Fraldas e avanços civilizacionais

Acabo de confirmar quão difícil é desfazer o progresso e regressar a formas mais simples de fazer as coisas. Para tal, bastou-me deparar com o meu filho em casa da avó, cheio de cocó e sem uma fralda à mão. Depois de tentar remediar o problema com uma fralda de pano e uns sacos do Continente, sem alfinetes de dama nem jeito para estas engenharias, rendi-me à evidência: é-me impossível sobreviver — ou sequer manter o meu filho seco — sem fraldas descartáveis.
Que miséria. Não tarda nada, ainda descubro que já não consigo divertir-me sem ter um computador por perto…

7 thoughts on “Fraldas e avanços civilizacionais”

  1. Estas “realidades mal-cheirosas” são as mais reais de todas…
    E para além das fraldas de papel, já pensaste que antes ( muito antes é claro ) nem alfinetes de dama havia… Que raio de vida! Olha a nossa sorte, 2005 heim..?

  2. Lamento confirmar as tuas piores suspeitas mas conhecendo-te (um pouco, pelo menos) sei que te seria algo penoso passar muito tempo sem ouvir aquele barulhinho bom do dedilhar nas teclas do mac…e como viver sem descobrir, explorar e esmiuçar até que os olhos nos doam?…

  3. Oh triste vida! Conhecer aquele mulato bem dotado foi, primeiro, uma curiosidade, depois aquela surpresa… uau! era enorme. Mais adiante, vamos provar e… aquela sensação de preenchimento pleno. Finalmente o estrago; agora tenho que usar fraldas pois perdi toda a sensibilidade em minha genitália. Que vida!

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