8 thoughts on “Da série “Como chegámos aqui?””

  1. Francisco Assis, no dia do chumbo do PECIV na AR, fez um dos melhores discursos que até hoje ouvi a um político. Outros caminhos traçaríamos com ele, mas a maioria assim não quis.

  2. Finalmente começa-se a ganhar coragem para a afirmar o óbvio desde há um bom par de anos. Falta dizer que ele é o Caudilho do novo regime saído do cinco de junho de 2011. Quanto mais tempo se perder a reconhecer esta realidade, pior para o País. Mas desconfio que temos pela frente muitos e bons anos para viver à sombra do Homem Previdente que um povo ainda infantilizado almeija mais que tudo.

  3. Val,

    bom ano novo para todos e em especial à tua equipa em paridade.

    O tema do PR creio que foi chão que deu o que tinha a dar. Estamos todos tão anestesiados que nem o Jardim já desperta qualquer interesse.

    O tema central é ou deveria ser o de se saber para onde foram os quase 500 mil milhões que a parasitada deve ao exterior.

    O Assis, assim como outros, chovem no molhado. O tema é a partilha do bolo que sobra.

    Balsemão tem um exército a malhar na Ongoing e esta revela as raízes a que se agarra.

    A luta é bela quando os “maus da fita” não querem ficar mal.

    cont…

  4. “Paul Krugman comenta hoje no seu blogue o mais recente trabalho sobre as razões que explicam a acentuada deterioração do endividamento público nos países europeus (…) ‘As projecções sugerem que alguns países europeus estavam numa trajectória orçamental insustentável muito antes da crise financeira de 2008-09, caso da Grécia, Portugal’ (…) O economista norte-americano corrobora as conclusões do estudo que sugere que, nem num cenário mais benigno, Portugal e Grécia poderiam regressar à dinâmica de endividamento que tinham antes da crise, porque ela era, já de si, insustentável: no prazo de dez anos, em 2021, a dívida estaria, em ambos os casos, acima ou perto do equivalente a 150% do PIB. Krugman admite, deste modo, que Portugal e Grécia poderiam não ter alternativa a uma política de austeridade – que ele tanto tem criticado.”,

    Oh diabo…afinal, a crise portuguesa não é consequência da crise mundial; é mesmo uma crise portuguesa, concerteza. Ora, será que já alguém enviou este link ao Soares, ao Sócrates e a todos os outros aguerridos membros do PS, a dar conta de que já nem o seu “guru” Krugman acredita na cassete?! O mundo mudou mesmo?! Enfim, como diz o anúncio, “tá boa” está! Estava.

  5. cavaco é um tecnocrata dotado de intuição

    soares é um político dotado de tecnocracia intuitiva?

    o que cada um diz….

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