Vinte Linhas 658

Quantos pobres são precisos para produzir um rico?

O falatório feito aqui em Portugal (e não só) a propósito dos ricos e dos pobres tem dado origem a uma série de disparates. Um dos ricos de Portugal apareceu a dizer que é um «trabalhador». Desceu ao nível da anedota sobretudo para os que, como eu, ouviram alguns clientes do Banco desabafar como é que, em pleno PREC, foi construído o chamado «império da cortiça» entre as Unidades Colectivas de Produção do Alentejo e as fábricas de Santa Maria de Lamas.

Vejamos as palavras de Almeida Garrett em «Viagens na minha terra»: «E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa; á desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?»

Mas no livro «Levantado do chão» de José Saramago aparece «infância» em vez de infâmia. Ainda há pouco tempo o editor Cruz Santos do Porto fez uma cuidada edição deste livro com caixa e tudo mas a gralha permanece. Não são apenas as dedicatórias que saltaram por uma espécie de gripe espanhola; foi a gralha que permaneceu ao longo de dezenas de anos e de muitas edições.

Outra gralha muito curiosa (e teimosa, já agora) é a que diz respeito ao livro «Viagem a Portugal» do mesmo José Saramago. Na página 252 da edição (sem fotografias) do Círculo de Leitores lá vem «Assim mais confortavelmente se visitará a cidade, não o Museu de São João de Alpalhão, hoje fechado». É um erro crasso, o nome correcto é Alporão por causa da porta das muralhas de Santarém com esse nome.

34 thoughts on “Vinte Linhas 658”

  1. E não falta uma vírgula na página 253 do livro?
    Perdeste mais uma ocasião de estares calado. Ainda se ao menos contasses direitinho essa história das UCPs e da Corticeira Amorim… Mas não, ficaste pelo ódio velho.

  2. É pá, vai bugiar. Já cá faltava o ódio de estimação ao nosso Nobel. Há quanto tempo não falavas nas dedicatórias, pá? A gralha que continua nas reedições já te deu para quantos posts, meu? Este é mais um. Estás completamente chéché, caraças! Nem te lembras do que escreves, mas lembram-se os leitores, tal como eu estou lembrado. Muda o disco. Acabas por meter nojo, um verdadeiro vómito por seres tão mal-formado, por vomitares tanta inveja a quem só se enganou ao escrever o teu nome na dedicatória que te escreveu um dia num livro. És bera, pá, és mesquinho. Não te sai da tola essa raiva ao Saramago. Para ele, tu não existias, meu. Deixa o homem descansar em paz. Tu que escreves tanta asneirada, que tens gralhas em cada post, que metes os pés pelas mãos, que te enganas em cada explicação que dás, tens o descaramento de vir aqui criticar insignificâncias??? A tua cultura é a cultura das enciclopédia e dos dicionários. As datas, em ti, são uma anedota e uma obsessão. Já te disse para te tratares, pá! O pior, é que consegues que perca tempo contigo. Fico tão indignado que só me dá para comentar as tuas asneiras. E olha que nunca consigo dizer tudo. Para usar a tua linguagem, és um sacana da pior espécie. Um nabo que tem vivido à conta de expedientes, e a viver bem, nota-se. E vens falar de pobres??? Além disso, deves estar à espera, mais uma vez, das benesses do Partido. Tens comido à conta e queres lá tu bem saber é dos pobres. Titulo odioso e com a foto do Saramago. É ele o rico que o título insinua sorrateiramente? És um verme mal-cheiroso, um monte de merda, um desgraçado que se não fossem os comentadores como eu e outros não tinhas ninguém a comentar os teus posts. Quanto muito, tinhas dois ou três dos teus amigos aqui na caixa. Aliás, se eles forem minimamente inteligentes, vêm bem o velho invejoso e diabólico que tu és.

  3. «(…) «Viagem a Portugal» do mesmo José Saramago», escreves tu, com um desprezo total pelo nosso Nobel, que toca as raias da loucura. Faltou-me referir este teu ódio ao homem e escritor que tanto invejas. Nota-se à distância esta tua raiva que nem te dás ao trabalho de disfarçar. Farsola da treta! Acredita que me faltam as palavras para descrever a pessoa que tão despudoradamente mostras ser…

  4. Desculpa lá, mas esta obsessão tua soa mesmo a despeito e delírio.
    Ok, já percebemos que há uma ou duas gralhas que persistem na obra de Saramago, mas é doentio vires para aqui insistentemente repetir a mesma ladaínha, a propósito das coisas mais absurdas.
    Tu fazes uns raciocínios e dás umas voltas para falares das tuas pancadas que até arrepia. Tanto pegas no Mingus para falar do D. Fuas, como pegas no «falatório … a propósito dos ricos e dos pobres» para repetires um assunto que está mais que gasto.
    Tu que gostas tanto de vir aqui apontar erros e falhas dos teus camaradas jornalistas, devias pensar duas vezes antes de postar aqui estas coisas.
    E agradeço que não me confundas com outros que vêm aqui despejar a sua raiva para cima de ti de forma desbragada.

  5. “E agradeço que não me confundas com outros que vêm aqui despejar a sua raiva para cima de ti de forma desbragada.”

    oh amigo! não estou a gostar da rotulagem, da região demarcada e dessas afirmações de casta superior. tá bom de ver quem é despeja raiva e quem se diverte à custa das frustrações do xico-esperto doutorado pela c.m.a.

  6. Vai chamar chico-esperto ao teu avô torto, grande palhaço! Não me tentes atacar como se eu fosse a CMA, vai dar uma curva, trambolho!

  7. A bem “dezer” também não vou muito à bola com esse tal de Saramago. Não é por nada mas desde que andei numa manif frente ao Diário de Notícias onde o “democrata” Saramago saneou duma assentada 24 jornalistas, por motivos políticos, que o pus com dono.
    A partir daí pus o sujeito de parte e tanto me faz que ele tenha escrito não sei quantos livros (que nunca li nem lerei, não dou pérolas a porcos), tenha recebido prémios, tenha ido viver para o estrangeiro por estar farto deste país que isso passa-me perfeitamente ao lado.
    Aliás, eu conheço perfeitamente estes comunas que quando pobres são os maiores amigalhaços dos pobres (amigos mas de longe, porque são de outra casta) e quando chegam a ricos estão-se perfeitamente marimbando para eles.
    Um caso que também trago atravessado e é idêntico a este é o de Jorge Amado. O homem cantou loas ao comunismo quando era pobre, e ainda pouco ganhava como escritor, foi à URSS, de que disse maravilhas, escreveu um livro contando como o Cunhal que a URSS era o sol da terra, andei eu a correr riscos por causa dele, comprando às escondidas os Subterrâneos da Liberdade e outras preciosidades que estavam proibidas em Portugal e quando o sujeito, já rico resolve casar a filha vem à Europa e compra tudo do bom e do melhor. Vai à Madeira comprar bordados, a Limoges comprar preciosidades, corre a Europa comprando tudo quanto é bom e está-se nessa altura perfeitamente borrifando para o comunismo e para os pobres. Gastava à vara larga.
    É assim essa gente. Esquerdalhos, quem os não conhece? O Pachecóvio (MRPP), o Barroso (idem, idem, aspas, aspas), a Zita Seabra (ex-PC e à procura de tacho no PPD), o Acácio Berreiros (ex-UDP, e também procurando a manjedoura no PS), enfim, um nunca mais acabar de amigalhaços da pobreza.
    Estes Saramagos quando chegam lá a cima também se estão nas tintas para os pobres. Aliás, nunca quiseram saber deles. Apenas se serviam deles para sua promoção pessoal.
    Posso contar centenas de histórias de sujeitos como estes.

  8. porra! tanto fel logo de manhã, deve ser ressaca de algum sarau literário organizado pelo clube dos amigos disney, núcleo franca de xira, pago por uma autarquia da outra banda. mais um dia de violência doméstica, amanhã a dona francisca anda de rayban xxl, ainda a confundem com um ex-soldador da lisnave.

  9. tamém não vou à bola com o belarmino, mas não compensa a chatice de preterir o continente. faz como eu, cada vez que lá vou arranco-lhe uma página e sinto-me vingado.

  10. Não se trata de fel. Cada um sente como entende. Uns perdoam, outros não. Uns esquecem, outros não.
    No meu caso particular não quero nenhum mal a essa gente. Que a terra lhes seja leve como os Himalaias.
    Por exemplo, no caso do Jorge Amado em que andei a comprar os 3 volumes dos Subterrâneos da Liberdade que é um hino aos comunistas. Leio aquilo de fio a pavio e acredito no escritor, tanto mais que ele tinha visitado a URSS. Depois vamos a ver, vem o 25 de Abril, e é tudo ao contrário. Tive um tio que foi à Bulgária antes do 25 de Abril. O homem era comunista. Aquilo eram só maravilhas, só gente a banhar-se nas lamas do báltico. Uma felicidade na terra. Depois do 25 de Abril fui eu próprio à Polónia ainda comunista e à Bulgária também comunista. Já tinha ido à Jugoslávia de Tito.
    Se aquilo era o sol na terra antes quero viver debaixo de chuva.

  11. Independentemente de eu gostar ou não da obra de Saramago (que do homem, deixo isso para a Pilar), há que dizer em abono da verdade que a responsabilidade pela maioria das gralhas (em livros revistas ou jornais) é de muitos (note-se que o termo utilizado é “muitos” e não “todos”) editores, revisores de provas e outros amanuenses da cultura; que bastas vezes se querem guindar à fama e grandeza, embora sem o sacrifício de tentarem dominar o léxico ou em deficiência deste, temperá-lo com uma pitada de cultura geral.

    Um pouco à semelhança dos “analfabetos de pai e mãe” que fazem tradução e legendagem para a televisão.

  12. eu confesso que não percebi o que o cu do Saramago tem que ver com as calças do Amorim e do Garrett e também com as calças do título. é porque se é de miséria que que fala, não tenho as gralhas do Saramago como miseráveis. mas, às tantas, sou eu que estou lenta e entrei no latifúndio alentejano do livro.:-)

  13. Francamente, a tolice deste “vinte linhas 658” não é digna deste blogue. A paranóia anti-Saramago de JCF é idêntica à paranóia anti-Sócrates de muitos comentadores da comunicação social. Porquê e para quê?

  14. Desta vez a Sinhã acertou na muge com poucas palavras. Disse tudo duma assentada. A mim também me pareceram «três em um»!!!

  15. Sinhã é simples. Fala-se muito de ricos e pobres. Saramago cita Garrett num texto sobre o número de pobres necessários para fabricar um rico. A citação de Garrett em livro de Saramago tem erro crasso (infância por infâmia). Erro crasso e repetido ao longo destes anos todos. A propósito outro erro é o Alpalhão em vez de Alporão na «Viagem a Portugal» que prolonga a homenagem de Saramago a Garrett. Como vês é simples e relevante mas se para ti não é relevante – amigos como dantes.

  16. O «Adolfo» colocou os pontos nos «is». Muitos perdoam mas não esquecem; eu esqueço mas não perdoo. Nem mais nem menos.

  17. “…eu esqueço mas não perdoo.”

    isto quer dizer o quê? que não perdoas aquilo de que te esqueces? tá bem visto, nunca tinha observado a coisa desse lado, só não percebo como é que não te esqueces de perdoar. valha-me santo onoffre, padroeiro dos interruptores.

  18. ouve, Zézinho, para mim não é relevante porque importa-me a mensagem que vem do chão – tal como as searas, as árvores, os homens, os livros e, até, as gralhas. :-)

  19. Sapo Cocas: o meu tio já faleceu há muitos anos. Isto foi antes do 25 de Abril, altura em que meu tio estava emigrado em França. Se ele só andou pela Bulgária ou visitou outros países não me recordo. Sei que me contou maravilhas do que viu e que visitou praias onde as pessoas tomavam banhos de lama como tratamento. Onde foi exatamente não sei porque não fui com ele. Mas tenho uma ideia de ter citado o Báltico. Se mentiu também não sei. Sei isso sim que uma vez já depois do 25 de Abril e tendo regressado a Portugal, ia eu passando à sua porta me chamou e disse: então não queres lá ver estes malandros dos latifundiários que no Alentejo já deixaram de semear 750.000 hectares que estão ao abandono? Tendo-lhe dito se isso não seriam hectares a mais me levou dentro de sua casa, pegou no Diário (que era a bíblia dos comunas) e mostrou-me a manchete da 1ª. página que começou a ler: 75.000 hectares de terrenos abandonados no Alentejo.
    – Desculpa, pá, não são 750.000, são só 75.000.
    Talvez tivesse nessa altura cometido um lapso igual a este ou sou eu que, passado tanto tempo, não as tenho todas na memória.
    Para o caso tanto faz. Citei de cor e posso-me ter enganado no local. Mas isso não é relevante nem tira verdade ao que se pretendeu dizer.
    Está esclarecido ou quer mais informações? Testemunhas não lhas posso arranjar porque não há. Para além de mim quem lhe ouviu estas histórias também já faleceu. Sou o único sobrevivente.

  20. Ainda para o Sapo Cocas: Visitei um site que dizia o seguinte:

    “Bulgária – país saudável
    Para crédito da Bulgária é o clima agradável para a saúde, 378 litoral km de extensão com maravilhosas praias, mais de 530 (!) Minerais termais com composição físico-química diferentes, temperatura e inegáveis propriedades medicinais, dezenas de bacias com a lagoa do tipo lama inundou e turfa depósitos. Com a sua hidrominerais único, variado e abundante, bio-climáticas, a Bulgária lama e thalassotherapeutic e outros recursos está entre os países no topo da lista europeia.”

    Como vê não me equivoquei nem no país nem nas praias, nem nos banhos de lama. Porque citei de memória estava convencido que ele tinha referido o mar Báltico e se calhar citou o mar Morto e o erro é meu. Se tivesse intenção de contar uma história inverídica não me deixaria apanhar nesses pormenores (ter-me-ia certificado do local exato) que para o caso não altera absolutamente nada o que pretendi dizer.
    O que o sr. indelicadamente e de má fé quis insinuar é que eu era aldrabão por me ter equivocado em relação ao local exato onde estavam as praias.
    Não lhe respondo no mesmo tom porque não quero ir tão baixo.

  21. Meu Caro Adolfo não posso deixar de contar esta. Corria o ano de 1974 e no BPA uma operação de 600 mil dólares de uma exportação para a URSS foi tratada com todo o cuidado. Cá o jovem detectou logo um erro crasso: o conhecimento de embarque referia porto de destino «Ventspils» que é no Báltico quando o crédito documentário exigia «any Black Sea Port». Telefonada por mim a discrepância à entidade em causa surge um grito no meu departamento: «O Dr. Câmara Pestana tem o secretário de estado ao telefone!». Fui ao director entregar-lhe o Atlas Escolar que usava e ainda uso. «Para quê?» – gritou o senhor Dinis. «Para explicar a diferença entre Mar Báltico e Mar Negro» – respondi eu. Acabou tudo bem dias depois – o Banco de Moscovo aceitou o erro e pagou.

  22. É pá, ganda Zé!!! Já nessa altura, lá no Banco, eras barra em detectar «erros crassos». O problema é que não consegues detectar os teus, que são mais que crassos. Depois, não me convences que tivesses tido o acto heróico de entrar no gabinete do director do teu Banco para lhe entregares o Atlas Escolar. Chamar analfabeto ao «patrão»? O que tu estavas era bem protegido pelo PCP. Vai daí, o mais certo é teres saneado o director. Tão verdade como eu estar a escrever estas linhas. Corria então o ano de 1974!!! Mesmo no auge!!! Quem não te conhecer, que te compre. Basta ver o teu percurso, vires da santa terrinha parar ao Banco (o que não era para todos!) e depois os dividendos que tens tirado e continuas a tirar das tuas idas, aqui e ali, à conta das Câmaras. Fora o resto, que se adivinha naquilo que escreves…

    Até o Báltico serviu para te colocares em bicos de pés, chiça! E além do Coelho no Prado do Jacinto, continuas a usar o Atlas Escolar? Eu logo vi que a tua doença era crónica, que vinha de criança…

  23. Há um lapso da minha parte, mas vou tentar corrigir. Quando vieste da terrinha parar ao Banco, foi no tempo da «outra senhora». Nessa altura, só com cunhas das boas era possível ser bancário – os ordenados eram bons. Isto quer dizer que viveste à sombra da bananeira e que depois viraste a casaca. Após o 25 de Abril é que começa a tua «maratona», que vai somando até hoje.

  24. Pois jcfrancisco mas no meu caso não ouve confusão. A história tem cerca de 40 anos e não foi escrita nem registada. Fiquei com ela no ouvido. E a ideia que que me ficou foi meu tio ter dito Báltico. Ou foi lapso meu ou dele para o caso pouco interessa. Agora virem-me chamar mentiroso isso deve ser de pessoa que nunca se enganou e pensa ser o Deus na terra. Se queria fazer uma observação pelo fato e queria mostrar a sua elevada sabedoria, te-lo-ia feito de outro modo. Porque, na verdade, não houve nem podia haver (qual o interesse ou vantagem) qualquer interesse em alterar os acontecimentos. Pretendia-se dizer que aquilo não era o sol na terra fosse no Báltico, fosse no mar Morto. Aquele sujeito perdeu uma boa oportunidade de ficar calado.

  25. oh poeta da treta! és o maior, se não fosses tu o camara pereira ainda pensava que o mar estava a fingir de morto para os russos não pagarem.

  26. Ó JCF, não me diga que era o Carlos da Câmara Pestana; o tal que já em 1970 era o braço direito do Cupertino.

    É preciso ter tomates a sério para insultar um gajo desses.

    LoL

  27. oh xico! em 74 os camaradas pagavam com tractores belarus e as comissões para o partido eram cobradas pela empresa comuna que importava essa sucata. não havia cartas de crédito pra ninguém e muito menos dollars.

  28. “…o Banco de Moscovo aceitou o erro e pagou”

    se o crédito documentário pedia any black sea port, o erro é de quem despachou a tralha para ventpils e não do banco de moscovo que óbviamente cagou no assunto.

    oh meu! o pestana e o sec. estado tinham mais que fazer em 1974 do que conferir documentos.

    deve ser um concurso a ver quem mais aldraba.

  29. Ó Morto de Riso, ó grande cavalgadura: notar uma discrepância numa documentação não é insultar ninguém. É saber trabalhar, nada mais. O Dr. Câmara Pestana só aparece aqui porque 600 mil dólares em 1974 era muito dinheiro e entidade em causa pediu ajuda ao secretário de estado do Comércio Externo e este telefonou a quem conhecia no BPA. Confundir isto com insulto é um insulto à nossa inteligência… Com o parvalhão nem perco tempo. Mas não sei se você é também uma face do mesmo. Enfim por enquanto ainda aceito mas não abuse…

  30. oh defunto do siso! se calhar pensas que não topámos que a discrepância eras tu de mapa na mão a explicar ao câmara pestana onde ficava o morto. já agora, a exportação era de quê? em meados de 74 o andava o kalinin a montar a embaixada e as rolhas do amorim eram exportadas através da áustria.

  31. Uma vez que iniciaste as hostilidades, meu grande saco de vento, vou começar por te dar uma pista sobre o futuro próximo.

    Se te deres ao trabalho de pedir ao Valupi que veja o IP do qual estou a comentar (e que vocês tanto se gabam de detectar, como se fosse a descoberta de novos planetas), constatarás que talvez seja melhor refreares esse trapo encharcado que apenas serve para te auto-promover à conta de insignificâncias circunstanciais.

    Já não é a primeira vez que estamos suficientemente perto para que eu possa sentir o odor da tua halitose.

    Não puxes demasiado a linha, pois pode ser que atrás venha algo que não queres pescar. Meu tachista vira-casadas.

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