11 thoughts on “o meu Hércules”

  1. sem-se-ver, também achei.

    mana, pois. :)

    ernesta, a mim pareceu-me que ficava tudo muito direitinho.

    fernando, se bem me lembro, pelo que o mais velho me obrigou a ler-lhe da mitologia, o atlas carregava o céu e era um gajo um bocado monstruoso (e disse, ainda agora, que todos os que se cruzavam com ele diziam que cheirava mal dos pés, mas eu aqui já acho que está a fazer pouco de mim…). não que eu queira ver o meu filho em trabalhos, mas entre um e outro o hércules parece-me mais simpático. mesmo se, segundo algumas vozes, fez um bocado de merda.

  2. A mim também, mas eu só consigo fazer o pino com a cabeça apoiada e a razão deve ser essa – conseguir focar melhor o que sempre achei que era assim…

  3. pois tem. a clarividência é uma limpeza mental. ou de mentalismos…
    e também já não sei fazer o pino. mas, quando fazia, era ali como a ernesta, ou então contra a parede.

  4. Não diria limpeza mental, que a palavra limpeza pode ter dois sentidos. Mas sim, entendo o que pretendes dizer, julgo entender, e é verdade, é assim a clarividência. Mas como quando a do teu filho, efectiva e não conjecturada. Grandes humoristas, aliás, trabalham dessa forma. Vendo as coisas com clareza, como elas são, e não pela peneira imposta pela sociedade. E assim resultam coisas que até nos fazem sorrir, tipo: como é que eu nunca me lembrei disto antes? Em Portugal, os 4 do costume usam muito isso, lá fora, são também os do costume.

    O pior, já agora e sem ter nada a ver com o caso presente, são aqueles casos de clarividências assentes em certas probabilidades. Em que se julga estar a ver tudo, erra-se o alvo e cometem-se enormes injustiças. Já se do outro lado estiver igual presumido ser clarividente, acaba por se “clarividenciar” demais. Clarividência assente em probabilidades, que não em factos. Tudo em vez de palavras trocadas, dá sempre mau resultado. Pelo risco que se corre, claro, que quando se acerta, até a coisa é bem vinda.

  5. só dois, afixe? ;)
    bom, neste caso a clarividência é criativa e não analítica. ele sabia que estava a fazer uma piada, riu à gargalhada a seguir. mas também sabia que havia verdade no que dizia…

    diria que clarividência é ver as coisas sem ruído (com clareza, pois). não é uma intuição, nem do campo divinatório. desse ponto de vista não tem risco, pois só se é clarividente ao haver clarividência efectiva. no resto será apenas uma pretensa clarividência… concordas?

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