11 thoughts on “A República de luto”

  1. A morte dos seus é também um momento de confirmação e exaltação da República, uma invenção de mortais para se sobreviverem na recusa de rituais de recomendação. É isso que dizemos quando dizemos: (que) viva a República!

  2. Almeida foi um dos muitos retornados como eu.
    Naquela confusão, uns perderam os caixotes;
    outros encontraram os caixotes;
    outros não quiseram saber dos caixotes;
    outros ficaram com os caixotes próprios e os caixotes de outros;
    alguns ainda andam à procura dos caixotes.
    Paz para todos os retornados.

  3. A República está de luto por Almeida Santos. Pelas notícias que vou lendo, talvez a República tenha de fazer luto pela sua democracia. Segundo tais notícias, a UE prepara-se para fazer a Portugal o que fez à Grécia de Tsipras, porque a austeridade não pode ser contestada. Começo a perceber por que motivo Passos se ri “até às lágrimas” no Parlamento, durante os debates.

  4. Maria Abril, acha que o Passos rÍ “até às lágrimas”.

    ri-te-ri-te ó Maria, vai haver tanta gente a rir com vontade de chorar!

  5. anónima das 9:15, não, este senhor, nem ninguém que apareceu após 26 de Abril (herói do 25 A, foram alguns militares como Salgueiro Maia), venderam nem a Guiné nem Angola nem outra terra qualquer.

    Assim como estes de agora não conseguem vender nem o Banif, nem a TAP, nem BES nem a EDP… eles abandonam.

    Aquelas terras não foram vendidas, foram abandonadas, assim como toda a África colonial.

    Agora esses povos estão a pedir satisfações aos europeus, ali em Ceuta e Melila, Líbia e Lampedusa, na Cova da Moura, no Túnel da Mancha em Marselha e Paris.

  6. Só 4% dos portugas é que estão de olho aberto, diz o Jerónimo de Souza.

    Os outros mais os 50% de abstencionistas são uns ceguinhos.

    Grande Jerónimo!

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