Vinte Linhas 780

Dissertação sobre uma fotografia de Valter Vinagre

A minha terra. Foi preciso chegar a esta idade para me surgir «on line» uma cavalgadura a querer mudar o nome da minha terra. Uma besta quadrada a querer dizer que eu não nasci na terra onde vim ao Mundo. Um badalhoco a querer mudar as minhas referências de origem. Foi neste largo (ao tempo mais pequeno) que dei os primeiros passos em 1952 ainda havia a casa do Zé Rebelo no meio do espaço público e o pelourinho estava em frente à oficina do Zé Latoeiro. Foi neste largo que vi as primeiras festas de Santa Catarina e as primeiras procissões ao som da Filarmónica da minha terra com as suas marchas graves.

Foi neste largo que parti e vi partir nas camionetas de carreira muitos de nós a caminho de Alcobaça, Rio Maior ou Caldas da Rainha, já a pensar na cidade de Lisboa onde acabei por chegar em Setembro de 1966.

Foi neste lugar que durante a recruta em 1972 eu chegava aos domingos às oito da noite para jantar com os meus avós, regressando na «carreira» da noite para as Caldas da Rainha ainda a tempo de chegar ao Regimento antes da meia-noite. Levava pão, vinho, queijo e chouriço – então na caserna o meu armário parecia um mini-mercado.

Foi neste largo que desde 1979 me comecei a despedir dos meus mortos entre o som dos sinos dobrados na torre da igreja e as lágrimas teimosas nos meus olhos. Largo da igreja paroquial, dos cafés, das lojas, dos CTT e do Crédito Agrícola, nele o pelourinho já não tem a importância social de reunir a malta nova ou o grupo dos mais velhos. O café do Garcia tem a Sport TV e toda a gente que não vê em casa vai lá ver os jogos. Ainda é hoje o largo do pelourinho mas há um doente mental «on line» que quer mudar o nome da minha terra.

13 thoughts on “Vinte Linhas 780”

  1. o bronco da benedita acordou esquizofrénico, tu sabes lá onde é que nasceste, se calhar foste apanhado ao visgo e depois enxertado em corno de cabra. gostei bués desse acto carinhoso para com os teus avós, as visitas de fim-de-semana para encher a blusa. foda-se que a família e a santa terrinha só servem para chular, alguma vez levaste alguma coisa para a aldeia? só revistas velhas e restos de colecção das tuas obras completas para embrulhar os xóriços que trazes nos teus raides de abastecimento do armário de stª. catarina, bairro alto.

  2. oh parolo da benedita! já mostraste fotocópias de todo o lixo que tens em casa, mas a certidão de nascimento tá quieto, deves tar com medo que o pessoal descubra que foste raptado em benidorme* e que ainda és tio-avó da maddie.

    * tradução = enquanto dormias na benedita

  3. pelo suor e amparo, deves tu o autor da letra e foste subsídiado por uma seguradora, só pode.

    ORAÇÃO A SANTA CATARINA
    Ó Santa Catarina, que sois a protectora contra os acidentes de trabalho, olhai por mim que estou sujeito diàriamente a inúmeros perigos. Defendei os membros do meu corpo para que eu possa sempre ganhar o pão com o suor do meu rosto, e com a minha saúde perfeita eu seja sempre o amparo da minha família .
    Eu vos peço esta graça, pela intercessão da Virgem Maria e pela protecção de seu Filho, Jesus Cristo.
    Amém.
    Santa Catarina, rogai por nós

    Ler mais: http://paroquiasantacatarina.webnode.com.pt/

  4. eheheheheh, ahahahahahahahah, ó gajo da benedita, ó meu granda cromo, a gente papa-te em um segundo, cagamelo, oube pá, tibe a olhare pra futigrafia, pa, e tu dizes que nascetes naquele largo, que agora aumentou com as chubas.

    Ò pá destes os primeiros passos naquel largo, dizes tu, a gente acreditamos nisso, pá, mas tens de conbir que como és uma mula teimosa olhas só pra frente e num olhas prós lados, não destes pela esquina da igreija e caistes, partistes a cornadura e está explicado a tua ausência de descirnimento entre o bem e o mal. tá esplicado purque chumbastes na tereceira classe, pá.

  5. É pá, ó ratinho “badalhoco”.

    Este gajo é que era o lateiro da recruta que fazia tráfico de enchidos Foi esse o background que o impulsionou ao tirocínio em Salsicheiro da Poesia e Rei do Ego Pneumático que todos conhecemos e estimamos.

  6. Como é possível ?!
    Cada um tem direito a ter a sua Aldeia, até Pessoa, e a ambição de vir a ser cidadão do Mundo.
    Força poeta !
    Jnascimento

  7. E porque não havia de ter meu Caro Joaquim??? Isto é tudo lixo humano, assim como veio há-de ir um dia para o esgoto…

  8. badalhoca é a tua tia, quanto ao prémio sicasal da poesia e literatura poupée michelin estamos d’acordo.
    baiduei oh cimento! ainda estás no algarve a fazer erasmus de cidadão ò a mulher do teu amigo já se fartou de lavar as tuas cuecas?

  9. Ó ZECA pá, e onde era a casa onde tu ias oubir lere as cartas pela Maria judite, ehehehehehe? Oube, a oficina do zé latoeiro tamém tinha lá futugrafias com aquelas gajas todas mamalhudas lá da aldeola assim em cima do burro, oubeacho que debia ser burro, pá, que naqueile sítio num me parece que hubesse hárlei deivideçone.

  10. Ó cimento, oube meu, cidadão do mundo o catano, tenta lá ir ao sitio do cabacu pá, a ber se te deixam entrar sem mais?

    O BRONCO DA BENEDITA, oube, cavalgadura és tu, besta quadrada és tu, badalhoco és tu, bens pra aqui postar retratos de sopeiras e eu que tenho dupla bisão, consigo ber a tua saliba ao lado, pá, querias ber as cuecas da judite, mas so bias cuecas na ribeira a ser labadas, e a corar, que aquela tarampa taba toda encardida e tinha que apanhar o sol de Deus nosso Senhor Pai Santo, que tá a olhar pra todos nós, mas olha que tu estás sob a mira dele, porque estás sempre a cometer três grandes pecados mortais, a saber, a gula, a inbeja e a baidade, e a maledicência tamém.
    Ó pá já enterraste gente olha eu tamém, e digo-te, o meu avô não é torto e lixo és tu mais a pata que te pos cá fora, bê lá se gostas. aqueles a quem chamas lixo, dão-te no tÓtiço, gozam-te com classe pá, e ainda se riem a bandeiras despregadas, cum catano, já gastei a merda do soalho de tanto me rebolar. Ó meu cavalgadura atão tu chamas lixo humano a quem te tenta abrir os olhos e escreves um post a responder-lhes? Ó pá, então tens estado a ler-nos e rebentas, ora se rebentas é porque te atingem, se te atingem é porque é berdade o que te dizem, pois só reage aquele a quem dói, é ou não é, ó besta quadrada, pah?!

    Falas em lágriamas teimosas, eu diria de crocodilo, sabes porquê? porque és insensível, pá, um gajo de lagrimas teimosas não chama nomes aos outros, não se superioriza a quem já te demonstrou que te dão lições de TUDO; pá.
    Para o esgoto bais tu, já lá estás e não te apercebes, pois que queres que se pense de uma sopeira como tu? hein? DOENTE MENTAL és tu, e a prova é que nem sequer te apercebes disso.

    Granda cromo,badalhoco és tu na língua e na alma, és um ESTERCO, mas cumpres o objetibo, diberte-nos.

  11. TÒ mesmo a bere a BENEDITA, donde o BrONCO é natural debe ter dado o nome do ZECA GALHÃO ao largo onde o gajo deu os primeiros passsos e partiu o cálcio. Lá no café do sítio debe ser só rebista ler aberta com a poiasia do Bronco, e o gajo debe ser tratado como Senhor Doôtore. Como o tipo é baidoso aceita o epíteto, e ainda lhe debem dar os enchidos da matança do marrano e o gajo toca de enfardar. Cum carassas, este país tá perdido, fogo qualquer pastou de cabras faz poesia a sério e toca gaita de bêssos, pá, não se gaba e bem este pindérico discutir com os outros. Anormal, até publica as fotografias das sopeiras que gostaba de ter papado. BADALHOCO és t,u ó bácoro. Aprende a escrever primeiro, depois arranja a estória e de seguida pá, tenta cativar o leitor. Ó frangueiro, benfiquista, as tua vida não é motivo para ser publicada pá, nem te inspirou a nada, o pessoal agora quer é estórias com raves, pá, cornudos, tás a ber um pouco telenubela, claro hémingueis,Torgas, amados, virgílios e o caraças, são sempre benvindos, mas tu nunca estarias ao nibel deles, ó pá, tu és um abílio, meu um abílio, ora baie ber o significado.

  12. Cada um tem direito a ter a sua Aldeia, até Pessoa… Jnascimento
    Pois tem Jnascimento, pois tem. Mas que tem isso a ver com a publicação dum post a dizer:
    -Olha! Aquela é a aldeia onde eu nasci. Mas isso deverá ser objeto duma crónica? Claro que não. As crónicas deste maduro não têm o mínimo interesse, ou então são de elogio próprio. Elogio devido a quê? A nada, claro e o sr. acha que ele deve vir aqui chatear os outros com merdas que não interessam a ninguém. Pois o sr. é o único a ver o problema por esse ângulo. O sr. parece aquela sujeita que estava a ver os soldados a marcharem na parada e dizia: – Só o meu filho é que que vai com o passo certo, todos os outros vão com o passo trocado.
    Quer dizer: o sr. é o único que aceita as merdas que este gajo debita aqui todos os outros estão errados. Oh Jnascimento tenha tento!

  13. PESSOA, se andasse por cá, morria de riso só de ler as borradas do BRONCO DA BENEDITA. Até parece mal misturar os nomes na mesma linha!

    O gajo simplesmente é um Bronco, chama lixo aos outros, não se cheira a ele próprio, e de tão importante que se acha ( MAS NO QUÊ?) escrreve sobre ele mesmo, e responde ao «Lixo». Ou seja, dando importãncia ao lixo, o gajo vai ao nível daqueles que critica! Logo é tão ou mais lixo que aqueles a quem responde. ÉS umA VIZINHA, pá, alcoviteira, pá, poe-te em forma e aproveita as feiras que estão à porta, cambada!

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