15 thoughts on “Alguém que lhe queira bem que lhe acuda”

  1. “E trabalhando, de modo humilde, ao serviço de Deus e da Pátria.”

    Como é que Deus lhe encomenda aquele lixo ? E como é lhe paga ?

    E a Pátria, com P gigantesco, quando é que vai reconhecer e recompensar os humildes trabalhos do Balbino.

  2. Ouve lá o valupi tu k te achas sábio e erudito kica mais dakeles Gajos que frequenta lojas dos 300 ou 400 ,por mero lançado algum dos teus mestres tem luzes suficiente para iluminar a falta de substância das tuas ideias,és bom analista mas incipiente em termos de luzes o teu blogue ,os teus mestres com toda sua formas religiosidade bacoca e luminiscamente insubstancial apenas revela a falta de luz substancial, tens ideias mas nao tens luz substancial para as iluminar,es um idiota sem luz substancial,um burro de orelhas no ar ,as tuas analises carecem de luz substancial,es um vazio deixa o humilde homem de deus em paz e mete o teu socialismo negro sem luz substancial ,no fundo não passas de um indivíduo cujo todas as tuas ideias não passam de formas religiosas políticas insubstancialmente definhadas,uma espécie de socialismo pseudohumanista incongruente cujas formas de religiosas do teu socialismo negro são transubliminarmente nada mais que uma forma de religiosidade feita de luzes pardas e insubstanciais,isto e tens ideias mas não tens luz para as substanciar ,eu sou o camarada do futuro, e tu tens ideias mas depois as tua baterias psíquicas de tanto espremer esse cérebro tornaram se insubstanciais não tens luz nem baterias energéticas para alimentar o teu socialismo negro.dou te um conselho.

    Le este site comprar um carregador de baterias http://www.mindovermatter.ru/RVScience/psygen/index.html

    porke se metes o nariz no meu tablet, eu activo os meus super poderes e sugo te as baterias biológico vegetativas até a seiva,e não sou vampiro ,mas absorvo te os teus pseupoderes até ao tutano até tu só ficares um bateria biológico vegetativa seca.Eu sou um mutante do futuro carregado de poderes dakeles só mesmo na BD ,estou tão tecnologicamente avançado k se metes o nariz na minha vida ,a pouca luz e energia que tens vai toda de vela absorvo tudo,até ficares sem seiva e tutano, a Gaja tenho techonologia tão avançada que eu escolho a Gaja que quiser do harém,e elas dizem sim a tudo Zombie,mete o nariz na tua vida e teu socialismo pseudohumanista sem luz substâncial.tudo tecnologias fabrico caseiro dei te o site para ver se te volta para deus e compreende que não passas de uma bateria descarregada e incipiente ,o teu socialismo negro e uma espécie de forma religiosa política insubstancial ,uma religião sem luz substancialacorda meo zombie.

    Achaste a vanguarda e não passas de um meo zombie

    Asta lá vista

    Câmara do futuro

  3. Olha de novo, Val, que isto parece ser moda, mas, depois de ler mais um post trôpego ~(!) do tal Caldeira e de o comentar in situ (imagina tu que o tipo faz moderação aos comentários, …!!), copio para aqui o que disse ali em baixo. Tal como tu o linkas no Aspirina B, e basta!, imagino que compreendes o estéreo de hoje. Mesmo que o dito chegue com a distorção de colunas num revivalismo ao estilo dos grupos de baile onde ecoavam as velhinhas Fender, sempre é melhor e sai mais barato do que puxar pelo porta-moedas porque agora juro-te que não tenho moedas pretas.

    Olha, Val, o que eu vejo ali é uma colagem mal-parida de coisas lidas em muitos lados: alguns até poderão ter sido aqui, e não é só o teu post, outras pescadas no esgoto por onde correm as águas pluviais, os óleos industriais e os resíduos (os resíduos domésticos orgânicos)… esgotos que terão sido abertos tardiamente pelo poder local na rua atapetada de alcatrão onde [o tipo] nasceu ou onde mora.

    É esta a ideia com que fico, depois de o ler: a de alguém que fintou o destino (professor, não é?), melhor assim do que passar fome; a de alguém que se agita na penumbra da sua casa onde o sol, ainda hoje, chega com dificuldade; e alguém que comprou tardiamente um computador para escrever umas bocarodas cheias de links, de construções idiotas e de fantasmas. Escreve com[o] quem embrulha palavras e ata-as com um baraço, em resumo.

    Azar o nosso, portanto. É pois natural que os seus posts emporcalhem quem se aproxime.

    16 de Dezembro de 2015 às 1:38

  4. Só mereces que tenham piedade de ti, tens ideia mas não tens luz para as substanciar vais ser o eterno rato de secretária.

  5. Por falar em babuíno cruzes canhoto que no futuro nem escrever sabem. É com cada carroceiro com acesso a teclado.

  6. Não sei se este Balbino Caldeira é um tarado, se é um caso de paixão não correspondida pelo Sócrates, enfim mais um panasca não assumido que se rebola nestas prosas imundas. O que sei é que, pelo sim, pelo não, ele precisa de um tratamento de luxo. Assim um varapau pelo tutu acima, sem vaselina, num descampado, numa noite de inverno. Até pode ser que se cure.

  7. Ainda sobre o blogue do Caldeira, vírgula Val.
    O meu comentário não chegou sequer a ver a luz do dia ou da noite (percebe-se que se perdeu na moderação, o que até acho bem), apenas lhe dizia que, no dia seguinte, ia ter uma ganda ressaca depois do que escreveu. Mas o que é mais engraçado é o seguinte: tinha tido luz verde um breve comentário posterior, deixado às 20h23 se bem me lembro, em que alguém dizia “eh bebuíno, até espumas”. Ora, a cabecinha do Caldeira percebeu que essa tinha sido uma discussão havida aqui na caixa de fósforos do Aspirina B (bebuíno/babuíno) e que portanto o apodo era destinado… a ele! Resultado, eventualmente logo que percebeu: o comentário do babuíno foi apagado por ele (!!) e ficaram sete-7-sete quase na totalidade contra o Sócrates e para um peditório qualquer…

    Eu não conheço todos os caminhos do Portugal pimba, imagino que aquilo até é comum, mas isto não deixa de ter bastante piada.

  8. «Como a mesma honra de sempre: escrevendo no meu blogue Do Portugal Profundo, desde 30-8-2003, com o meu nome «António Balbino Caldeira» e pondo o meu email, para que leitores possam contactar-me, e mantendo uma caixa de comentários sem censura prévia, para o exercício do contraditório e do debate, e sem nunca ter comentado no meu blogue ou noutro sítio. »

    Esta frase e a seguinte, que o Reis já glosou, é hilariante depois do que acabei de escrever.

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