pedagogia positiva

Benditos corn-flakes espalhados pelo chão. Filho, estou muito contente contigo. Vejo que todos os dias encontras um pretexto para te treinares com a pá e a vassoura.

susana

12 thoughts on “pedagogia positiva”

  1. E esparguete com molho de tomate? Que tal umas aulas grátis de patinagem artística com direito a uma nova posição final: a esparregata.

  2. sininho, aí seriam aulas de esfregona, que eu não estou para brincadeiras.

    ana, deu o mesmo resultado mas, ao invés de resmungar, riu-se.

    cláudia, na verdade é especial K, mas «corn-flakes» reproduzia melhor a cena, visualmente.

  3. eu gosto de corn flakes e de chocapic, de sumos tropicais ou de maçã, de croissants da Luso, de pães da avó com doce de mel ou de morango, de café com leite bem morninho, acabado de tirar da máquina, enfim… é tão bom viver só para isto.

  4. Susana,

    Deixa-me imaginar a propatia da enfermidade que acabou por revelar-se num escrito nada inteligente ou engraçado. Tinhas dormido mal, estavas agitada já com dois cafés fortes no bucho mas não sabias porquê. De repente um raio luminoso roçou-te as pestanas e lembraste-te de que tinhas esquecido umas das pastilhinhas que tomas diariamente para evitar que endoideças. Procuraste o saquinho dos Maltesers mas não os encontraste. Desorientada, apertaste entre as mãos uma cabeça que parecia querer estalar. Num salto sem voo de galinha vaidosa que gosta de ver os seu nome badalado no Aspirina, foste ao seboso e ridículo ementário que penduras ao lado do frigorífico e retiraste esse “domestic non-event” dos corn-flakes que te pareceu suficiente para desprender as línguas dalguns comentadores. E, como de costume, conseguiste. Aqui as tens: o Trio las Pachachas – as três descerebradas da vida airada de pilhérias e pintelhices opiniáticas que nunca mais largam este blogue da barguilha.

    Mesmo que o Valupi te tivesse democraticamente dito que poderias escrever sobre tudo o que te apetecesse, aposto que a esta hora deverá estar a moder os lábios de arrependimento, ou mesmo de vergonha. Não abuses, menina, a sua humanidade e compaixão e a nossa paciência não têm garantia de fábrica.

  5. Sertorius, atingiste o maximus de delírio, no que a mim diz respeito. Provavelmente, não serei o único destinatário dessa energia que te troca as voltas aos neurónios e provoca curto-circuitos mentais.

  6. Esses curto-circuitos que referes, sem dúvida sacados da tua lancheira habitual para visitas a casas de pacientes com arritmias, acontecem sempre quando estou a escrever opiniões sobre crochets e outros lavores menos artísticos – devias compreeender e desculpar isso, meu malandreco. E também porque muitas vezes não estou mesmo nada para incomodar-me em ir à cozinha buscar o saco dos amendoins torrados – boa fonte do aminoácido aromático triptofano (espalha aqui porque tenho a certeza de que há gente que não sabe disso) necessário para os saltos de macaco energéticos entre as sinapses e entroncamentos neuróticos, vitais em viagens de raciocínio mental de toda a gente e também, vê só, da maior dos escribas do Aspirina, sem que alguns deles se apercebam evidentemente.

    De qualquer modo, o teu emplastro neurológico, apesar de velho, é sempre delicioso e calmante. Mas não o apliques demais em peles sensíveis porque podes ofender gente viciada na tradicional broa de milho de muitos usos terapêuticos. Enfim, vai chover esta noite e muda a hora pra semana. Resultado desta tua intervenção: nem César Romero teria defendido com mais calor o Trio Las Pachachas.

    E vais à frente de todos na discussão do post do Fernando sobre a Baleia dos Açores com prepúcio de cetim. Palminhas, meu velho, ainda há muito para sair desse peitinho de democrata socrático..

  7. Olha lá, e quando é que voltas às lides? Ou não sabes que tens uma legião (coisa diabólica, é fácil de ver) de admiradores?

    E responderes a emails, também já deste para esse peditório?

  8. Apoio na integra o comentário do Valupi. E muito folgo em saber que este jovem tem um email porque eu pensava que ele era apenas HTML …

  9. sertorio, tens que aprender a fazer textos mais curtos, para eu conseguir lê-los até ao fim.

    why bother, why, indeed. I won’t.

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