Vinte Linhas 754

Aviso à EMEL – o Joel Neto já não mora no Bairro Alto

Os agentes da EMEL continuam a imobilizar e multar as viaturas de residentes no Bairro Alto com dispositivo EMEL mas estacionadas num espaço que a EMEL considera proibido. É a Travessa de S. Pedro onde existe a todo o seu comprimento um muro do Instituto de S. Pedro de Alcântara. Além de se tratar de um muro sem portas nem janelas, sabe-se que as freiras fazem a sua vida pela Rua Luísa Todi. Só por maldade, estupidez e má-fé a EMEL não considera este espaço do muro para servir de estacionamento. Aqui, onde já existem quatro lugares, poderiam ser atribuídos os oito lugares que nos roubaram com o estaleiro de obras na Travessa da Boa Hora. Quando eu era membro da Assembleia de Freguesia ouvi um pobre dizer, entre a basófia e a burrice, que estes oito lugares punham em causa a segurança do Bairro. A referência ao Joel Neto tem a ver com ele ter tido a coragem de, num artigo no Diário de Notícias, colocar o dedo na ferida e, depois de saberem que ele morava na Travessa de São Pedro, este arruamento passou a sofrer, por parte da EMEL, repetidas expedições punitivas. Como ainda não sabem que ele, cansado de viver aqui, cansado das multas, se foi embora para outro bairro da cidade, aqui estou eu a dar a novidade. E já agora um pedido: deixem-nos em paz, preocupem-se antes com quem, como ontem deixou entre as 22 horas e as 24 horas um automóvel a impedir a saída do Bairro Alto, bastaria uma ambulância querer passar para a Rua da Rosa e já não podia. Isso é que é importante como seria importante a EMEL juntar-se à Junta de Freguesia e à AMBA para discutir, rua a rua, travessa a travessa, todo o trânsito do Bairro Alto. Para emendarem a burla no documento da EMEL em Novembro de 2002: «Os moradores poderão estacionar livremente com o uso dos identificadores da EMEL».

24 thoughts on “Vinte Linhas 754”

  1. «Quando eu era membro da Assembleia de Freguesia ouvi um pobre dizer, entre a basófia e a burrice».

    Ó CONAMAÍM, para além de seres mal educado e mal formado, és um piroso da bodega, sua criatura purulenta. tu só não tens o título de engenheiro pá ou de doutor, meu cagamelo, porque ainda não descobriste a forma de o fazer. O que é um «pobre»? ò minha besta altaneira, diz lá o que é um «pobre»? referes-te aos que não têm chavo ou aos pobres de espírito? Se te referes ao primeiro, devias lavar a boca e em vez de lhe apontares o dedo, no dia em que o dito, na tua opinião, fez o brilharete, davas-lhe um prato de sopa, meu granda teso! Já que és comuna, dizes tu, partilha atua riqueza com os pobres, ó vândalo, aplica o Marx na sua pureza e pratica o socialismo, pá. Tu que moras nas águas furtadas, falas de preços, andas a vasculhar a padaria da ruela onde moras, fazes odes ás verrugas e chupas os outros, com que direito escreves um parágrafo daqueles?
    Se te referes ao pobre de espírito, tu és um icon da coisa, pá, porque consegues ser mais estulto que os estultos, não produzes, és estéril da cabaça e não deitas uma cá para fora de jeito. Burro, és tu, mais quem te fez as orelhas, pá, tens sarna e sarro nessa boca, sempre a apontar o dedo, sua alcoviteira jarreta. Vai aprender a ser pessoa, ranhoso, e depois, pensa em comunicar com as pessoas, sua criatura do diabo. Ala que se faz tarde.

  2. pelos vistos o diário de notícias servia para resolver os problemas de estacionamento do joel e tu queres fazer o mesmo com o aspina. tás a pensar que os leitores desta porra se vão indignar com falta de amarração para o teu citrohein e que vão fazer uma greve da fome para a porta da emel, só pode. ganha juízo, queres lugar? pagas como os outros ou vende a bagnole, era o que faltava lugar cativo pró poeta da treta. não exiges subsídio de gasóil por serviços prestados à poesia regional da benedita? é pena, acho que a cricas tem verba para apoiar as plantações de nabos.

  3. toma, meu jabardo. Boue mandare o teu iscrito para a Emel, pra te multarem todos os dias. Safado. bem queres ser a padeira de aljuvarrota, nem ajudante de padeiro éze. cum catano.Códrilheira.

  4. oh cromo da benedita! já experimentaste dedicar uma balada das tuas ao director da emel, pode ser que cole e os gajos te ofereçam uma via verde para estacionares no estádio da luz.

  5. Aviso ao ZECA GALÃO

    os poemas da malta são antianalgésicos, piréticos e inflamatórios. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Podes procurar a OLINDA que ela desenha-te um parentesis com olhinhos, tão riquinha.

    Ó pazinha, e já agora, aqui ninguém se responsabiliza pelo uso incorreto dos fármacos que te são generosamente ministrados e dados.

  6. Ó Zeca Galão, pá, CONAMÁIM, pá
    ora aquie baie o «Traquinage» ispressamente albardado pra tie, pá,

    Eu era moço quando fui para Lisboa e tibe que abandonar
    a minha terra natal
    Era rapaz e saí da minha aldeia para enfrentar
    A guerra da nossa capital

    Desde garoto que sou muito baidoso e toda a bida
    Fui teimoso a perseguir um ideal
    De ser uma dia um homem realizado
    com um nome respeitado no portal

    Eh pá! Eu sou um homem feliz!
    Eh pá! Consegui o que eu quis!
    Olha!Estou na rebista Ler
    Fui despedido do sportém
    Chumbei na 3ª classe,
    E fiz palabras cruzadas no diário de notícias

    Olha o meu povo a loubare, a minha
    cuesia em todo o meu país!
    Eh pá! Eu sinto-me feliz!
    Eh pá! Tenho tudo o que eu quis!

    Olha! Olha a malta a cantar, a dançar
    a minha cuesia em todo o meu país!

    Já corri mundo, sempre fui bem recebido, estimado e
    ajudado pelos nossos feirantes
    Eu agradeço ao povo que me dá chupas e quero dar um abraço à
    malta, aos almirantes e aos nascimentos
    E mim mesmo, grande sacrificado,
    sempre fui mal pago mas é esse o meu fado

    E à mulher ao filhos e à família, desculpem a minha
    ignorância, a todos muito obrigado
    Eh pá! Eu sou um homem feliz!
    Eh pá! Consegui o que eu quis!
    ser conhecido em todo o país

    Ovservaçãoe: cuema adulteradoe por mie, da ôtoria du gaju «apitó cumvoio»

  7. Ò cabresto! Eu não chumbei na terceira classe; pelo contrário fiz a terceira, a quarta e a admissão no mesmo ano. Quem tinha chumbo nos cornos era o cabrão que no Montijo me obrigou a entrar para a Escola em Outubro de 1958 com sete anos feitos. Vê lá se percebes de uma vez por todas, não tentes «inverter» as coisas e as realidades. Cabresto!

  8. Ó CONAMAÍM, quereze outra adpataçãoe, é?
    ora toma lá, ó bode da lezíria, é mesmo feitinho à tua medida

    Quando eu nasci a minha mãe não tinha leite
    Fui criado por um bezerro rejeitado
    Mamei em vacas em tudo que tinha peito
    E cresci assim deste jeito
    Fiquei mal habituado

    Hoje sou homem e arranjei uma panelinha
    E passo o dia a mamar
    Nos peitinhos da ceguinha

    Eu gosto de mamar
    Nos peitos da ceguinha
    Eu gosto de mamar
    Nos peitos da ceguinha

    Mamo a hora que eu quero
    Mamo a hora que eu quero.

    Eu gosto de boa comida, boa cama e boa vida
    Gosto de internet, e hoover na cozinha

    Repete refrão

    Do mesmo òtôre de apita o cumvóio.

    Ó besta circular pá, tu é que tens cálcio nessa testa, CÁLCIO pontiagudo, meu, o gajo do montijo tinha neurónios, cheirou-te à distância e chumbou-te, oube, meu ramelas, atãoe, o outro dia era uma gaja que te lixoue, hoje já é um! Safado, mentiroso, se for aos registos, ainda sou capaze dencontráre mais uns chumbos, hein? Safado, marujo de água suja, turba, eras burro como os penedos da serra da estrela, seu comum. eu não inberto nada, meu, eu redijo rialidades, pá, baie rapare os pêlos do ravo, pá, pra te distraires a cossar a tumatêra (pequenina, diga-se) em vez de termos que aturar-te pá. Cavresto éze tu mai quem te feze as urrelhas, pá. BRONCO da Bendita.

  9. Bronco será o teu avô torto, benedita será a tua avó torta, grande animal! Bicho maldito, vê tudo invertido, tudo ao contrário. Fiz as 4 classes em 3 anos de Outubro de 1958 a Julho de 1961. Porcalhão…

  10. Porcalhão és tu, meu granda burro. Tortos sãos teus avós, meu granda chaparro, e por isso, és tu TORTO também, ó verme. Bá, poe as patas no chão que já chega de tármares em homem, pá, chumbaste na 3ª classe, pá, e faço ideia quantos mais chumbos tibeste, ó danado. E a escola comercial, pá? hein, nem acavaste o curso pá, querias era ser dôtôre mas não éze, toma, toma. Bicho maldito éze tu, oube dáze cada couce, pareces uma mula com o embaraço das regras, eheheheheheheh. Baie a cuçare a tomatêra, pá, distrai-te, carago, bronco da benedita, trauliteiro de reposteiro. porco éze tue e mais quem te feze as urrelhas, tás a bere? maldito éze tu tamém.

    bai outra adaptaçãoe do ôtôre apitó cumvóio?
    Toma, pra adurmessereze
    Porcalhão és tu, meu granda burro. Tortos sãos teus avós, meu granda chaparro, e por isso, és tu TORTO também, ó verme de prateleira. Bá, poe as patas no chão que j´achega de tármares em homem, pá, chumbaste na 3º classe, pá, e faço ideia quantos mais chumbos tibeste, ó danado. E a escola comercial, pá? hein, nem acavaste o curso pá, querias era ser dôtôre mas não éze, toma, toma. Bicho maldito éze tu, oube dáze cada couce, pareces uma mula com o embaraço das regras, eheheheheheheh. Baie a cuçare a tomatêra, pá, distrai-te, carago, bronco da benedita, trauliteiro de reposteiro. porco éze tue e mais quem te feze as urrelhas, tás a bere? maldito éze tu tamém.
    bai outra adaptaçãoe do ôtôre apitó cumvóio?
    Rapazes da bidairada
    Oiçam bem cum atenção
    Todos temos o debere
    De xatiare o Zeca Galhão

    É o mais fuleiro do mundo
    Pede a nossa atenção
    Não podemos ser meigos com ele
    Porque é o zeca galhão

    Ele não é nada pra nós
    E não me digam que não
    Temos que o educar
    Ele é o zeca galhão

    Refrão:

    E se o gajo nos arrelia
    Com a sua merdesia,
    Nós pimba, nós pimba

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