15 thoughts on “É a falta de cúmulo”

  1. ou o cúmulo da impunição – já que sai de lá em idade activa e, que eu saiba, as celas dos licenciados são privilegiadas mas não tratam nem cérebros nem pilas gatunas. era a tal caixinha acrílica com o pedaço lá dentro, depois de suavemente cortado, para ele dizer bom dia e boa noite e talvez ao fim de uns dias ele se enforcasse com a corda do nojo que usou para roubar o jardim das mulheres. :-)

  2. Por 71 crimes de violação a soma das penas era muito maior, mas como o fulano colaborou com a justiça, desceu para 110 anos, menos de metade. Como a pena máxima é 25 anos, ficou só com essa. Com as idemnizações que tem que pagar às vítimas, cerca de 2 milhões de euros, o melhor é ficar à borla na prisão. Talvez ele venha a conhecer lá quem lhe ensine como se roubam milhões (já me estão a ocorrer vários nomes).

  3. agora é que vi o cúmulo da pouca vergonha : a pt agarrou nos melhores anúncios de sempre , aqueles dos escoceses podres de bons , e meteu lá o sapo. porra. eu vi até aparecer o sapo. gaita, vi um anúncio da tmn até meio a pensar que era o do wiskey. estou mesmo chateada. a minha intenção de jamais , a não ser em caso de absoluta necessidade, ser cliente do meo e tmn reforçou-se.porque isto é burla publicitária.

  4. ainda por cima num canal que era suposto eu ver 0 publicidade. pago para ver os conteúdos , não a treta de anúncios. pronto , o dos escoceses podres de bons , até a minha boa vontade , peace irmão , estava al dente . o sapo da tmn ? porra. engano ao quadrado : o da publicidade e o ainda de abuso de anúncio de babar

  5. É inacreditável porque cruzei-me diversas vezes com esse sujeito. Frequentávamos o mesmo café em Lisboa (ele trabalhava no bairro de Santos, como eu) e cheguei a trocar algumas palavras de circunstância com ele. Tipo aparentemente afável, bem-disposto e simpático. Dá-me um arrepio na espinha cada vez que leio algo sobre ele.

  6. O facto de uma pessoa fazer merda, não a torna merda. 25 anos é uma pena, se não exagerada, pelo menos inesperada – tal como admitiu a própria acusação. O Cabo Costa, que matou três jovens, apanhou os mesmos 25 anos, e isso acho que está adequado. 25 anos por violações sexuais parece-me excessivo. Pf não interpretem mal aquilo que vou dizer: grande parte das vítimas de violação adapta-se razoavelmente bem ao trauma, com uma minoria (uns estudos dizem 10%, outros 20-25%) a desenvolver quadros clínicos crónicos. E, surpresa das surpresas, os homens adaptam-se melhor à violação sexual (por homens, logicamente neste caso), do que as mulheres. E o violador de Telheiras apanhou esta pena, porque o júri era presidido por uma juíza, e não por um juíz. Se fosse uma mulher a matar os filhos e o marido, a mesma juíza dava-lhe 15 anitos (por questões de personalidade, enquadramento social, história clínica, arrependimento, etc.). São as duas faces das (des)igualdades de género. De qualquer forma, se a juíza considerou bem as perícias de personalidade, certamente sabe que o suicídio é a pena mais provável.

  7. considerar que numa violação não há morte, que o crime é ligeiro pela ligeireza de adaptação ao crime e em função do género só podem ser considerações de um violador da paz e da liberdade. tenho isto para te dizer, Charles: és um monstro consciente e convicto o que faz de ti menos que merda e não mereces, segundo o que já disseste, sequer fazer, ter filhos.

    (é mesmo bom fazer justiça com a boca) :-)

  8. Pelos vistos, alguém interpretou mal aquilo que eu disse…
    Respire fundo, aumente o seu QI, e repita a leitura pf..

  9. eu respiro sempre fundo – respirar à superfície não é para mim. e não preciso de reler – retive tudo na primeira leitura e reitero o que disse. já tu tens a oportunidade de reler e, duvido que consigas, limpares o monstro que te lambe por dentro.

    (ou serás tu que o lambes, vaidade pelo que dizes à vista) :-)

  10. “O facto de uma pessoa fazer merda, não a torna merda.”

    evidente, seria confundir o fabricante com o produto. além disso todos cagamos.

  11. Nem sempre concordo com aquilo que escrevo, e não vejo nenhuma contradição nisso. Nunca pensei na escrita como forma de me afirmar – talvez isso faça confusão a algumas pessoas, mas quanto a isso não posso fazer nada, porque também me sinto muitas vezes confuso com o que as pessoas (i.e. a maioria) considera justo, ou normal, ou adequado. Não insultei ninguém: apresentei factos e metáforas. Não me lembro de terem processado Kafka ou Sartre, e eles insultaram a humanidade. O que torna uma pessoa um monstro? Matar? Defender opiniões extremistas? Ser controverso? Ter uma opinião diferente de todos? Pois é: estou contra isso tudo. Para mim, um “monstro” é o título de um filme (por acaso muito bom), e uma palavra que se usa para descrever certos elementos do imaginário medieval ou das crianças. Nenhum ser humano é um monstro, e talvez isso seja o mais difícil de se aceitar.

  12. as crianças, que representam o que é ser humano em estado nu e cru, transportam para o imaginário a realidade tal qual ela se apresenta. considera-me, então, uma criança. :-)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.