Do terror ao horror

O terror é a evidência da fragilidade das nossas sociedades e autoridades face à intenção de espalhar a destruição entre civis. Uma destruição que ambiciona ser total, acabando com as vidas, com a cultura e com a memória. O horror é o esquecimento da nossa identidade histórica, feita de uma conquista milenar – que se confunde com a génese e evolução da raça humana – em direcção à segurança e à liberdade.

Combater o terror, se a ideia for a de atacar a sua lógica, começa por não ceder ao horror.

12 thoughts on “Do terror ao horror”

  1. Liberdade, Liberdade/cada um chama-lhe sua/eu não tenho liberdade/nem de pôr os pés na rua.
    A Europa perdeu o Juízo com a II Grande Guerra.
    Daí para cá fez só asneiras.
    As asneiras pagam-se caras.

  2. Combater o terror começa por ter dois dedos de testa para perceber donde vêm os terroristas. Passar os últimos 30 anos a dar empurrões à Rússia, onde quer que haja interesses seus, servindo-se de todos os meios, inclusive do incitamento e promoção de gente que se pela por rebentar bombas no meio de multidões, dificilmente desembocaria noutro resultado.

  3. Por um momento, gostaria que toda comunicação social a uma só voz, concordasse em informar todo este horror sem imagens e sem a musica de fundo tipo filme americano, e não servisse de veiculo de propaganda a estes animais, mas isso num mundo em que cada país tem o seu cm é de todo impossível.

  4. O problema, na prática concreta, consiste em saber o que é “não ceder ao horror”.
    Todos aprendemos, no séc.XX, que a maneira mais eficaz de neutralizar um homem, ou um povo, é o terror. E um máximo de terror conduz à máxima anulação.
    Os camaradas bolcheviques do Stalin admitiram os crimes de que foram acusados nos julgamentos de Moscovo. Com Hitler houve panoramas parecidos. Com Pol-Pot foi claro.
    O que é que significa, na prática, ” não ceder” ao terror absoluto do E.I.? É esbracejar?
    É pouco! Porque a situação já passou além do ponto de não-retorno. É já de guerra, (tribal, diferente e nova e desgraçada). É de crença, e de vontades, e de valores e de motivações. Os “francos” das cruzadas são hoje francos sem valores. Perderam os antigos e não os criaram novos. A não ser os valores do mercado, do desenvolvimento, do lucro, da rapina, do desprezo indiferente pelos povos, que são valores falsos. Isto enquanto o E.I. tem a arma de ser capaz de puxar uma cavilha e explodir-se. Por crença.
    E a Europa não tem defesa,. E estúpida como é, mais uma vez, aliena a Rússia e decreta-lhe sanções, ao serviço da Nato, que é um braço da América. Enquanto, mais uma vez, a América enche o peito de ar, e fica à espera de escapar entre os pingos da chuva. Tá enganada, claro. Mas isso agora não interessa nada, porque só se vê mais tarde.
    E nós? Estamos f., claro, como o mexilhão.

  5. É simples juntar as parcelas conhecidas. Mais complicado é somar-lhes o nine/eleven. Pode-se apenas pensar que o relatório oficial sobre as TT é um absurdo mal-amanhado, inaceitável para qualquer engenheiro-técnico pós-bolonha. Mas isso não pode ser dito, porque é oficialmente uma “teoria da conspiração”, forma eficaz de o desqualificar. Oficialmente sabemos apenas que o patriot-act veio logo depois delas, e concentrou nas mãos do Presidente dos USA um poder que ele não tinha antes. E lá foi ele, e ela, ao grande combate ao Terror.
    Um dia saberemos à ordem de quem foram implodidas as TT. Daqui por 50 anos. Porque a América diz sempre a verdade, quando já é muito tarde, e a verdade já não serve ao mundo para nada.
    A China entretanto tem lá 1,3 biliões disponíveis, falo de habitantes. Vai aspergindo água benta, enquanto esfrega as mãozitas. a ver em que as modas param.
    O resto é retórica voluntarista, consensual e piedosa. Mas inútil na guerra que aí está.

  6. É simples juntar as parcelas conhecidas. Mais complicado é somar-lhes o nine/eleven. Pode-se apenas pensar que o relatório oficial sobre as TT é um absurdo mal-amanhado, inaceitável para qualquer engenheiro-técnico pós-bolonha. Feito mesmo para calar ingénuos ou idiotas. Mas isso não pode ser dito, porque é oficialmente uma “teoria da conspiração”, forma eficaz de desqualificação. Oficialmente sabemos apenas que o patriot-act veio logo depois das torres, e concentrou nas mãos do Presidente dos USA um poder que ele não tinha antes. E lá foi ele, e a Inglaterra, e a Nato, e a Europa atrás, ao grande combate ao Terror.
    Um dia saberemos à ordem de quem foram implodidas as TT. Daqui por 50 anos. Porque a América diz sempre a verdade, sobretudo quando já é muito tarde, e a verdade já não serve ao mundo para nada.
    A China entretanto tem lá 1,3 biliões disponíveis, falo de habitantes. Vai aspergindo água benta, enquanto esfrega as mãozitas. a ver em que as modas param.
    O resto é retórica voluntarista, consensual e piedosa. Mas inútil na guerra que aí está.

  7. Muito curiosamente (ou talvez não) o último comentário que escrevi há momentos não entrou. Mostrou-me no ecrã uns Warnings esquisitos. E eu que não percebo nada disto, apaguei tudo e vou à minha vida.

  8. Que seriam as TV´s em Portugal e o que transmitiriam se não houvesse atentados. Acredito que deveriam ser investigadas ….TODAS, só cá por coisas. Depois digam lá se não dá para acreditar em teorias da conspiração !
    E a quantidade de especialistas altamente informadas que existem em Portugal.?..
    Um espanto ! E as opiniões de sim e não ou não e sim que impingem ao Zé TV !
    Deve ser uma atividade bem paga! E ninguém põe cobro a isto! Começo agora a ter medo!

  9. Não sei de que se queixam !
    Não autorizaram (ou assobiaram pro lado que é o mesmo) quando os 4 criminosos internacionais eleitos pelos cidadãos europeus e americanos declararam uma guerra ilegal ao Iraque, por causa de umas “armas de destruição maciça” que nunca apareceram?
    Não autorizam que os mercenários pagos pela Arábia saudita, aliada dos nossos aliados americanos, expludam diariamente a Síria ? e não aplicam sanções à Rússia quando esta tenta matar estes mercenários ?

    Ó pá, se a Europa mandam arrasar com os países dos outros arma-se em vítima quando os outros retaliam ?
    F….

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