Vinte Linhas 516

Com que então, entre delírio e alucinação, querias a caderneta militar?

Esta onda suja de disparates que por aqui (aspirinab) chafurdou sete vezes como as ondas do mar (as verdadeiras) a propósito de uma frase minha no «post» dos girassóis abatidos pela CML frente à livraria Fábula Urbis merece uma clarificação.

De facto parece-me ser já da ordem do delírio e da alucinação esta peregrina ideia de alguém (que não conheço nem estou interessado em conhecer) se permitir dizer, mais ou menos isto: já que você diz que tem um louvor na caderneta militar, mostre!

Era o que faltava… Se não acredita passe em frente e esqueça. Eu não deixarei de ser quem sou e o palonço (ou palonça) que se atreveu a refilar não deixará de ser quem é. A vida continua.

Mas se por absurdo eu descesse ao ponto de indicar os nomes, as datas e as circunstâncias do tal louvor na caderneta militar (ou seja conteúdo e autoria, palavras e nome do comandante do regimento) também outro alguém se poderia lembrar de por sua vez perguntar: se você é juiz social desde 1993 diga lá em que juízo e secção trabalha quando participa nas audiências do Tribunal de Menores?

Era o que faltava… Se quer acreditar, muito bem, se não quer, siga o seu caminho mas não aborreça a malta. No espaço da Net existem vários CV meus que se difundiram ainda mais depois de ter participado na Bienal do Livro do Estado do Ceará na cidade de Fortaleza. Então no Brasil e noutros países da América do Sul foi mesmo uma multiplicação. Que cada um trate do seu CV e faça os possíveis por o melhorar e ampliar mas sem atropelar os outros. É esta a minha sugestão. Podem aceitar ou não.

8 thoughts on “Vinte Linhas 516”

  1. Na minha simples opinião, o teu louvor é pura Fabula Bloguis, e, por isso, não há girassol nem alecrim aos molhos que te salve, enquanto não vomitares aqui nesta folha publicitária da tua opera poética e desportiva os termos exactos dessa comentação do comandante do teu regimento de camiões Chaimite.

    Be a man. Não escondas as provas do teu heroísmo.

  2. Daki a pouco aparece aí o julio de matos a dizer ku giroflé sou eue, carago. Resolbam essa pruvlemática. Eue se fosse ao Sr. JCf amostrava o loubor. Carago, quem num debe num teme. Eue posso ber a coisa, que eu fuie à tropa. Se me der o seu número e destacamento, eue faço isso tudo.
    Ó julio anda cá, desapracerste meu granda maluko, andas a chamare nomes às mulheres, tás male, ó cagamelo. Tou-te a ber. Bou-te a descubrir e bais-me ter à perna.

  3. Meu Caro:
    Deixe-os falar e vá-nos dando a sua escrita.
    Já alguém lhe disse que escrita dada é trabalho solidário ?
    Tome lá um abraço.
    Jnascimento

  4. Quanto mais te esquivas em falar sobre o «louvor», mais te enterras. Logo tu, que não perdes ocasião de abrir o leque de pavão. Estranho, não é? Dizes tu, «é passar em frente e esquecer». O teu post, como quase todos, veio servir para deitares mais umas tantas cagadelas: «que és juiz social desde 1993 e que participas nas audiências do Tribunal de Menores»; que «participaste na Bienal do Livro do Estado do Ceará de Fortaleza» e que «a divulgação do teu CV então no Brasil e noutros países da América do Sul foi mesmo uma multiplicação»! Pois, eu lembro-me. Até o Lula numa entrevista falou disso! Por lá toda a gente sabe quem é o Francisquinho, aqui é que não – não fora o Francisquinho, como um burro a zurrar aos quatro ventos, ir dando conta aos leitores do aspirina da sua importância a nível mundial. «Se não fores tu a cuidar de ti, quem cuidará?»
    Be a man. São palavras do giroflé e são as minhas.

    Lembrei-me de falar em ti ao Otelo Saraiva de Carvalho. Deve estar recordado da tua pessoa. «Heróis» como tu, que «arriscaram a pele no 25 de Abril» ficam sempre na nossa memória!

  5. A culpa do JCF vir aqui pavonear-se é dos comentadores aos seus posts. Têm o que merecem. Pode ser difícil ficar calado, mas o silêncio seria mais conveniente.

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