Coisas boas

O Ouriço, um novo blogue de direita. Como exemplo, e excelente exemplo do que é um olhar simultaneamente conservador e liberal, sugiro um texto de Mendo Castro Henriques, de quem tive o proveito e o gosto de ser aluno, acerca da sui generis, e fatalmente polémica, nova Constituição da Hungria.

Snake & Snail, o regresso de Miguel Vale de Almeida à labuta blogosférica. Ficamos todos mais humanos, pun intended.

4 thoughts on “Coisas boas”

  1. Toma lá outra coisa boa, Val:
    “Nas entrelinhas percebia-se uma animosidade inultrapassável em relação ao primeiro-ministro. Já dias antes, na hora da vitória, Cavaco trocara a celebração magnânima do sucesso pela proclamação irada do ajuste de contas. No Parlamento, no instante solene da tomada de posse, foi mais longe, afirmando-se como líder de oposição ao Governo do país. Aquelas palavras duras, secas, assassinas, não permitiam outra leitura. Passou a haver um antes e um depois”. (Francisco Assis, no Público, hoje)

    E José Seguro aplaudiu. De pé.

  2. quanto ao texto do ouriço, gostei, questão nada ortodoxa e onde nem tudo são flores – só florim, como disse ao Mendo; do snake & snail fiquei fã e já não se vê livre de mim. :-)

  3. Interrogado por uma jornalista se pertencia à maçonaria, Carlos Zorrinho deu a seguinte resposta: “A minha vida é uma vida absolutamente pautada pela transparência em tudo aquilo que eu faço”.
    Questionado se os políticos deviam assumir as suas ligações à maçonaria, caso as tenham, o líder da bancada do PS argumentou que “os políticos têm de ter uma vida o mais transparente possível”.
    “Isso é que é fundamental”, reagiu.

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