Um livro por semana 130

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«A irresistível voz de Ionatos» de Vítor Oliveira Mateus

A irresistível voz a que se refere o título deste livro é a de Angélica Ionatos que canta a poderosa massa sonora de Mikis Theodorakis e de toda a música popular da Grécia.

O ponto de partida deste livro é a Ilha, seu tempo e seu espaço: «Azul que em azul te desdobras. / Cerco de baías. Moldura de espuma. / De penhascos afagados pelo vento. / É na linha do fogo que te desenho / ò insubmissa de vagas e fulgores! É em ti que me renovo, Cítera, / a dos amores. / E por ti diariamente renasço».

Numa ilha grega o poema revela que o Turismo nada tem a ver com a Poesia: «A mulher da loja em frente traz consigo / algo das antigas deusas. / Reforça a perigosidade dos poetas / sempre a infectar gentes, ilhas, rotas / ancestrais. E que o bem houvera sim / na ditadura dos generais, onde a ordem / fora ordem, sem abcessos a estorvar o destino».

O Turismo é um negócio e por isso o viajante é sempre visto como um invasor: «Nunca soube lançar o pião / como os rapazes do terreiro / entre os contentores: aprendizes / de ladrões, de proxenetas / arrumadores. Nunca soube lançar o pião. Lancei / a minha vida, os meus / anseios. E foi tudo.»

Entre a viagem («a viagem é uma cisão absoluta») e a rotina («com o seu debrum de gangas que nem conheço») o amor é a linha dum rosto e o rumor de uma voz: «Tenho saudades da tua voz / desse rendilhado de sílabas/ a desaguar lento no alvoroço / da tarde. Tenho saudades / da tua boca onde eu – náufrago / de antigas visões – todas / as noites ouvia a límpida melopeia / da ilha».

(Editora: Labirinto, Capa: Manuel Carneiro, Prefácio: Posfácio: Cláudio Neves, Nota de contracapa: Olga Savary)

41 thoughts on “Um livro por semana 130”

  1. É uma chatice. Não vejo nada. Pode ser que haja algo indicado no próprio livro. Paciência. Mas já reparei que há livros que não indicam nada sobre a ilustração. Isso lixa-me completamente.

  2. Eu não conheço o autor. Suponho que é amigo da minha amiga Lídia Martinez, que é poeta, coreógrafa, bailarina, pintora e uma grande estudiosa do mito de Pedro e Inês.
    O Vitor aparece, creio, no “blog” autre-cas.

  3. —- O Professor Joaquim Veríssimo Serrão (Presidente da Academia Portuguesa de História de 1975 a 2006. Catedrático jubilado da Universidade de Lisboa), que redigiu o prefácio do novo livro, adiantou que ficou convencido do argumento apresentado por Manuel Rosa, após ler e reler o seu primeiro livro. “Posso dizer que estou 99 por cento de acordo com os pontos que oferece para o leitor contemplar,” adiantou Serrão.

    Depois do êxito de “O Mistério Colombo Revelado”, Manuel da Silva Rosa oferece ao leitor uma síntese actualizada das suas investigações sobre a portugalidade de Cristóvão Colombo no novo livro COLOMBO PORTUGUÊS – NOVAS REVELAÇÕES. A 1ª edição, lançada em Maio de 2009, esgutou em 2 meses. Uma 2ª edição está a chegar às livrarias.

    O novo livro COLOMBO PORTUGUÊS-NOVAS REVELAÇÔES, Ésquilo, 2009, ( http://esquilo.com/colomboportugues.html ) junta 18 anos de investigação mostrando que Cristóvão Colombo só poderia ter sido um nobre português e filho do Rei Ladislao III que vivia escondido na Madeira desde 1450 com o nome falso de Henrique Alemão. “Já efectuámos análises de ADN com D. Duarte de Bragança e esperamos poder efectuar análises de ADN em breve para poder comprovar estes novos indícios” adiantou o autor.

    —- A historiadora portuguesa Fina D’Armada realçou que o trabalho de Rosa devia ter sido feito pelas universidades portuguesas. “Como Portuguesa e Historiadora, muito obrigado ao Manuel Rosa. O trabalho que aqui demonstra devia ter sido feito pelas nossas Universidades. Acontece que as nossas universidades são conservadoras e para perseguimento de carreiras os mais novos são seguidistas dos mais velhos… vai dar muito trabalho aos historiadores daqui para a frente continuarem a afirmar que era um tecelão genovês sem demonstrarem má fé ou ignorância,” escreveu a historiadora. ( http://esquilo.com/colomboportugues.html )

    —- O Dr. Manuel Luciano da Silva, de Bristol, R.I., que há muitos anos que pesquisa as raízes portuguesas do navegador e também já escreveu um livro sobre o assunto, elogiou a investigação de Rosa. “Ele tem feito um trabalho admirável para divulgar a verdade, que o navegador era 100 por cento português,” salientou Silva. “Tem sido um lutador para trazer a lume a verdade. Só tenho que louvar com muito respeito e entusiasmo o trabalho que tem feito.” Manuel Rosa sublinhou que é difícil contestar a sua teoria porque se baseia em inúmeros documentos.
    ( http://www.zwire.com/site/news.cfm?BRD=2677&dept_id=543384&newsid=20333980&PAG=461&rfi=9 )

    A investigação de Manuel Rosa é cientifica e rigorosa. O primeiro livro de Manuel Rosa continha 650 páginas de documentção e derrubou a tese oficial.
    Este segundo livro é uma sintese daquele com mais factos descobertos nos últimos 3 anos.

    Nos últimos 100 anos mais nenhum historiador tem apresentado nova infromação sobre o descobridor das Américas o que faz deste livro uma obra monumental para entendermos a história mundial. Algumas dessas provas que ele apresenta são que:

    1- A nau Santa Maria nunca afundeou
    2- O nome dele nunca foi Colombo mas sim Colon
    3- Colombo já sabia da existência das terras para onde foi.
    4- Colon nunca viajou em busca da verdadeira India
    5- Colon era muito nobre e muito conhecido em portugal antes de mudar o seu nome e fugir para Espanha
    6- Colon nunca andou perdido mas sim deu informações incorrectas aos Espanhóis
    7- Americo Vespucci trabalhava para Colon
    8- Filipa Moniz esposa de Colon era Comendadora e Membro da Ordem de Santiago
    9- D. João II como Mestre de Santiago tinha que autorizar o seu casamento
    10- Colon foi para Lisboa de Propósito na viagem de regresso para ver D. João II antes de ir para Espanha.
    11- O Conde de Abrantes, o Marquês de Montemor, o Conde de Penamacor e o Mordomo de D. João II eram todos sobrinhso de Filipa Moniz esposa de Colon…
    12- A lingua materna de Colon era o mesmo Português de D. João II….

    Enfim são muitas coisas que não se pode escrever num breve artigo mas estão todas bem explicadas do livro.

    “Entre os livros que não pude ainda preparar para o prelo, deixo uma obra com o título de ‘Cristóvão Colombo de Portugal’ de que pude reunir uma larga cópia de argumentos nos últimos 20 anos. Devo confessar que muito contribuíram para a minha investigação as oportunas pesquisas que Manuel da Silva Rosa teceu acerca do problema do Colombo português. Na paixão sem limites que consagrou à biografia do descobridor do Novo Mundo, esse historiador nascido na ilha do Pico (…) construiu um dos sonhos grandes da sua vida. Quero eu dizer que procedeu ao estudo meticuloso da vida e obra de Colombo (…).” — Joaquim Veríssimo Serrão, no Perfácio.

  4. É pá esta não vem nada a propósito. Está aqui por alma de quem ??? Falem do livro do Victor Mateus…

  5. lá está o JCF com a casa desarrumada, a coçar a barba e a protestar um pouco :)!

    Pois olha que isso do Colombo interessa-me, a Paula Valente deve ter ficado inspirada pelo azul do mar e pimba,

    há dois ou três anos li que uma daquelas espanholas tituladas, já não me lembro se era a duquesa de Alba ou de Medina-Sidonia ou marquesa não-sei-das-quantas, ao consultar a biblioteca da família tinha concluído isso e escrito um livro com o título ‘ele não era nosso’, sobre o Colon. Ela tinha aliás casado com a secretária/documentalista que a tinha ajudado a deixar aquilo arrumado.

  6. A mim também me interessa mas então a senhora (ou menina) devia enviar para o «aspirina genérico» – tou certo ou tou errado, coronê???

  7. (não fiques chateado com essas intrusões fora do baralho, acha-lhes graça, e então agora já fizeste o convite, mas olha nem a mim me tinha ocorrido essa do aspirina genérico; agora chega a altura que eu fico a morrer de saudades dos Açores, mas paciência ando em survival issues que me dá um bocejo até à glote- se fores lá dá um mergulho por mim)

  8. Pois pois também eu morro de saudades dos Açores mas vingo-me (?) com a crónica semanal do «Inter Ilhas», com a colaboração no «Diário Insular» e bebo um «gin de vez em quando no «Peters» ali na EXPO 98. Quem não tem cão caça com gato. Vou muito à Casa dos Açores ali na Rua dos Navegantes…

  9. jcfrancisco, debrucei-me sobre a tua “análise”. Se fosse prof. de Introdução aos Estudos Literários, levavas da minha parte um belíssimo 0/20 ou apenas um 2/20 pela tinta gasta.
    O que é o Turismo? O que isso vem para aqui fazer? O que escreveste não passa de uma interpretação subjectiva, pessoal – só faltam as palas – de obra alheia.
    Será assim tão difícil saber apreciar um poema pelo poema? Sabes detectar a beleza de um fonema, de um sema?

  10. Bom dia! Será que me podem ajudar numa dúvida? Estava precisamente a lidar com essa coisa de semas, o Eco define sema icónico, que se articula para baixo em unidades elementares, sejam figuras, e para cima num sintagma icónico, seja um esquema. Também pode ser um quadro.

    Mas em relação à linguagem verbal já não sei bem o que poderá ser um sema: articula-se para baixo em fonemas e para cima em sintagmas verbais. Mas portanto um sema é uma palavra, proposição ou o poema todo? Palavra creio que não pode ser, mas proposição parece-me que sim.

    E depois ainda há um tal de semema que já não lembro o que é.

  11. “O DIABO” está nas bancas e dedica duas páginas ao nobre português que a História ficou a conhecer como “Cristóvão Colombo”.
    Já que os sacro)Santos pouco falam disto, o Diabo assume, porque a Verdade é tão verdade vinda dos Céus como dos Infernos!
    Não espere que lhe contem: leia mesmo!

    Pedro Laranjeira

  12. Ó Cláudia francamente. Ando desde 1978 a escrever sobre livros na imprensa portuguesa e estou totalmente enganado – tu é que sabes. Queres trocar comigo??? Que pena só agora te ter descoberto. Não te passou pela cabeça que mal ou bem eu tenho o meu método e o meu discurso. SE queres criticar faz melhor mas faz mesmo. OK?

  13. Em 1978, já eu cá andava. Vou fazer um esforço e dedicar-me à crítica. Quero, sem dúvida, fazer melhor do que tu. E vou fazê-lo!

    z, grosso modo, se entrar em detalhes “sema” tem a ver com o campo semântico. Quem é mesmo barra nisso é o João Pedro. Se ele passar por aqui, tenho a certeza que dá uma palavrinha. (Força aí, João Pedro ;-P)

  14. nada de agressividades ó leoa, que magoas o jcf e não é justo, e não esqueças que por detrás do andorinho anda uma reminiscência de pterodactylus,

  15. Sinhã, je t’emmerde. Va prêcher ailleurs.
    z, longe de mim querer magoar a prima donna do Aspirina. Ainda tenho sentimentos! Caramba, o João Pedro ainda não veio fazer a palestra sobre semas e sememas?

  16. em época de emigrantes – fica-te bem esse caganço franciu, claudinha. :-D

    (assim podes escrever, à (e com) vontade, erros.) pppffffffffffff.:-D

  17. JCF

    Estamos no meio de catedráticos sem saber. Aqueles palavrões da Cláudia aprendem-se nos dicionários e nas gramáticas. Eu tenho um glossário de termos da gramática e dos estudos literários quase a meio, quando acabar envio-lhe um exemplar. E depois, enquanto a Cláudia “prêche aux poissons”, V. fica “à la page” e responde-lhe, adequadamente. Vale? Vale.

    PS-Aquela sua resposta, não foi resposta. Eu queria meter-me consigo, por causa da sequência: acaba em Junho, vai de férias em Agosto, manda currículos (não curriculae, porque eu respeito as regras da fonética e da fonologia do portugês e não tenho que estar a fingir que sei latim) em Setembro e em Outubro começa a trabalhar. Achei piada, porque não o posso acompanhar nessa facilidade/felicidade. Abraço.

  18. então mas que se passou aqui? Eu vim cá para ouvir a senhora lá de cima que de manhã era muito bulício, mas agora vou conhecer,

  19. bem me parecia que era speedada, mas gostei,

    agora fiquei baralhado com uma coisa, aquele cheiro de Andaluzia será importado ou autóctone?

    Eu já sabia que quando ouvia um espanhol que não percebia patavina afinal era grego, e que quando via uma ‘espanhola’ com grandes olheiras também é porque era grega (deve ser karma de pitonisa),

    e finalmente quando via um maluco a dançar sózinho no cais à noite entregue ao cantico dos deuses era o Alexis, mas esse fica para amanhã.

  20. Marta,

    Às vezes isto tem piada, porque também tem uma componente de “non sense”. Começa-se a falar de alhos e acaba-se em bugalhos. É um dos fascínios deste novo modo de comunicar.
    E desta vez, tirámos o protagonismo ao VAL, que é o “Papa” da casa.

  21. Não sabia que a Lídia Martinez era isso tudo que M da Mata descreve lá mais a cima: “poeta, coreógrafa, bailarina, pintora e uma grande estudiosa do mito de Pedro e Inês”! Ignorância minha. Conheço a Lídia desde muito jovem e nunca dei por tanta vocação no seu percurso. Mário Martinez, seu pai, fazia bonecos para ilustrar livros de anedotas, talvez fosse um bom pintor, mas ignorado. A mãe bordava quadros a ponto-de-cruz e até fez uma exposição. A Lídia foi muito nova para Paris, casou com um francês, divorciou-se e ficou com dois filhos. Sobreviveu a muito custo com a ajuda dos pais. Sem isso que seria dela? Sempre foi assim e nunca dei porque os seus dotes artísticos a tivessem ajudado a ela e muito menos aos pais. Mas não há dúvida de que tem amigos curiosos, como M da Mata tão pródigo em epítetos. Em Portugal continua a ser tão fácil valorizar (???) as pessoas. Já agora, se não é indiscrição, onde é que Lídia Martinez exerce todas essas actividades artísticas? O título de um livro seu de poesia? Onde expõe a sua pintura? Que me lembre, a Lídia especializou-se em teatro mimo e com cunhas e empenhos de vez em quando dava um saltinho a Portugal para fazer alguns espectáculos na outra-banda (Montijo?). A sua vida não tem sido fácil, tem sido uma rosa com muitos espinhos. Admiro a sua tenacidade só não gosto que não se diga a verdade apenas porque soa bem dizer-se que se é amigo de uma celebridade que não é e nunca o foi, Infelizmente para os pais que muito sofreram e que muito a amaram.

  22. Bem só porque aturou um francês durante algum tempo – já é uma heroína. A palavra chauvinismo nasceu lá – como não podia deixar de ser. Em 1980 estava o Solidariedade a mexer em força na cidade de Gdansk mas o telejornal deles começava sempre com um pequena notícia francesa. Safa, que gentinha…

  23. José do Carmo Francisco não percebeu. Eu não tenho a Lídia Martinez como uma heroína. M da Mata é que a descreve duma forma irreal como grande artista em várias áreas, o que não é verdade, por isso comentei. Tentei corrigir falsas informações que levam a pensar que alguém é aquilo que na realidade não é. Nem sequer o fiz com má intenção, mas sim porque penso que em Portugal continua a ser muito fácil rotular os outros de grandes artistas quando assim não é.

  24. Eu percebi até muito mais do que parece. Até já apresentei um livro em público no salão da Junta de Freguesia de Benfica da autoria da dita senhora. Sei que o senhor «M da M» tem livros publicados na mesma editora e obviamente terá direito a dizer o que disse – também não ofendeu ninguém no seu exagero. Agora eu que os conheço de gingeira (e o M da M também…) mandei a boca do chauvinismo. Uma vez em Badajoz uma francesa (parva até à quinta casa) perdeu-se de três outras pessoas e quando foi encontrada por eles disse: «Vocês perderam-se de mim!»

  25. Zé do Carmo, agradeço este post. Não quero falar de mim nem deste livro, pois isso
    fez a crítica e os mails e cartas que recebi de autores que há muito admiro. Gostaria apenas de dar uma achega ao que tem vindo a ser dito à volta da Lídia Martinez: a primeira intervenção relativa à Lídia tem apenas um “juízo de valor” (refere-se ao ela ser
    uma “grande” estudiosa do tema Pedro-Inês… claro que o “conceito” de grande não é necessariamente sinónimo de “bom”: eu sou um grande – e seguramente mau! – estudioso de Bizâncio, por exemplo), todo o restante comentário está pejado de “juízos de facto”: a Lídia é poeta ( eu tenho dois livros dela!), a Lídia é coreógrafa (ela foi recentemente homenageada num dos Auditórios de Oeiras!), a Lídia é pintora ( as pinturas dela podem ser vistas no seu blogue!), por conseguinte tive alguma dificuldade em entender o debate, nomeadamente frases como: “Em Portugal continua a ser tão fácil valorizar as pessoas..”. Claro que no Brasil, em Espanha, etc., é fácil valorizarem “o produto nacional” (e eu sei do que falo!), aqui não me parece que isso seja verdadeiro:
    até fiquei a saber a história da mãe da Lídia, das vivências em Paris… coisas que, para ser franco, não me interessavam nem me interessam, nem sequer estou seguro que aquilo
    que somos possa integralmente ser explicado, e fundamentado, “apenas” ( ou em grande parte) pela nossa árvore genealógica e/ou pelo conjunto da nossa experiência de vida.
    Para finalizar, quero só dizer que não conheço a Lídia pessoalmente, falei com ela uma vez pelo telefone, “emailamo-nos” raramente, mas tenho por ela uma certa admiração, quanto
    mais não seja porque (eu ainda só li um dos seus livros!) considero o seu livro das Cartas de Pedro e Inês um grande livro. Agora sim, é um juízo de valor! À guisa de adenda, só me resta dizer que o eu considerar “algo” um grande livro, quer dizer muito pouco, pois os juízos de valor são subjectivos e eu apenas tenho trinta e sete anos de ensino de
    questões ligadas à construção, análise e comentário
    de textos, ou seja: o que eu valoro ( e não é aqui o espaço para um debate sobre Estética e Crítica Literária!) tem apenas um valor “para mim”. Abraço.

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