Saudação a Joan Sutherland

O nosso neto comum Thomas Francisco Sutherland está um homenzinho.

Dá gosto vê-lo, garboso, feliz e sorridente na fotografia de final de ano lectivo na Booklands School de Blackheath Park em Londres.

Ao lado de uma das professoras, o seu sorriso luminoso ultrapassa os centímetros quadrados da fotografia. São 30 meninos e meninas da pré-primária e ele está integrado, cria bom ambiente na aula, é bom aluno e bom colega. O relatório final assim o confirma.

Está um homenzinho o nosso neto comum, caríssima Joan Sutherland.

Que pena o outro avô já não estar entre nós. Alistair deveria gostar muito de o ver sorrir na ponta esquerda da fotografia. Do lado oposto está uma menina que também é alta. Em linguagem popular são «dois pares de jarras» embora o correcto fosse «um para de jarras» pois são dois miúdos e não quatro.

É um pouco de nós que se prolonga neste neto comum da fotografia que está um homenzinho. Penso no meu avô que era músico e fazia tonéis, na minha mãe que contava histórias e cantava canções para a mãe do Thomas, penso na vossa gente que veio lá dos frios de Inverness na Escócia para York na Inglaterra, penso numa avó que teimava em ver na escola o hoje avô Alistair de kilt, penso em tudo ao mesmo tempo e não vejo lugar para tanta comoção derramada num texto tão breve.

O nosso neto comum está um homenzinho. O tempo voa. As lágrimas são teimosas.

27 thoughts on “Saudação a Joan Sutherland”

  1. Vá poeta, não seja piegas, o seu neto nem ia gostar.
    Quando os almoços voltarem a funcionar, há-de levar-nos a fotografia de Thomas, para o ajudarmos a escolher uma nova neta para si. Claro que há-de ser a mais alta, a de sorriso mais doce e a mais loirinha, já agora.
    Um abraço
    Jnascimento

  2. «um para de jarras» … ??? … !!!

    deve ser escocês traduzido pelo google.

    atão e o periquito não aparece na fotografia, porra de familia tão disfuncional. tou-ta ver de kilt mais ò clister escocês a fazer trottoir no eduardo vii.

  3. xico, será um dos teus antepassados, um grande charolês da lezíria ribatejana. Vai morrer longe e depressa!

  4. tou na dúvida se a foto é de um palheiro na escócia ou da manor house dos franciscos da benedita. o thomaz que se ponha a pau com o imposto suspensório.

  5. oh jarrão! vens práqui postar merdas familiares que não interessam ao caralho mais novo e ainda és mal educado com os leitores que tentam comentar simpáticamente um assumpto que não vale um peido. já agora fica sabendo que a raça charolesa é francesa e que a raça autóctone do ribatejo é a brava.

  6. Mas olha que tu és manso, um falso manso, daqueles que depois nas largadas saltam das tronqueiras. Vai morrer longe, animal!!! Quanto a peidos tu nem vales nem o peido de um nómada a vender burros na raia!

  7. Dizes que o puto está no canto esquerdo da fotografia, ao lado da professora, que são 30 meninos e meninas, falas na miúda alta… Mas a gente olha e não vê nada. Atão, a verdadeira foto, qué dela?! Agora aquela do «um para de jarras, pois são dois miúdos e não quatro», se não é incómodo, gostava que explicasses. E veio mesmo a calhar teres o Tomás numa escolinha inglesa. Se andasse na pré-primária lá da Benedita, era ó falavas! Tão londrino que tu andas, pá. Nem de encomenda. Ainda bem que tens uma filha emigrante na Inglaterra. Olha se ela tivesse emigrado pró Alentejo?! Um texto que podia tocar a sensibilidade dos teus leitores, acaba por mostrar, como sempre, o teu «complexo de superioridade» e nada mais.

  8. Aproveito para comentar que a tua comadre tem, realmente, uma grande voz. Obrigado, ó anonimo! Zé, pá, tens mais um motivo para outro post: «A Actuação de Joan Sutherland». Que tal?

  9. Avó inglesa, bisavó inglesa do Thomas, então e a avó portuguesa?! Ou será que já não tem? Será que o jcfrancisco é viúvo? Se assim é, as minhas desculpas. Se não é, acho estranho que não compartilhe o neto comum com a «caríssima Joan Sutherland»… É só um reparo.

  10. Também reparei no mesmo que a Maria do Carmo. Qualquer pessoa tem quatro avós. Parece-me indelicado a omissão de um deles.

  11. Já te disse ó burro que não nasci na Benedita, grande cavalgadura! A minha biografia vem no Dicionário de Literatura Jacinto do Prado Coelho. Vai lá ver, ranhoso!

  12. Outra vez o Dicionário do Coelho no Prado do Jacinto, pá?! Tás mal, pior que mal, meu. Já viste quantas vezes te repetes? Quantas vezes te pões a ridículo? Umas aspirinas já não dá. Agora só um internamento num hospital de malucos, tá-se mesmo a ver, ó beneditino!

    Branco: feitas as contas, deve ser isso. Se calhar a avó é da Benedita. Só pode…

  13. ó Branco assim até fico preto, então não percebes ou finges que não percebes? Partindo do princípio que tu és «outro» e não o mesmo trambolho que anda por aqui a provocar miseravelmente, percebe que num texto há o emissor e o destinatário – como o outro avô faleceu, resta a outra avó de York. A avó de Lisboa não entra aqui nem tem que entrar. Isto é fundamental – não perceber isto é não perceber nada…

  14. oh meu! essa do emissor e do destinatário cheira a texto efluente a não ser que queiras mandar a comadre à merda.

  15. A merda é contigo – é o lugar de onde saíste e para onde deves voltar depressa! Vai morrer longe, animal!

  16. oh pá! tu bem tentas insultar mas só consegues ser mal educado. chamar nomes e vociferar uns quantos impropérios são reveladores do mundo taxista que circula nessa mona de bimbo sindicalista comuna. já que não tens inteligência para mais podias ficar pela boa educação, sempre fazias melhor figura.

  17. Para o Branco ser se trata mesmo de «alguém» e já que precisa de saber (se é mesmo alguém) aqui vai – página 360 Dicionário de Literatura Jacinto do Prado Coelho como segue «Francisco, José do Carmo (Santa Catarina, Caldas da Rainha, 1951) Poeta e jornalista.» Anda um maluco a escrever «Benedita» e eu disse para o maluco ir ler ao Dicionário. Só isso.

  18. e o que é que o coelho no prato atesta? agora os diccionários de 5 volumes substituem as juntas de freguesia ou passam certidões profissionais ou de nascimento? poeta e jornalista é pouco, cá pra mim és o napoleão e tens primos naquela casa rosa do gradeamento verde ao fim da av. de roma. continuas um parolo da benedita deslumbrado com a baixa/chiado.

  19. Eu escrevi para o «Branco» e não para ti – és um maluco e não mereces nada. Vai morrer longe, charolês, grande animal! Não respondas por assunto que não são a ti dirigidos, até nisso se prova que és maluco – és um delirante e um alucinado.

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