Vinte Linhas 744

O tal medicamento é tão maluco como o outro

«Pois eu aqui na aldeia continuo a ler o Aspirina B mas não tenho pachorra para deitar comentários. Agora ler, leio sempre. Acho bem que você não responda mais ao maluco mas este agora, o profeno de qualquer coisa, não lhe fica atrás e é tão maluco como o outro.

Aquela de lhe tentarem chamar benfiquista é mesmo uma alucinação. Ainda me lembro de trabalhar no Pinto de Magalhães, vivia na Calçada de Carriche e muitas vezes nos encontrámos na Alameda das Linhas de Torres, vinha você no autocarro 36 do Rossio para os jogos do seu Sporting no velho peão do Estádio José Alvalade. A sua paixão pelo Sporting, sei bem amigo Zé, é coisa de criança pois já em miúdo em Santa Catarina lia o Jornal do seu Clube na casa dos amigos do seu avô – Josué e Teresa – que eram assinantes. Portanto o tal profeno de qualquer coisa tentar dizer que você é da Benedita é, no mínimo, um delírio.

Mas lembro também outras coisas: quando se reformou em Dezembro de noventa e seis entrou logo para a redacção do Jornal Sporting sem tempo para descansar uns dias. Eu sabia que já desde 1988 o amigo Zé colaborava no jornal do seu Clube e, ao entrara como redactor efectivo, continuou a ser o que já era. Um leão de corpo inteiro.

Só mesmo um grande maluco é que pode tentar chamar benfiquista a um sportinguista cujo sportinguismo nunca escondeu e não deixa dúvidas a ninguém. Quanto à Benedita em vez de Santa Catarina, além de serem concelhos diferentes, Alcobaça e Caldas da Rainha, o tamanho da mentira é proporcional à diferença de côr clubista. Há coisas que não se podem explicar porque são mesmo uma maluqueira. Neste caso – um delírio e uma alucinação».

De uma conversa com o meu amigo Cardoso, algures entre a Sertã e Cardigos.

19 thoughts on “Vinte Linhas 744”

  1. Olinda – o título vem de uma conversa no passado sábado e compara um tal «profeno» com o outro, o maluco original.

  2. pois é linda, os medicamentos analógicos estão a ser substituídos por digitais. não estranhes se te baterem à porta para instalar fibra óptica no olho do cu.

  3. aposto que o parolo da benedita ainda não conseguiu entender o anúncio dos efervescentes, já vai para 2x o descontexto da coisa, mas tamém não é de estranhar num martelador de poesia. com este já lá vão 6 comentários 6, magrinhos mas luzídios.

  4. as grande questões são: quantos livros vendeste até hoje e se alguém lê aquilo que publicas. a melhor maneira que tens arranjado para fugir a estas questões é levantar problemas de eventual sanidade mental de quem te faz as perguntas, desviando as atenções para questões ridículas de registo de nascimento e filiação clubística, saltando fora do problema com a tradicional maioria silênciosa que te apoia mas não quer que se saiba, và-se lá saber porquê. o que escreves acima é um acto de indigência mental e um tratado de parvoeira a toda a prova. escusas de mandar abraços ou fazer postes a agradecer.

  5. Olinda – o mais engraçado é que fomos da Sertã a Cardigos à procura do Festival da Lampreia mas acabámos por comer o almoço num restaurante de Envendos cujo nome é igual ao do meu amigo (Cardoso). Uma maravilha.

  6. Então ser lagarto ou lampião é alguma coisa importante?
    Vai bordamerda mais o sporting e não digas a ninguém que és maluco da bola. No século XXI ainda haver gente desta é que me admira e não a dinheirama que gastaste para comer essa merda da lampreia. És sortudo e devias dar graças ao Passos por te manter a massa para essas coboiadas que ainda fazes. Isso sim é que é importante. Gente, crianças com fome e tu a gastares à labúrdia. Chega-lhe mais oh Passos que ele ainda mexe.

  7. o saloio da benedita gaba-se de almoçar lampereira e vem para aqui arrotar postas de merda. deves ter comido caldeirada de enguias, vivas e pelo cu acima, para estares tão feliz e compartilhares esse momento com a bécula da fibra óptica.

  8. É pá tu de «estúpido» não tens nada, tu és mesmo um cabresto perdido na charneca e nunca vais deixar de ser. Tu és tão maluco como os outros ao vires falar do passos perdidos: não lhe devo nada nem a ti e trabalho desde 1966. Vai-te encher de moscas, cabresto!

  9. Ó benfiquista, a tua mãe pá. pariu-te na peixaria da benedita, não estava à ispera e quando largou o peido, vieste atraze. a merda enformou-te o cerebro de furmiga, minha caracoleta ordinária e por isso está sempre gravido de nojeira assassina das letras. Ó bode reles, s etu fosses inteligente no mínimo, perceberias, meu granda esterco que te gozam até não se poder mais e és tão fora de uso, pá, que te dáze ao lucho de iscreveres sobre mim e o anónimo. Ópa, eu hoje andei o dia todo de caganeira, por causa dos grelos de nabo que cumi esparregado, se tapanhasse ao pé, eu garanto-te que te escanacarva a boca, punha o meu real cu nessa bicanca e descarregava os meus reas dejectos nessa guela de bimbo da bendita. tás todo mordido por não teres tumates pra respondere pá, a quem nem siquere ça dá ao travalho discrevere curectamente pra ti. lembras as morcelas mal enchidas ou melhore pá, as farinheiras arrebentadas. pega no gajo das caldas, bate com ele num embondeiro, mas num te preocupes kessa merda tá seca e num tens que labares as manapulas.
    BEnFIQUISTA, laba a voca antes de falares do sportem pá, o sá pinto é que te debia apanhare como jugador e dar-te uma pantufada nessa abertura que tense na cara e mostra uns quantos dentes podres. BENFIQUISTA. EVARISTO. Bai a travalhare pá, poe zinco nas águas fortadas, prá hoover num apanhare humidade pá e compra um penso higiénico, que tu debes ter período contínuo pá, fogo, cada bosta de merda que te sai desses calcios pontiagudos que te saem da testa. isprimenta um cabresto novo, pá,

    ui, ui, ui
    meteramse comigo
    sou o jusé francisco
    não tenho um unico amigo

    só penso na areia do ginchu
    faço odes a´s verrugas,
    bem quero espirrar~
    mas falta-me o esgincho

    sou benfiquista de gema
    benfiquista ferranhu
    temo em falr do sportem
    mas é da lingua que tenhu

    cavador de palavras, sachas cada merda, que o meu real cagalhão nessa tua prosápia de palhaço, é mal empregue, ma stoma o peido da praxe, e snifa-o como manda a etiqueta à la bobone.

  10. Esta gente há muito que passa todas as marcas.

    Porque razão, JCF, te sujeitas a ouvir todos estes insultos? Isto não é liberdade, é exactamente o contrário.

    Quem não sabe estar nesta coisa dos blogues só tem de ser tratado como lixo. Pelo que nem sequer deviam ver os comentários publicados.

  11. cala a boca evaristo. Se persistes na crítica supra, meu, ora analisa lá, desde o começo, e chegarás à conclusão sobre quem primeiro iniciou a saga dos insultos. Se alardeias moralidade, lê kant primeiro, para não escreveres disparates. E já agora, vai chamar «gente» à «tua» gente.
    vê lá se queres um verso, para além do clássico «Ó Evaristo, tens cá disto»?

  12. Ó Evaristo, o lixo de facto trata-se, mas começa pela trampinha que o teu clonezinho faz, e depois continua contigo. Se quiseres endereços de contentores é só dizeres.

  13. Quem és tu para mandar calar quem quer que seja?

    Cobardes como tu nunca me condicionaram, ainda menos “travestis manhosos”, que nem sequer sabem andar de salto baixo, quanto mais alto.

    Não passas de um ignorante baixo, ordinário e atrevido, por isso é que falas de Kant e de outras coisas que desconheces.

    Ficas muito ofendido, mas nem para cabresto prestas. E cheiras tão mal!

  14. ó evaristo, meu carrapato, cabresto tens tu nessa cabeçorra, de onde só jorra asnedo. Deves ser o puéta da treta, volta lá prás águas furtadas, vai regar os jarros e os brincos de princesa, ou então agarra na mangueira e vai lavar o citrohein, meu cagalhito. Kant, pá, se fosse vivo mandava-te ir à merda, em nome do respeito pelo dever absoluto. CAGÃO.

    Ó Evaristo tens cá disto, mas não olhes pra baixo, pá, que nada encontras. Contenta-te com a caneca das caldas, granda marrano.
    Toma lá mais um peido, que a caganeira ainda não acabou, e snifa-o que as minhas expulsões são de qualidade.

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