À atenção de António Borges e do gabinete de Relvas

Velhos, deficientes, grávidas, recém-nascidos, menores de 15 anos, doentes crónicos, doentes mentais, acamados, hospitais públicos, escolas públicas, exército, bombeiros, polícias e prisioneiros também são fonte de enorme despesa para o País. Não dá para acabar com este sorvedouro do nosso rico dinheirinho e ficarmos só com a máquina fiscal e dois ou três ministros?

8 thoughts on “À atenção de António Borges e do gabinete de Relvas”

  1. Esse financeiro finório até com a iluminação pública acabava. Obrigava-nos a comprar um capacete com lanterna. Mas tinha que ser uma lanterna regulamentar, com parâmetros estabelecidos por um “grupo de trabalho” nomeado pelo Relvas e fabricada por uma empresa laranja.

  2. Val, não acho bem conservar a máquina fiscal, pois também se gasta muito dinheirinho nosso a arrecadar impostos, que aliás nunca chegam para a despesa pública. Quanto custa anualmente o funcionamento desse polvo gordo chamado Direcção Geral de Impostos? Ainda por cima, os impostos são completamente anti-económicos, pois aumentam os preços ao consumidor, diminuem a procura de bens e serviços, estrangulam a poupança, prejudicam o investimento e desmotivam o aumento de produtividade. Qualquer grupo de trabalho concluirá isso.

    Dois ou três ministros ainda é uma exorbitância! Bastaria um único secretário de Estado, magro de preferência. Podia ser o Relvas, que agora está em saldo e sairia baratinho. Quantos hotéis de charme se poderiam fazer despejando os ministérios e as suas inúmeras dependências? O Terreiro do Paço alugava-se à Sonangol e o policiamento de toda a zona da Baixa até aos Restauradores ficava gratuitamente a cargo de um batalhão de Ninjas. Das Necessidades fazia-se um condomínio de luxo para árabes e dirigentes políticos em fuga. É só preciso um pouco de imaginação.

  3. ai que riso. :-) mas parei na dos menores de quinze anos. fiquei entre o ensino básico obrigatório ou a alta % de partos. ainda estou, confusa, a coçar a ponta do nariz às rodas.

  4. Ó Val falta aí o lar da terceira idade situado em Belém.
    Como é que um palácio tão grande pode dar rendimento se só lá tem um reformado.

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