Da simplicidade da procura do conhecimento permanente

Talvez algum dia se escreva um romance sobre estes tempos em que um grupo de desmiolados aldrabões, e de aldrabões desmiolados, subiu ao poder através de uma golpada que afundou Portugal e depois ainda conseguiu transformar a maior crise económica das nossas vidas numa tragédia social e numa comédia política.

6 thoughts on “Da simplicidade da procura do conhecimento permanente”

  1. entretanto, o que fazemos com os aldrabões reconfirmados pelo TC?
    Esperamos por 2015? Será que ainda podemos votar em 2015? E no quê?

    Sempre apostei no cair de podre deste arremedo de governo – implosão de uma maioria absoluta que se declara incapaz de fazer seja o que for com o seu poder absoluto. Mas esperamos que o cadáver se aperceba que morreu ou removemo-lo? Está previsto constitucionalmente a remoção, sem ser em eleições, de um governo cadáver sancionado por um PR caducadíssimo e desonestíssimo e caladíssimo (agora)?

    O 25 do A estava proibido pela constituição? E agora, em democracia, torna-se mais ilegítimo abrilar?

    Afinal o que andamos aqui a fazer , a não ser submetermos à sodomização de uns pategos com o fascínio do poder e com horror às pessoas??
    São apenas interrogações.
    http://www.youtube.com/watch?v=AguFIRq0R6U

  2. Há uma estranha confusão no PSD quanto ao que são os princípios da jurisprudência.

    Enquanto Relvas, chumbado finalmente pela inspecção de Nuno Crato, perde a força anímica, Gaspar é chumbado pelo TC pela segunda vez consecutiva; por ora ambos ainda se mantêm — com o (único) respaldo de Ângela Merkel — no posto.

    “Um regulamento particular não se pode sobrepor a um regulamento geral”, diz o parecer do Ministério da Educação sobre o facto de Relvas ter sido aprovado por prova oral a uma cadeira que todos os outros alunos (e segundo o regulamento geral) fazem por exame.

    “São as leis que se têm de conformar à Constituição e não a Constituição a qualquer lei”, disse o Presidente do TC referindo-se ao Orçamento de Estado de Vítor Gaspar.

  3. È mesmo isso, desmiolados aldrabões, gente de terceira escolha, gente de refugo. Indigna-me o que disseram do PEC IV – que era mau para o Povo. E foi o pretexto. Mas quem os colocou lá, tem e não pode fingir que não, as suas responsabilidades, há autores morais do acto.

  4. Isabel

    Finalmente o Relvas vai ter tempo para ir estudar. Talvez pedirá conselhos ao Sócrates de como fazer uma licenciatura.

  5. que ideia excelente. :-) podia haver uma mulher lindíssima chamada Madame Cobiça, mamas grandes a dar de chupar, com um monte de amantes e a trama desenrolar-se toda sempre em uma cama XXL, magnífica, entre fodas e traições, nos lençóis de cetim. e de sem fim. e depois, a par dessa narrativa, uma outra – a de um mero narrador – que colocava a nu a extensão, e o derrame, da cama na cidade. ai, eu quero ler, já estou em pulgas.

    anda mais vezes, Zézinho.:-)

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