Uma Aspirina para os pobres refugiados

Dos destroços do De Vagares, acabámos de resgatar duas pobres criaturas, oferecendo-lhes pernoita, uma sopita quente e exemplares do último disco da Marina Mota.
Fica assim explicada a ruidosa presença deste senhor por aqui. E ainda aguardamos que o outro refugiado se manifeste, assim lhe passe o trauma do naufrágio.
Peço desculpa por não ter anunciado a coisa com as trombetas exigidas pelo protocolo deste blogue (que, segundo um comentador, “ainda cheira a Daniel Oliveira” e de acordo com outro goza da supina glória de ser um dos “blogues emblemáticos de Daniel Oliveira”) mas estava em reunião com o camarada Guterres a negociar as contrapartidas.
Novos amiguinhos de folguedos: portem-se bem, não exibam as partes pudendas em público e não atirem cocó aos visitantes. De resto, estejam à vontade.

4 thoughts on “Uma Aspirina para os pobres refugiados”

  1. Não fui informado de nada. Lembro que é necessário proceder para efeitos estatísticos ao preenchimento do formulário UNRHC.200B (em três vias, uma cópia para Nova Iorque, outra para Genebra e uma terceira para o Padre Melícias) sempre que se recolhem refugiados. O não preenchimento destes formulários é cominado com sanções eventualmente a aplicar pelo conselho de segurança (embora adivinhe que o meu caro amigo talvez consiga beneficiar do veto da China e da Rússia)

  2. Não fui informado de nada. Lembro que é necessário proceder para efeitos estatísticos ao preenchimento do formulário UNRHC.200B (em três vias, uma cópia para Nova Iorque, outra para Genebra e uma terceira para o Padre Melícias) sempre que se recolhem refugiados. O não preenchimento destes formulários é cominado com sanções eventualmente a aplicar pelo conselho de segurança (embora adivinhe que o meu caro amigo talvez consiga beneficiar do veto da China e da Rússia)

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