Does the free market corrode moral character?

Mais uma oportuna, plural e ilustríssima discussão oferecida pela John Templeton Foundation. Com as presenças de Garry Kasparov, Bernard-Henri Lévy e Ayaan Hirsi Ali no meio de personalidades variadas.

Equivale a um mini-mestrado em Economia e Moral.

11 thoughts on “Does the free market corrode moral character?”

  1. pois é Valupi, a procura do Bem,

    e a única ciência capaz de lhe aceder: a dialéctica, a ária que temos de aprender diz Glaucon,

  2. está a ficar muito elevado outra vez,

    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1025822&div_id=1727

    o BCE devia dispôr agora, em Janeiro, de uma verba substancial para financiar os Estados membro, não os bancos, a taxa de juro de 0% por um horizonte temporal suficiente, 2 anos, correspondente a reequilibrar a paridade euro/dolar nos 1,25.

    os bancos foram legitimados em nome do Bem, certo? Instituições para servir o bem comum, as sociedades em que se inserem, ora como as sociedades são feitas de pessoas, em última análise os bancos fizeram-se em nome de ajudar as pessoas, e não o inverso, compris?

    cumpra-se o enunciado legitimador ou dissolvam-se!

    braganza pharmakon

  3. Z
    Se o trabalho desempenhado pelo Victor Constâncio fosse qualitativamente proporcional ao salário auferido, até que poderia ser considerado justo! Todo aquele que faz um bom trabalho, deve de ser bem pago e, ponto final! Todavia e perante os últimos acontecimentos, constata-se que não esteve à altura do lugar! Por outro lado, é sabido que a permanência mais ou menos prolongada em lugares de responsabilidade, propicia a que estes se tornem alvos de desleixo! Foi o que aconteceu! Victor Constâncio relaxou-se no cumprimento da sua missão! Não viu? Não sabia? Pois bem! Tivesse visto! Procurasse, indagasse, investigasse e fiscalizasse, que é para isso que nós lhe pagamos!

  4. Z, perguntavas algures pelo dinheiro desviado e perdido. Um dos participantes nesta discussão diz que ele está na mão dos intermediários imobiliários, e que seria lá que se devia ir buscá-lo.

  5. Milu, eu à noite sou muito fraquinho, já tenho uma pata para cada lado. Mas mesmo que ele fosse impec ter o terceiro maior salário de governador do mundo é obra. Nem sei como isso se pode justificar, só se fôr à conta do volume de reservas de ouro que Portugal detinha, herdadas do Salazar.

    Sim, e que a propósito ninguém sabe a quantas andam, eu ainda tenho umas notícias para ali guardadas para tentar não lhe perder o montante, mas já percebi que os meus compatriotas não querem nem saber, coisas perigosas é melhor não mexer. E no entanto são de tod@s.

    E depois mesmo com aquele salário foi o que se viu. Já aqui deixei escrito que o melhor que ele tem a fazer é deixar os dossiês bem grafados e bazar, demitir-se, ainda por cima socialista!

    Valupi: sobre isso falamos amanhã.

  6. Muito bem, Milu. Mesmo ganhando o dobro, se Constâncio (agora é que reparo no nome do gajo, Constâncio!) tivesse feito o trabalho dele como deve ser, não teríamos agora estes casos, mais os que ainda não sabemos – e que nem ele sabe, porque não sabe nada nem nunca soube. O país teria ganho, mesmo pagando-lhe caro. Assim é só perda, pura perda. E o gajo, fiel a si próprio e à sua mediocridade, até já disse que ganhava demais e que não se importava de ganhar menos. Pudera!!!!!

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