13 thoughts on “?”

  1. anonimo: “Se reelegerem o mesmo homem que os trouxe até aqui tomam como sua a responsabilidade do que foi feito. E pagam o preço disso mesmo. ”
    Não pagarão esse preço igualmente se não elegerem o homem? Atenção, não quero com isto dizer que o devem eleger, claro que não deviam, mas porque é que temos todos a sensação de que vai ser reeleito?

    “Mas todas as decisões do governo regional da Madeira, eleito pelo voto democrático, são decisões dos madeirenses.”
    Perdão? Onde é que isto nos levaria, ó anonimo? Embora lá todos a desrespeitar a lei, não é?

    Depois D.O. corrige a trajectória na última parte do artigo, mas já vem tarde.

    As fraudes cometidas não eram seguramente do conhecimento da população que o elegeu.

  2. ainda hoje disse aqui, noutro post, que na minha opinião será o que vai acontecer: essa tal responsabilização colectiva para tapar o buraco do buraco desresponsabilizando, assim, o governo. mas depois há a hipótese de importarmos a Cicciolina para fornicar com o Jardim em troca da paz na ilha. :-)

  3. Acha mesmo que as fraudes não eram do conhecimento da população? Talvez não como fraude equiparada, vá, a um crime mas não tenho dúvidas que a população madeirense sabe que o AJJ gasta o que tem e o que não tem. É como o já gasto chavão “rouba mas faz obra” É o egoismo, neste caso conjunto, de uma região

  4. Tiago: Acho mesmo. A maioria da população madeirense suspeitava evidentemente que Jardim recorria a todas as manigâncias para sacar dinheiro ao cont’nente, à UE, wherever, mas que as dívidas eram astronómicas e que Jardim as escondia em violação clara da lei acredito que não soubesse.
    De qualquer modo, sendo os madeirenses beneficiários desta prática, da qual lavam completamente as mãos, e não podendo ser julgados nem responsabilizados colectivamente, não verão motivos para não votarem no homem, que sempre aplaudiram apesar das suspeições.

  5. Queria ainda acrescentar que tudo isto é deplorável, tanto mais que os madeirenses já perceberam por esta altura que quem vai pagar as tais dívidas escondidas é a maioria da população portuguesa. E com a conivência do PR, primeiro-ministro e governo em geral.
    Não é mesmo um herói, o presidente deles?

  6. oh piquena lopes! se calhar tens razão e afinal ainda não é hoje que estou de acordo com o doliveira, reli a prosa do moço e a baralhação é tanta quanta a tua interpretação da coisa.

  7. tomterias do dany. se o voto deixasse de ser secreto é que os votantes poderiam ser responsabilizados por quem elegem. só os que votaram no eventual trafulha vencedor , que o resto não tem culpa nenhuma. se um singular governante não pode ser punido , muito menos os eleitores como colectivo indiferenciado.
    de todos modos , o ajj só fez o que o be defende para sair da crise. deviam entronizá-lo.

  8. eu acho que os madeirenses simplesmente nem querem saber sobre quem paga ou não as dívidas feitas pelo bicho.
    Mas sabe uma coisa? deixa-nos furiosos e acima de tudo ficamos com um grande sentimento de frustração saber que o tipo no fim se vai safar. Sabemos que representa o pior que um político pode ser, o chico-esperto especialista em patranhas e manhas. Mas também sei que a história se encarregará de o classificar. E aí não tenho dúvidas que quem irá sorrir somos nós, os portugueses. Terá para sempre o seu nome ligado à desonestidade. Será para sempre o exemplo de como não deve ser o comportamento de um político. O seu nome será sinónimo de falcatruas, de enganos e mentiras.
    Parece pouco? agora no presente talvez, mas em termos da história política portuguesa tenho a certeza que serão os portugueses com espinha, aqueles que não costumam andar com os cornos bem rentes ao chão os últimos a rir.

  9. Eu por acaso tenho dúvidas sobre a opinião do Daniel Oliveira: ao certo, o que é que ele pretende? Que o povo vote contra Jardim, responsabilizando-o e responsabilizando-se? E quem não vota em Jardim, azar do caraças, que o voto foi democrático?! O Daniel esqueceu-se que existe uma lei que criminaliza o comportamento político de Jardim: se queremos fazer de conta que não vemos esse comportamento, isso é uma coisa, fazer de conta que não se vê a lei, é outra bem diferente. Bem grave. Bem anti-democrática. É que, Daniel, apesar de tudo, vivemos num Estado de Direito (eu sei que custa a acreditar que a Madeira faz parte desse Estado…).

    Duvido que existam madeirenses a visitar o fantástico aspirina b (confesso que é dos melhores blogues que tenho lido, apesar dos comentários dos amigos dos autores serem paupérrimos, mas efusivamente elogiados)… dizia eu: duvido que aqui apareçam madeirenses, mas se aparecerem, notem por favor uma coisa evidente: aqui os do “contenante”, ao contrário do que diz a vossa imbecilidade eleita, não vos odeia nem tem nada contra vocês. O sentimento que por aqui partilhamos sobre vós é de uma indiferença intemporal: ainda hoje o terramoto de 1755 nos causa mais consternação que o desastre da ribeira este ano na Madeira. Têm de aceitar que não são especiais aos nossos olhos. Aqui os do “contenante” só se lembram de vocês, quando vemos o palhaço que vos representa… e aí, depois de abanarmos a cabeça, continuamos a comer a refeição ou a entabular a conversa interrompida. Eu sei que algumas pessoas vos tentarão convencer do contrário, mas vão por mim que vão bem: vocês só nos preocupam se mexerem com o nosso bem-estar. Se o vosso bem-estar estiver em risco, têm sempre o Jardim com que contar. Esqueçam o “contenante” por favor; nós já temos essa arte bem desenvolvida em relação a vós.

  10. Por outro lado, uma boa parte da população da madeira pode até nem ser responsavel pela perpetuação do palhaço mor no poder, isto a serem verdade os rumores de semelhantes ” aldrabices” nas contagens de votos. Há um mito urbano que diz ” na madeira até os mortos votam”…

  11. Ainda bem que apareceram novos “amigos dos autores” do Aspirina B para enriquecer os comentários! ( Favor não ler isto como um efusivo elogio)

  12. Afirma Daniel Oliveira: “Não só mas também, eu não diria tanto, pois é, mas, realmente, antes pelo contrário, vou ali já venho, guarda-me aí uma cadeira, os gambozinos não têm asas mas às vezes voam, o crocodilo do KGB voa mais alto, giroflé-flé-flá, antes só que mal acompanhado, mais vale tarde que nunca, olari-ló-lé, tenho comichão no pé.”
    Concordo plenamente, principalmente no que diz respeito a giroflé-flé-flá e olari-ló-lé, tenho comichão no pé, que sintetizam magistralmente o brilhante argumentário.
    Para completar o raciocínio, e pedindo antecipadamente perdão pelo atrevimento, acrescentaria apenas que zumba-zumba na caneca, rebeubéu pardais ao ninho, entre as pernas é meio bilhete, irokusaikaro, vá de metro Satanás!

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