18 thoughts on “Arqueologia feita à maneira”

  1. Ta fixe. Sob o signo de Leicester. Após a descoberta dos ossos de Ricardo III, a cidade está numa boa onda e inverteu a ordem do futebol capitalista inglês.

    Gungunhana o Marcello foi visitar a tua terra. Era mais que merecido um evocação do teu nome e uma reparação já tardia das afrontas cometidas.

  2. Joe Strummer, as afrontas hoje em dia são outras (ao bom-senso e à numeracia elementar). Ora aprecia lá o panorama, à luz da história recente:

    1968:
    Enoch Powell: “We must be mad, literally mad, as a nation to be permitting the annual inflow of some 50,000 dependants, who are for the most part the material of the future growth of the immigrant descended population.”

    2015:
    Números actuais (apenas para o ano de 2015): “In comparison to the figure of 50,000 Mr. Powell quoted, in 2015 617,000 people emigrated to the United Kingdom. In Germany, the figure approached two million.”

    http://www.breitbart.com/london/2016/03/31/mainstream-german-newspaper-publishes-favourable-article-on-enoch-powell/
    http://www.breitbart.com/london/2016/03/22/germany-sees-record-2-million-migrants-in-2015/

    Deste último artigo: “The mass migration of foreigners to Germany has also reached another milestone. More foreigners entered Germany in 2015 than children born in the country. The two million migrants exceeded German birthrates by a large margin. In the past decade Germany has seen an average of 700,000 total births per year, which does not amount to half the total migrants who came in 2015. The Federal Statistical Office now believes that at least a third of German children may have an immigrant background.”

    Artigo interessante do Gilad Atzmon sobre um assunto directamente relacionado com o suícidio europeu em curso e suas causas:
    http://www.gilad.co.uk/writings/alain-finkielkraut-jews-and-immigration.html

  3. Ignatz, esse e mais redutor mas mais magnifico. Esse triptico também é a prova de que no meio é que mora a virtude. ;)

  4. Joe Strummer, quem se deve afastar do quadro és tu. Adquire mais perspectiva aqui (por exemplo):
    https://www.gutenberg.org/files/25717/25717-h/25717-h.htm

    Ignatz, o problema não está nas metáforas dolicodoces. Nem nos cromossomas físicos. O problema está no teste da realidade, na clareza dos números que as populações embrutecidas não estão preparadas para entender, e no poder alucinante das religiões activas — actualmente o Islão e o Holocaustismo — cujo potencial de corrupção espiritual e destruição material continua o mesmo de sempre. Se não perceberes isso, irão perceber os teus filhos e netos até que novo ciclo se cumpra.

  5. “Se não perceberes isso, irão perceber os teus filhos e netos até que novo ciclo se cumpra.”

    haverá sempre um novo ciclo a cumprir, é a vida.

  6. Ignatz: «haverá sempre um novo ciclo a cumprir, é a vida.»

    Segundo essa lógica, não vale a pena olhar antes de atravessar a rua, uma vez que tarde ou cedo «será a vida», para empregar a tua fórmula. Ou seja, tenho toda a razão quando refiro o «suicídio em curso».

  7. Gungunhana, tens mesmo que tirar o nariz do quadro. A questão é que desde o inicio da Humanidade que existem migrações, não existiriam Continentes com pessoas se assim não fosse. Isto é tão óbvio que até doi. Olha aqui mais uma descoberta recente:
    http://elpais.com/elpais/2016/05/04/ciencia/1462380282_766551.html

    Os europeus são o quê? Uma mistura de neandertais (o teu caso ;) ) e gajos que vieram em levas diferentes de varios sitios mas são todos aparentados de um tronco principal que veio de Africa. É o que se sabe, mas tambem pode ser que tenham sido extraterrestres, o que não deixa de ser uma grande migração também.

    Quererem a propósito de ideologias politicas maradas tornar isto um facto novo e ameaçador é enganador.

    Os Impérios não são eternos, como as pessoas, as empresas etc…as causas do fim do I. Romano não me parece que tenham sido essas, embora seja um bom trabalho é muito datado e antigo e sofre do byas do autor. O I.Romano do Oriente era mais cristianizado e sobreviveu mais umas centenas de anos.
    O que há aqui a questionar é a razão porque sucedem as migrações. É um pouco como o vento, uma deslocação de das altas para as baixas pressões, em ambientes e situações onde as pessoas estejam sobre altas pressões (guerras, fome, etc..)tem tendência a procurar sitios onde a pressão é menor e mais agradável. Ou se quiseres podes também questionar porque é que se deu o primeiro grande salto, e aí não poderás excluir a hipótese de tal se dever a um erro na evolução. A nossa espécie, tornou-se auto-consciente, a consciência de si libertou-a de um vida sem “significado” como os outro irmãos animais, mas criou um novo ser que criou varios Deuses para justificar a sua existência e instinto predatório. Um servo do Ego. Não era suposto ser assim, a Natureza também erra.
    Esta tese não é minha, claro, faz parte de uma corrente filosófico-literária que tem em Thomas Ligotti um dos seus expoentes. Se não é verdade é bem achado e sempre é melhor e mais enriquecedor do que essas tretas supremacistas.

  8. Strummer o que é ameaçador e enganador é pretender que as migrações são todas iguais. Mas não adianta muito tentar explicar o óbvio aos avestruzes do «tásse bem, não tasse…».

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