A piscina da Soledade

A nossa amiga, e ex-colega, Soledade Martinho Costa, convidou-me para os festejos do segundo ano do Sarrabal. Escrevi um mui humilde texto, e recebi de volta uma apresentação que me parece um primor de objectividade e rigor, vendo nela o esboço de uma futura, inevitável, biografia. Acima de tudo, a piscina da Soledade, miragem que nos encantou dois anos atrás, está agora à vista de todos.

Mergulha a bel-prazer.

30 thoughts on “A piscina da Soledade”

  1. Val
    Entrei neste blog com bastante facilidade. Tentei entrar em vários, pediam-me o número da conta, a palavra-chave, não sabia como proceder, sou um leigo na matéria. A primeira vez que aqui entrei, foi a dar resposta a um comentário de José Carmo Francisco. A esse meu texto intitularam-no. “Filho de gente pobre” Fui recebido com carinho e por isso estou bastante grato. Ando a escrever umas memórias sobre a minha vida profissional, estou aposentado e é uma maneira de matar o tempo. Tenho carências na escrita. Pelo facto peço desculpa e autorização para daqui a algum tempo, voltar a incomodar-vos com os meus escritos.

  2. Olha que bom falares na piscina da Soledade! Óptimas recordações mesmo. Não dá para esquecer. Aquela psicina deu muito que falar. Gostei das palavras para te descrever. Acho, Valupi, que bem te podes orgulhar. Acho que te descreveu bem.

  3. Quando me apanho com um brinquedo destes, já não ligo a ninguém: gps, net e até posso compor as minhas próprias músicas. Vê lá tu. Faço cada mistura. :-D

  4. Além disso, ao ouvir rádio, se eu quiser saber que música está a passar, é só ir ao TrackID e tenho toda a informação na hora. lol. Sempre sonhei com esta merda. Tantas vezes passa uma música de que gostamos e não sabemos quem toca. Essa treta acabou!

  5. está bem, ms olha que mesmo assim eu demoro uma semana a pensar, e é se não me der birra,

    (por falar nisso já estou meio de birra há um mês, tenho que mudar de velocidade senão agora dá-me tédio)

  6. Uma semana a pensar… Eu vi num dia e resisti, mas no outro já não resisti, ou seja, não pensei grande coisa. Foi uma paixão súbita e fiz tudo para pensar nela, mas à segunda vez… cedi.

  7. pois não, desde pequenino que pensam que sou estrangeiro; já te disse que dei a tv a um amigo que me veio ajudar a mudar, que sossego; estou a ouvir os putos a fazerem skate ali no adro da igreja, e a comer massa com presunto e grão e esparregado,

  8. Que bom! Esparregado, era mesmo isso que eu devia comer. Hoje deu-me a preguiça. Não jantei só comi iogurtes e chá. Enfim, devo ter os anos de vida contados com esta alimentação.

  9. ah, isso temos todos, uns assim e outros assado, mas há escapatória no plano complexo parece – e com tirinhas de emmental e a noz moscada, nhum, tou todo lambido e a arrotar,

  10. O mais curioso é que as pessoas sempre falaram na «piscina da Soledade» quando a Soledade tem de facto 3/16 do espaço do aldeamento – logo da piscina. Parecia que a piscina era dela quando é do aldeamento que eu conheço muito bem.

  11. Ela passou-te a mão pelo pêlo, não há dúvida! É irresistível cair numa piscina com este sueste… mas o mar é sempre melhor… para mim.

  12. Venho corrigi-lo, Zé do Carmo. Não se trata de um aldeamento, e o Zé sabe disso perfeitamente.

    Trata-se de um bloco com 16 amplos apartamentos, num local resguardado, onde três deles são meus: dois no patamar de cima, um ao lado do outro para maior comodidade da família. Por mais de uma vez o Zé ocupou aquele que fica, exactamente, junto da piscina.

    Um aldeamento, e o Zé também sabe disso, é um espaço completamente diferente, maior e movimentado, que pressupõe grande número de construções e de ocupantes, o que não é o caso.

    A piscina, como também sabe, está sem ninguém a maior parte do tempo. E somos nós, eu, o Zeca e os nossos amigos que bem conhece (embora com jardineiro), que zelamos por esse espaço de lazer. Quantas vezes, munido do computador, o Zé escreveu, sem ser importunado, à sombra da velha oliveira que preservámos? E o Filipe trabalhou na sua tese de mestrado sem que o incomodassem?

    Posso dizer que a piscina é uma piscina privativa, uma vez que somos apenas nós e os nossos familiares, amigos e convidados a frequentá-la. «Parecia que a piscina era dela quando é do aldeamento que eu conheço muito bem».

    Zé, fiquei com a impressão de que as vezes que passou férias aqui não foram suficientes para descrever, correctamente, o local onde esteve. Ou teria feito confusão com algum aldeamento da Ericeira? Bom, e já não me refiro às contas que se deu ao trabalho de fazer para achar os tais 3/16 de piscina dos quais sou proprietária ! Será que só me resta a sombra da oliveira? Ou a da alfarrobeira? Talvez tenha de vir de novo até cá (estou no Algarve) para fazer um reconhecimento correcto, valeu?

    O abraço amigo de sempre

    Soledade Martinho Costa

  13. Chamar aldeamento ou bloco de apartamentos não é importante mas como se diz na minha terra «siga a rusga!». Eu sempre achei graça ao facto de as pessoas nos comentáriso laborarem num erro. Só que aquilo que para mim é um erro para outras pessoas pode não ser. Tão simples como isto. «Siga a rusga!»

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.