Raúl Solnado no Doce Real entre o palco e o público

No Doce Real o balcão era o palco. Como numa liturgia teatral, Raul Solnado pedia um garoto e um pastel de nata. Então era como se, de repente, chegassem os bobos e os jograis, os histriões e os segréis para o banquete no Paço da Rainha D. Alice. Como no Renascimento, Raul Solnado fazias mistérios e milagres, transformando um pastel de nata e um garoto num banquete real. Dobrou a esquina a sorrir depois de repetir o adjectivo do costume – apetitosíssimo! Não se despediu porque continua por aqui.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.