Ciclo Eduardo Catroga – Poesia para as massas

Adorna hirsuto ríspido pentelho
Os ardentes colhões do bom Ribeiro,
Que dão duas maçãs de escaravelho,
Não digo na grandeza, mas no cheiro:
Ali piolhos ladros tão vermelho
Fazem com dente agudo o pau leiteiro,
Que o cata muita vez; mas ao tocar-lhe
Logo o membro nas mãos entra a pular-lhe.

Estrofe de Ribeirada – poema de um só canto

7 thoughts on “Ciclo Eduardo Catroga – Poesia para as massas”

  1. Dá-me um ataque de priapismo de cada vez que tento imaginar um governo com o barão Eduardo Catroga von Alzheimer como ministro do Pilim, o príncipe de Massamá como primeiro-ministro e o presidente da junta de Boliqueime como tutor!

  2. NAO GOSTAIS DE KEM DIGA VERDADES.
    IDES LONGES…………………..TAL COMO EU………..
    VOTAI NA MESMA M……….TAL COMO O FIZESTE………………..MAS VAIS FICAR PIOR …..TAL COMO EU………….ACORDAI COBARDES…………………….
    CHEGA DE PINIKIOS……………………
    TODOS TAMOS FARTOS MENOS OS BOYS E OS CHULOS DESTE TEMPO…………….

  3. Ai “Jota Bê, Jota Bê” (à moda do Porto carago)
    Aqui não é o poiso ideal para “ressabiadores”…
    Preparai-vos para o ataque de coração que muitos vão ter na noite do próximo dia 5, acompanhados pelo cheiro a “pentelhos” de “Rabitt” chamuscados…
    É a “bida”…

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