Dois aldrabões compulsivos

No momento em que escrevi esta carta, em 5 de Novembro de 2008, não tinha quaisquer acções ligadas ao Banco Português de Negócios (BPN). Aliás nunca tive, em qualquer momento, acções do BPN. Equivocadamente escrevi então que nunca tinha tido acções da Sociedade Lusa de Negócios (SLN). É bom sublinhar que este é o único ponto da minha carta em que existe uma incorrecção factual”.

(Do comunicado de Rui Machete divulgado ontem).

Isto é, o mangas confessa que mentiu ao parlamento, chamando “incorrecção factual” à mentira, mas continua a querer gozar com a malta. Afirma que se trata de um equívoco, pois o que queria dizer era que nunca teve acções do BPN.

Pois não. Nem nenhum indivíduo teve tais acções, porque o BPN, como Machete está fartinho de saber, era detido a 100% pela SLN.

Ou seja, para justificar a mentira, Machete vem agora com outra história da carochinha.

Uma particularidade desta história bufa é que ela se assemelha muito a outra, protagonizada por Cavaco em 23 de Novembro de 2008, no célebre comunicado em que declarou que nunca comprou nem vendeu nada ao BPN.

Pois não. Cavaco comprou e vendeu acções à SLN, única detentora do capital do BPN…

5 thoughts on “Dois aldrabões compulsivos”

  1. Palavras para quê?São farinha do mesmo saco!

    Já Agora,Há Aí Mais Uns Quantos Manganões e Manganonas, Elementos Da Mesma Pandilha,Prontinhos Para Um Picadinho Bolonhês, Polvilhado Com Salsinha Fresca, Um Toque de Coentros e Com Direito A Arroto Final.

  2. o arremedo só se lembrou agora da carta enviada ao fazenda, na altura andava mais preocupado com as inconstâncias do processo e derrube do governo xuxa. já agora, se o bloco não perguntou nada a ninguém, porque é que o man cheta andou no epistolanço com o tijolo de gauche? acho qu’esta merda tá mal contada dos 2 lados, ambas as faces do disco estão riscadas e andam a mangar com o estimado ouvinte.

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