Concerteza, hò David Dinis


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Fonte

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O jornalismo de referência praticado no Público vai de vento em popa. O director, ou alguém por ele (mas então com a sua tácita aprovação), até milita para a consagração do “concerteza”; um dos mais populares pontapés na gramática que se vê por aí, a par do “benvindo”. Que irá seguir-se? Iremos ler textos neste prestigiadíssimo semipasquim, baluarte do combate contra a corrupção socrática (em especial) e socialista (em geral), que igualmente promovam o “porisso”, o “quaisqueres” e o “fê-ze-as”?

4 thoughts on “Concerteza, hò David Dinis”

  1. Primeiro era chicana politica, depois eram boatos e difamacoes, depois era nao ser arguido em nada, depois de constituido arguido eraa necessidade de presuncao de inocencia, depois era nao haver acusacao, depois com a acusacao formada era nao se avancar para julgamento, depois do julgamento vai ser a inocencia ate transito em julgado, etc.

  2. e o passado tracinho te; e a terceira do singular com esse; que lodo. inhac. vómito. stander e marenda. foda-se.

  3. Ó Valupi, cuidado! A interjeição de chamamento ou invocação – ó – usada não leva h nem à frente nem atrás.

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