espero bem que não pois já se teria assumido, ofereço-lhe uma viagem no tempo, amarro-o à “falaca”
    e envio-o ao Dey da Regência. Entra Ibn e sai Bint.
    Cumprimentos

  13. jafonso,

    Coloquei saneamento, agora, entre aspas exactamente por não se provar que aconteceu tal coisa em ambos os casos (Marcelo e Manuela).

    Quanto ao que o rapaz diz, pouco importa, ele deve gostar de fazer assim uns filmes para se entreter, temos que ser tolerantes e ter compaixão cristã por toda a gente.

    Já uma vez tive o “desgosto” de lhe dizer que Bint, devem ser a donas lá de sua casa. Acredito que tal referência se deva ao trotil, sabe, cá na minha terra usamos a expressão, “quem tem mau vinho, tem bom remédio, não bebe”.

    É fácil “insultar” (à falta de melhor termo) quem quer que seja, sobretudo aqueles dos quais discordamos (só porque estão em pólos opostos), sem nunca objectivarmos a critica. faz-me lembrar a história do lobo e do anho.

    Boa digestão.

    Ah, eu fui mais longe, VNF Côa ;-)

  14. Ah! Afinal vexa está nessa coisa chamada “pólo oposto”. Eu sabia! Tanta baboseira populista só poderia ter fundo radical. No caso, não é um radical livre, é mais libertário ou lá o que essa malta é. Outra coisa, ulula o amigo enquanto rasga as vestes a gritar: oh Val, então querem impedir que eu dejecte aqui umas postas… Val… amigo? Não! Ninguém quer nada disso ó Louçãninho cabeçudo. Escreva para aí as suas tretas anti-PM. É que nos dão cá uns abalos…

  15. tra.quinas, nunca tinha reparado na parte da linguagem poética. Quer dizer que ainda tenho mais alguma coisa para observar naquele cromo, lá se vão mais 500 paus.
    __

    jafonso, dá ideia que ele ficou ressabiado com alguma coisa e agora não descansa. Por exemplo, lembrou-se de dizer que Portas ganhou o debate com Sócrates, não perde uma oportunidade para malhar.
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    Paulo Gorjão, o Aguiar é doentio, clinicamente falando. Algo nele apodreceu ou deixou de funcionar.
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    Ibn, estás a levar um banho de bola dos nossos amigos Paulo (excelente resenha do marxismo!) e jafonso. E só te faz é bem, como, no fundo, também sabes. Tens sorte em receber tanta atenção.
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    José Teles, coloco o Medina num caso à parte, pois ele é o Papa do catastrofismo, os outros são apenas bispos. Quanto ao Crespo, por ser jornalista, também fica numa classe à parte. O Crespo é aquele artista que confunde o palco com a casa própria, considera-se inimputável e usa a sua carteira de jornalista para se vingar.

  16. Valupi, estás com ciumeira agora, isso nem parece teu!

    Parece-me que continuam a falar por ti, fazes-me lembrar a Manuela e o AJJ :-D

    Os rapazolas, têm, como bem sabes, as nossa compaixão temos que tolerá-los e até incentivá-los só assim poderão, um dia, deixar de ser rapazolas em corpos adultos. Sabes como é lêem um livros lá na faculdade, depois atiram-se a debitar os prefácios que têm à mão, hoje em dia isso até está bem mais facilitado, só tem que fazer “copiar” e “colar”, no entanto julgam-se portadores de uma grande erudição, coitados!

    Para esses quando a paciência se esgota, temos sempre o “init 0”.

  17. jafonso,
    pois é, eles têm uns tintos de boa cepa, uns tintas roriz e uns tourigas (franca e nacional) que são muito muito sopimpas.

    Quanto ao resto, ser ou não boa pessoa, isso é secundário. Sabe porquê? Porque haverá sempre quem goste de nós e quem nos odeie independente das nossa qualidades e defeitos. Sem embargo, o importante é nos próprios vivermos bem dentro dentro de nós.

  18. não vão nada, val.
    vais ver que os dois euros e meio estão nalgum lado. :-)

    e o joão gobern? também não gostas, não é? aaaadoro.
    quando estou virado para a pulhice, claro.
    mais do que o caa.

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