Vinte Linhas 569

Fernando Salgueiro – Ainda há coisas espantosas na Blogosfera

No passado dia 23-12-2010 enviei ao Valupi com pedido de publicação um poema sobre a Taverna do Manelvina (Cruzes – Salir de Matos – Caldas da Rainha) e para ilustrar o texto enviei uma fotografia a preto e branco do cavaleiro Fernando Salgueiro entrando em praça para tourear. A lógica dessa escolha está no facto de a Taberna (não «tasca» como alguns bandalhos lhe tentaram chamar) estar decorada com motivos característicos das corridas de touros: cabeças de animais, bandarilhas, barretes, coletes, fotografias com gente da festa brava. Mas a escolha não era inocente: há uma relação de parentesco entre a família do cavaleiro Fernando Salgueiro e uma família da Granja Nova que frequenta a Taberna do Manelvina. Isto é um aspecto da questão mas há o negativo: alguns palhaços escreveram coisas miseráveis sobre mim como por exemplo «ele tem almoços garantidos à borla» e «para ele escrever num Blog é um negócio». Mas o vómito dos burros fica com quem o deita pela boca fora.

Mas mudemos de assunto sem mudar de tema.

Espantoso foi o que li hoje (27-12-2010) no Diário de Notícias na página 41: «A antiga ganadeira Maria Manuela Andrade Salgueiro faleceu no passado sábado com 89 anos de idade. Viúva do cavaleiro Fernando Salgueiro, era avó de João Salgueiro e bisavó do jovem João Salgueiro da Costa, também cavaleiros tauromáquicos». Fim de citação.

A fotografia publicada no «aspirinab» em 23-12-2010 foi por mim escolhida numa base de intuição mas acaba por funcionar como homenagem a um cavaleiro de grande categoria e, de forma indirecta mas implícita, à sua viúva D. Manuela Salgueiro.

9 thoughts on “Vinte Linhas 569”

  1. Resolvi transpor para aqui a continuação dos comentários feitos ao post de jcFrancisco «Balada para a Taberna do Manelvina» (a página estava no fim e a «conversa» ficava a meio).
    Afirmei que Ruy Ventura (que não conheço nem à sua obra) tinha um blog onde todos os posts eram de jcFrancisco – até com fotografias do nosso «laureado» (quando se pesquisa temos surpresas). Á minha afirmação, jcFrancisco respondeu: «isso é tudo mentira, eu não sou o Ruy Ventura». Ora, eu não afirmei que ele era, eu disse que naquele blog todos os posts eram dele. Mas já é costume: quando não tem argumentos, o nosso «ilustre poeta», deriva, faz de mouco.
    O comentador «123» escreve: «Ficamos todos, muito pacientemente, à espera que o jcfrancisco venha explicar por a+b, com fotografias e tudo que as palavras «tudo» e «mentira» têm um significado diferente daquele que nós, comentadores ressabiados, grandes palhaços, lixo humano, lhes damos habitualmente».
    Para que não restem dúvidas, dei-me ao trabalho de pesquisar mais uma vez. O blog tinha o nome «Estrada do Alicerce». e durou seis anos. Os textos eram todos do jcFrancisco. O «dono» do blog, Ruy Ventura, informa que «a estrada chegou ao seu destino». Ficou com outros três blogs. Os textos de jcFrancisco desapareceram com a própria «estrada», presumo que apagados. No entanto, no Google é possível localizar alguns. Assim, temos, publicados na «Estrada do Alicerce»: «As palavras em jogo – pelo seu autor José do Carmo Francisco»; «Procissão dos Passos, de Abel Varzim»: «O regicídio visto por Pascoaes» (in Aspirina B) e «Com que então «Digna-se a estar presente» o Nobel» (também publicado no Aspirina). Não procurei mais. Mesmo assim, ainda se consegue ver uma foto de Ruy Ventura com jcFrancisco sentado na sua frente!
    Não é porque o assunto seja importante e eu tenho muito mais que fazer. Mas a desfaçatez de jcfrancisco ao negar o óbvio, traz água no bico. Porque seria que a «estrada chegou ao seu destino» e os textos do «poeta» (talvez centenas) tenham sido apagados? Mistério…Só não queria passar por mentiroso. Mentiroso será aquele que mente…ou desmente uma verdade, como é o caso.

  2. Viva! Neste post temos novos «mimos» do senhor jcFrancisco dirigidos aos seus comentadores: «Bandalhos» e «vómito dos burros»! Lindo e muito edificante!

  3. Grande mentiroso, grande parvalhão – não tenho nenhum blog nem sou o Ruy Ventura, é mentira que os textos sejam todos meus e fui apenas colaborador ocasional do seu Blog mas aviso-te: não te metas com ele que levas uma carga de porrada e no fim nem sabes onde nasceste.

  4. Código Penal
    LIVRO II – Parte especial
    TÍTULO I – Dos crimes contra as pessoas
    CAPÍTULO IV – Dos crimes contra a liberdade pessoal

    ———-

    Artigo 153.º – Ameaça

    1 – Quem ameaçar outra pessoa com a prática de crime contra a vida, a integridade física, a liberdade pessoal, a liberdade e autodeterminação sexual ou bens patrimoniais de considerável valor, de forma adequada a provocar-lhe medo ou inquietação ou a prejudicar a sua liberdade de determinação, é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias.

  5. Caro senhor Bandalho e my Name (presumo que sejam da mesma família)

    venho informá-lo que o senhor JCF apenas avisou.

    mas podemos ir para a “barra” (está no papo), estou a precisar de trabalhar.

  6. Senhor My Name,

    prepare-se para provar que o senhor JCF é o autor do blogue, “Estrada do Alicerce”, caso contrário o feitiço vira-se contra o feiticeiro e todos ficarão a saber que não passa de um mentiroso (acho que já sabem…).

  7. Senhor advogado de defesa, está enganado, não sou da família do senhor bandalho.

    Agora, o coitado do jcFrancisco, que não sabe nem pode descalçar esta bota…faz ameaças! Ao quisto chegou! Pela fotografia em que ele está com o tal Ruy Ventura não me parece que este último tenha grande pujança para «me dar uma carga de porrada», como o jcFrancisco ameaça na sua erudita linguagem. A verdade, verdadinha é que colaborou assiduamente no blog Estrada do Alicerce. Também verdade, verdadinha é que todos os posts dele foram apagados e, repito, terão sido centenas! Ainda repesquei mais estes títulos no Google: «As Filarmónicas perdidas e as lágrimas doiradas pelo Sol»; «Fátima Murta – Quando o poema se confunde com a oração» e «Recuperar a claridade, Poesia de Joaquim Carvalho». Mas encontrei outra coisa bem interessante. No blog «O Fogareiro», pode ler-se: «…José do Carmo Francisco (…) Só agora descobriu «O Fogareiro» e teve a gentileza de me enviar alguns poemas e textos inéditos. Este «cantinho» fica mais rico (…) com tão preciosa colaboração. Obrigado. (MS).» Como se prova, com o jcFrancisco, nem é preciso pedir, interessa é «semear» a sua «obra», que a «poesia» brota nele como a nascente brota da serra. Só tenho uma dúvida: porque será que nega a sua colaboração na «Estrada do Alicerce»?! Porque será que «a estrada chegou ao fim» e todos os seus textos foram apagados pelo Ruy Ventura?! Aliás, nos três blogs deste senhor, nem vestígios de jcFrancisco… Mistério, digo eu…

  8. Advogado de defesa, saíste-me cá um advogado, ouve lá, atenta lá bem no «aviso», porque aquilo é uma ameaça. Mas já que achas que é um aviso, e isso me dá jeito, o Jfrancisco, esse cabeçudo oco, que se ponha a pau que ainda leva um enxerto.Depois vamos ver s ele volta a frequentar a taberna do Minelvirna e a beber copos de três.

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