Fala do roupeiro Vítor Sério em 1997

Sou eu que tenho a chave deste espaço
Onde guardo os sonhos mais fagueiros
De quem faz desta equipa um abraço
Num mundo de caminhos traiçoeiros

Nas vitórias o vendaval é de euforia
Nas derrotas chuva de palavras feias
Custam como o duche de água fria
Ao lado das camisolas e das meias

Pela minha parte tenho a psicologia
Do resgate da sua tristeza neste lugar
Lembrando que amanhã é outro dia
E no sábado há outro jogo para jogar

Depois é um quadrado de marmelada
À espera que ele vá activar a insulina
Para que a equipa não fique cansada
E viva os sonhos fechados na cabina

4 thoughts on “Fala do roupeiro Vítor Sério em 1997”

  1. Mau, mau, lá começa a festa. Ou o disco – CD – está riscado, ou passámos da literatura para o futebol. Se calhar o Aspirina tem que começar a pensar na compra de alguns «craques», tipo Cristiano Ronaldo, para escrever os posts. Já agora, visto que mereceu um poema e por intermédio do seu ex treinador e motorista Leonel Pontes, pode ser que faça um descontozito aqui prós amigos do blog.
    Bom, e lá continuam também as rimas de onze, doze e treze sílabas a empobrecerem o poema. Quanto a isso, JCF, podemos perder a esperança, não é isso, pá?

  2. Ai Jesus, Nossa Senhora! agora é que o Porno e os Pontos não se vão calar, com alguma razão, diga-se, mesmo sem ajuda de marmeladas acordadoras de insulinas. Aproveito para perguntar ao José se terá algum poema da sua autoria onde faça referência ao uso do bicarbonato de sódio no desporto que ele mais admira – amor que ele partilha com o Manuel Alegre e montes de presidentes de respúblicas no activo ou na reforma.

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