Assumamos o protagonismo nesta data especial

Três formas de celebrar o 25 de Abril com alegria, à escolha:

– Recordar a paixão do Miguel Portas pela política e deixar que essa contemplação nos anime ou inspire.

– Ler este precioso, ternurento e exaltado TESTEMUNHO DE UMA NOITE MÁGICA, da Júlia Matos Silva.

– Ir à Avenida da Liberdade encher o peito com a dita.

19 thoughts on “Assumamos o protagonismo nesta data especial”

  1. com a leitura do “testemunho duma noite magica” sinto a bater no meu peito mais uma vez o mes de abril.
    Viva o 25 de Abril, Viva Portugal.

  2. Aproveito este meio de comunicação, para informar que a RDP Antena Um, foi comprada por um Senhor de Vila Real,que só permite uma playlist com musica popular portuguesa.Isto foi confirmado por mim, só das 5h e 40M,até às 6h20,porque adormeci de tanto esperar por musica compativel com o 25 de Abril. O simpatico e competente José Candeias,repetiu varias vezes, que como era feriado o programa que estava no o ar das 5 às 7 da manhã é mais musical do que o habitual,mas pelos vistos nada aconteceu até às 7 horas.Isto é incompreensivel numa Radio que devia ser uma referência no que refere à isenção e pluralismo.Razão têm os Capitães de Abril,Mario Soares e Manuel Alegre,em não legitimar um acto que com a direita no poder cheira a falsete.Fico contente com a cambalhota do PCP,que depois de sequestros da Assembleia,e adjetivações como parlamento burgues,reconheceu ao fim de 38 anos talvez para entalar alguem… que a Assembleia da Republica é a casa da democracia. Já vi um porco andar de bicicleta,depois disto,espero ver a andar de para-quedas.

  3. Olha, fui à Avenida da Liberdade erguer bem alto o cravo vermelho que trago no peito, por mim e por ti. Foi bonita a festa, pá! A CIDADE estava linda!
    Fascismo nunca mais!

  4. oh anonia! deu na televisão, távas bué da fixe naquela cena da agência de turismo cubana. pró ano vou com uma faixa da associação de amizade portugal coreia da morte.

  5. Escolho as três formas enunciadas para a celebração:
    – a minha homenagem ao Miguel Portas, que me mereceu sempre o maior
    respeito e admiração, embora nem sempre concordasse com algumas das
    suas posições politicas, e por cuja memória hoje me curvo respeitosamente
    – à ternura que também senti pela leitura desse magnifico texto da Julia
    Matos Silva;
    – tendo ido à Avenida da Liberdade onde, até a enorme molha que apanhei,
    me soube a exaltação.

  6. oh sócio! confessa lá, babas-te todinho com a salsa e as cachopas da baía dos porcos. bem que podias fazer uns xóriços com elas.

  7. Ó anónima, e com a merda de políticos que há cá, foste colher um cravo, minha desgraçada, mataste um ser vivo.Debias era ter ido travalhare páh, sachar a terra, que a terra é quem a travalha, pah e aí dabas a imagem do travalho em portucale, pah, mas não, foste exivir a micosa onde nun debias! Olhá o mario soares pah, que ficoue casa tumar xá berde a cumer secones duros comó carassas, francamente, xeime oniú.

  8. Qual o motivo desta entrevista a Ramalho Eanes? A quem interessa voltar com a cassete atras? estou à vontade, estive no lado dos que defendiam a Liberdade para um Portugal democratico.Para quê voltarmos a crucificar partidos e pessoas que estiveram no lado errado? no dia 25 de Abril? porquê este apoucamento? fiquei tão atordoado que quase fui para a rua apoiar Eanes,o do 25 de Novembro,mas depois refleti,e pensei para comigo,f..d ,isto já foi há 38anos.A RTP,tem um enorme sentido de oportunidade…Oh Elvas Oh Relvas,tu estas metido nisto…

  9. ó Zé da Minda, ouviste aquela da falta de estima pelo Marocas? é recíproca, de certeza. ….e tudo pro cause do livro do Mateus. balha-me deuse e os anjos de Navarra.

  10. Ó anonima, minha, não me digas que te travestiste pah, pareces a outra, a fálica, é só bugalhos, bolas e grelos espigados, agora tu juntas-lhe sos couriços pah, oube, alarga mais a voca, que isso que tens aí na focinha e mais uma abertura generosa de Deus Nosso senhor, num dia de cansaço, por causa das Evas como tu. Bá, arredonda a saia e bai-te, dá corda aos dedos quisso passa-te.

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