Vinte Linhas 782

Uma certa memória de um jogo com o Sporting da Covilhã na Lourinhã

Quando agora fui convidado para participar num evento (lançamento de um livro) na Lourinhã lembrei-me dos velhos tempos quando acompanhava como enviado-especial a equipa do Sporting Clube Lourinhanense ao tempo clube-satélite do Sporting Clube de Portugal. Um dos jogos que me ficou na memória foi um Lourinhanense-Sporting da Covilhã disputado no dia 12 de Abril de 1998. Resultado 2-0 para os da casa. Guardo a memória de muitas camionetas com adeptos dos «leões da Serra» e de uma pequena multidão que entrou ordeiramente no campo do Lourinhanense atrás de uma banda de música e de uma gigantesca bandeira do seu clube. Passaram por detrás da baliza e foram colocar-se no lado oposto à tribuna de honra onde eu (e os outros jornalistas) esperava a constituição das equipas fornecida sempre pelo senhor Luciano, o secretário técnico do Clube.

A equipa da casa alinhou com: Nuno Santos; Patacas, Alfredo Bóia, Esteves e Carlos Fernandes; Toni Kakinda, Varão, Assis e Moisés (Javier González aos 81m); Sabugo e Viveros (Nilton aos 87m). O marcador dos dois golos foi Viveros aos 43 e aos 80 minutos. Os cartões amarelos foram para Sabugo, Alfredo Bóia e Carlos Fernandes. Alguns destes jogadores chegaram longe no futebol português (Nuno Santos, Patacas, Carlos Fernandes e Assis, por exemplo) mas não posso deixar de lembrar Toni Kakinda que morreu num acidente de viação, algures em Santiago do Cacém no dia 5 de Junho de 1998. Estava no Lourinhanense para progredir enquanto profissional de futebol, ele que desde os iniciados sempre foi jogador de «leão» ao peito. Nunca esquecerei que em Cantanhede, num Sporting-Porto em juniores, alguém lhe disse depois do 5-0 «Toni não jogas nada!» e ele respondeu: «Tá a brincar, só pode!» E estava.

5 thoughts on “Vinte Linhas 782”

  1. a crónica d’hoje parece a coluna de necrologia da gazeta das caldas em narrativa tipo auto da gnr, sportém vs sportém e lourinhã contra covilhã. um tema apaixonante, sem dúvida, que apresentado com mais ritmo e representado por dois advogados americanos poderia alcandroar-se a um oscar na categoria kramer vs kramer. não acertas um xuto.

  2. ehehehheeheheheheh. Ah granda giroflé!

    «Quando agora fui convidado para participar num evento (lançamento de um livro)»

    ehehhehehe, ó meuzinho, mas quem é que não te convida pá? Todos te combidam, meuzinho, mas prémios e distinções bão todos pró Saramago ( até pra Pilar, ui isso tu não perdoas) e para outros comó miguel estebes cardoso, que o gajo até save usar palvrões com clase, pá, e tu nada. conta aí, existe aí alguma academia na Benedita onde te tenham distinguido, ok meuzinho, já savemos que tás na rebista ler e em tudo o que é jurnaleco de barbeiro, tamém adimito que assim que bais á Benedita o pessoal bai a currer a tucar os sinos e a dizer «bem aíe o dôtore, bem aí o dotore» e lá chegas tu com cara de gajo que bai a recevere o dizimo. BENFIQUISTA!

  3. o lançamento do livro deve ser a nova modalidade introduzida no sportém pelo cristóbão, depois da tranferência bancária lançam livros de cheques na justiça para abafar. penduras-te em tudo a ver se escorrega.

  4. Em primeira mão.
    Após aturadas investigações envolvendo as Secretas consegui saber a razão porque o Xico chumbou na 3ª. classe. Foi por causa desta redação que está arquivada na Direção Escolar da Benedita. Ora aqui vai a redação do Xico no exame da 3ª. classe.

    Escola Primária da Benedita
    Exame da 3ª. Classe
    A redação do Xico que o fez chumbar e ter que repetir a 3ª. Classe – Direção Escolar
    Aqui fica a redação para que não restem dúvidas.

    As rãs
    Eu adoro rãs. As rãs arrotam a noite inteira. As rãs são mais pequenas que as vacas e mais grandes que um pintelho. As rãs não têm pintelhos. As rãs botam os ovos pela paxaxa donde depois saem rãzinhas pequenas. Se as rãs tivessem pintelhos na paxaxa como a Judite, por exemplo, arranhavam os ovinhos que são muito pequenininhos e as rãzinhas que estão lá dentro iam morrer porque entrava água pelas arranhadelas e elas morriam afogadas e porque quando são pequenas não têm patas e não sabem nadar.
    Eu também ainda não tenho pintelhos mas já sei nadar. Também ainda não tenho paxaxa mas um dia vou ter muitas. As rãs são as mulheres dos sapos. Os sapos não têm unhas por isso não podem coçar os tomates. É por isso que eles andam com as pernas abertas a arrastar os tomates que é para os coçar. A Judite também só tem tomates de vez em quando. Já o burro do meu pai tens uns tomates assim, grandes, tão a ver? Grandes comó caraças.
    Os sapos quando se picam nos tomates dão saltos. As rãs também dão saltos, por isso a paxaxa delas está sempre aos saltos. Eu gosto muito de rãs. E gosto muito de sapos. Gosto também de ver as cuecas da Judite quando ela vem de mini-saia e troca as pernas. Foda-se! É cá uma tesão.

    Xico Francisco

    Parecer do júri escolar: – Este Xico mais parece um predador sexual. Possivelmente ainda te iremos ver a comentar jogos de futebol onde entre o Sporten ou o Ózébio.
    Vais chumbado mas não te esqueças de ir ao veterenário pelo menos uma vez por ano, ver se está tudo no lugar.

  5. Ó POETA dA TRETA, o que deve ter pesquisado, pois lendo a coisa, percebi de imediato que a redação devia estar bem escondida. Râs, pachachas, vulgo coninhas, tomates, pintelhos, Ó BADALHOCO DA BENEDITA, pá, pois como querias tu passar a terceira classe, hein? então isso faz-se? Eu logo bi, eu logo bi, seu bácoro, só pensa em entremeios de nalgas, por isso é que tás sempre a falar no guincho, e na judite e no celeiro. E sabes a cumbersa da padeira, safado, és tu juiz social? Pois que ajuizas tu? pá??! Chumbaste, e chumbaste bem, BENFIQUISTA, proibo-te de falar do sportem, pah, tu laba-me essa voca, tu nunca mais me fales do Sportem, pá, bai ler o diario popular pá, ou o século pá, graxista, bai prá rua do arsenal pá, e podes lebar o «o maria deixa-me ir à cozinha cheirar-te o bacalhau», pá, metes a cassete na coisa e toca a circular na rua, quisso dá-te mais pica. TRAMBOLHO.

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