Sem acentos

Depois de entregar, no aeroporto das “baratas”, quinze bloquistas, para seguirem viagem para o Sahara Ocidental. Encontro-me no meio de Madrid num meio de um carnaval estranho de um bar alternativo,chamado “Ladinamo”. Está tudo mascarado. Eu “vou à internet”. O computador tem como sistema operativo o Linux, e eu, reformista de MAC, estou longe da vanguarda. Leio com estranheza o texto do Fernando sobre um Joel que nem sequer conheço. O mundo é pequeno e Portugal é minimo. Eu cá, até posso aceitar que o tipo é um excelente pai de família e que tem um canídeo que gosta muito dele. Eu estou farto é de entrevistas em tom de engraxatório e de textos sem raiva, nem nada. Mas ainda bem, Fernando, que tu o adoras. O amor é o sentimento mais belo do mundo.

9 thoughts on “Sem acentos”

  1. Entrevistas “em tom engraxatório”? Tu leste a entrevista dele à Catarina Furtado, ainda na GR?

    Textos “sem raiva”? Mas tu estás a falar do Joel Neto?

  2. Nuno, ninguém (a não ser tu) falou aqui em adoração, menos ainda em amor. Fiquemos pela admiração, ela também um sentimento nobre.

    Apreciação extemporânea, a tua? Claro. Madrid é uma cidade frenética.

  3. Para o senhor Fernando,tudo é acessório. Ele nunca disse isto ou aquilo. Os outros nunca interpretam o essencial.Parece que estamos perante uma linguagem codificada,a que só alguns eleitos tem acesso.

  4. Senhor Sérgio Lima,

    Pelos vistos lê-me com atenção. Mas não a suficiente.

    Não misture tudo, por favor. Uma coisa é um post sugestivo, em que proponho um charada sem propósitos críticos (mas que depois me acabam atribuídos), e coisa bem diferente é ver-se um elogio feito por mim a um jornalista que admiro transformado em prolação irracional. Percebeu agora?

    Não, caro senhor, nem tudo é assim tão acessório.

  5. De facto a subtileza é um bem muito subavaliado neste país. Eu contra mim falo.

    No dia em que o José Mourinho fizer um blog acabam-se estas discussões …

  6. Caro senhor Fernando, ler o que o senhor escreve é sempre um prazer. Quanto à insuficiência da minha atenção,fica a dever-se precisamente,à natureza subtil das suas “maquinações”

    Gosto em lê-lo.

  7. Nuno,

    Espero que os bloquistas tenham sorte, começando pela de serem (terem sido) admitidos. Sou um grande fã de Marrocos. Mas há limites.

    Mantém-nos ao corrente.

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