Se, se, se…

“Se me perguntam se eu soube? Claro que soube. Se me perguntam se eu tive uma opinião diferente? Tive uma opinião diferente. Se me perguntam se eu alertei? Alertei. Se me perguntam se eu defendi que havia outros caminhos? Defendi. Se me perguntam se eu bloquei a decisão? Não bloqueei”. (Paulo Portas, 16 de Setembro de 2012).

E se te perguntarem se não tens vergonha, o que é que respondes? Que nunca a tiveste?

13 thoughts on “Se, se, se…”

  1. O Balão e o Alfinete

    Quase houve uma alfinetada quando o Guterres fugiu.

    O Durão tambem se acobardou e não furou o Balão.

    Santana nem teve tempo com o pontapé de Sampaio.

    O Balão foi mais cheio com Sócrates,

    Passos tem o Balão numa mão e o alfinete na outra, mas não o deixam rebentar a porra do balão.

    Quanto mais tarde pior!

  2. Se saíres do governo perdes a imunidade? Se perderes a imunidade estás frito com a história dos submarinos? Se não és parvo porque queres fazer dos outros parvos? Se não és parvo serás apenas um completo desavergonhado?

  3. Portas, a ver a nau a afundar-se e a deixar-se ir ao fundo, já com colete salva-vidas vestido e gritando: – Depois não digam que eu não avisei?
    Espero que as famílias dos afogados se empoleirem em cima e não o deixem vir à tona.

  4. Vergonha?
    Se ele tivesse vergonha nunca tinha “entrado” na política, depois de, nos tempos do Independente, ter jurado a pés juntos que nunca haveria de ser político.
    Se ele tivesse vergonha não tinha espetado a faca nas costas a quem lhe deu a mão e o levou para o CDS.
    Se ele tivesse vergonha não tinha escorraçado do CDS alguns históricos do partido, rodeando-se duma matilha de “fiéis” cães de fila lambe-botas, que, a seu mando, vão fazendo o trabalho sujo (por ex. o que fizeram a Maria José Nogueira Pinto).
    Se ele tivesse vergonha não teria feito as muitas canalhices e traições que fez, e continua a fazer, desde que “virou político”.
    Se ele tivesse vergonha … … esse cabrão sabe lá o que é a vergonha

  5. ainda vai ser o herói nacional que evitou o imbróglio tsu, branqueou as contas do governo e legitimou o resto da austeridade que vamos engolir. fica assim e não se fala mais nisso. vai ter piada o novo acordão.

  6. oh rústico! esqueceste o teu tio cavaco que andou a encher balões de merda para os outros rebentarem e agora está escondido em belém com medo que lhe rebentem em cima.

  7. oh ignaztico, o nosso tio cavaco continuou a rechear os balões que já vinham sendo recheados desde o dia 26 de Abril.

    Portanto imagina a merda que vai saltar para a atmosfera quando aquilo fôr pelos ares!

  8. nosso… uma porra podes ficar com tudo, tio, balões e merda. logo vi que eras nostálgico dos 25 tostões de portagem e 6horas lisboa-porto.

  9. nosso…até sou nostálgico do tempo em que não havia necessidade de bombeiros nem helicópteros para apagar incêndios.

    Até tenho saudades do tempo em que não havia estádios de futebol cobertos.

    Até sinto nostalgia de quando não havia duas autoestradas Lisboa-Porto com 50 metros de largura em expropriações cada uma.

    E, agora que temos uma carroça puxada por três cavalos, troika, vinda de Berlim, tenho saudades do tempo em que a carroça era puxada por um só cavalo, que veio de santacomba.

  10. O Rural é um fôfo.

    Mas, dando-lhe razão, eu também tenho saudades do tempo em que os Estados ainda tentavam controlar o poder financeiro.

    Depois disso, o balão encheu, encheu, e veio alguém, e puff, rebentaram a porra do balão.

    Agora, ou melhor, desde 2008, andamos a ajudar a encher o balão. E ele há-de encher, encher, e depois puff, irá rebentar novamente.

    Entretanto, ficámos sem SNS, sem reforma, sem emprego, sem direitos e sem educação. E puff, fica o Rural todo contente.

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