Fotojornalismo (sobre foto de Pedro Cruz)

Vi-te sempre entre o campo e as pistas

Mas sem poderes dar largas à emoção

Tens que ser rigoroso no que registas

No rolo onde fica a marca da tua mão

Não tens tempo ou espaço para preparar

Os melhores ângulos para a fotografia

Na breve demora entre a mão e o olhar

Não há tempo para fotografar a alegria

Ou a tristeza que se derrama da derrota

Do clube que tu trazes dentro do peito

No intervalo tu fotografas uma gaivota

Embora saibas que não é esse o preceito

Nem reparaste que eras tu o fotografado

Continuaste com o teu olhar profissional

Estás para além do teu colete numerado

E do espaço dos teus trabalhos no jornal

14 thoughts on “Fotojornalismo (sobre foto de Pedro Cruz)”

  1. Saramago murió con los ojos llenos de un país que no es grande, pero a él le dio vida y a cambio él le fue ofreciendo los libros que escribía.

    Pilar del Río

  2. Isso não é daqui, é um erro crasso a tentativa de enquadrar esta frase neste espaço. O carro do lixo passa dentro de pouco tempo. Ouve-se o barulho da roda grande.

  3. Homessa, homem! Porque há-de passar o carro do lixo? Pois que nos diz a Cláudia que mereça a lixeira? Ai, que essa veia poética está com septicémia, ai está está!

    E o humor? Onde está o humor? A Claúdia tem humor, e o pior é que é mulher e é inteligente, granda chatice, isso dá conta do canastro a muitos. Vinde, vinde homens do lixo e conhecei da polivalência da Claúdia, e sobretudo das mensagens que ela manda mas nem todos atingem.

    Ciao bella

  4. Deixa lá, tou-te a ber, dei-lhe um comentário para o post às moscas e agora já vão em três. Deveria estar agradecido.

  5. Até parece que tu não «enquadras» o que te convém no espaço que queres! A Cláudia está cada vez mais atenta às tuas peneiras; não te poupa, e com imensa graça. Só tu não achas graça nenhuma. E tem montes de razão: tareia daqui, tareia dali, lá vais somando comentários. Se assim não fosse, tinhas a tasca às moscas! E tem cuidado com o carro da roda grande: qualquer dia és tu quem vai no lixo!

  6. Ó gente do aspirina! Internem este gajo com urgência! Já voltou aos ataques de loucura sobre a Isabel e o Saramago!!!

  7. eheheheheeheheh, porra, já me mijo e tudo. Isto sim é que é literatura, da que vem de dentro, das entranhas, sentida, vivida, eheheehehhehehheheh

    Só falta o Sr. Merda lançar a sua doutrina,ehehehhehehehe

  8. A Isabelinha não tinha o encanto da Pilar del Río e admiro o escritor por ter assumindo sem complexos uma relação tão bonita como foi a dele com essa jornalista espanhola.
    Agora, claro, pasme-se, o jcf, esse velho cheio de ateriosclerose, pena com uma dor de cotovelo em relação ao nosso prémio Nobel! Não se lhe vê nem escrita, nem mulher de jeito. Coitado!

  9. Porra,

    As fraldas para incontinentes custam dinheiro, carago, ainda não parei de me mijar de tanto rir, fogo.

    Afinal quem são so enfermeiros de plantão?
    A aspirina não funciona, e o remédio com parapiçamole tamém não está a dar resutados.

  10. Cláudia: antes da deita, ainda vim dar uma espreitadela a este post. Não estou na situação do «tou-te a ber», que nem as fraldas para incontinentes e o remédio lhe valem. Mas que vou para a cama farta de rir, quase até às lágrimas, lá isso, vou. O JCF serve para isto: toda a gente sabe que rir faz bem à saúde, principalmente ao fígado (ou é à visícula?). Enfim, tanto faz. O quimporta é que nos divertimos à fartazana! Hasta la manãna, ninõs! Mas antes, deixa que te diga: a Isabel, quando (muito) mais nova, era bem bonita e de uma finura e elegância notáveis. Ou não fosse ela da «linha» (uma tia!)

    Tou-te a ber: passa a noite sentado na sanita, tripeiro. Mijas para dentro e nem precisas de gastar um cêntimo em fraldas!

  11. Ó tou-te a ler, meu granda nujento,

    Atão, mandas-me assentar o cú na sanita, minha? E depois cumo é que é?

    Eu se tapanho mijo é pra cima da ti, sua cara de nádega furunculosa. E ainda te lambuzo com uns cagalhões bem soltos, pá, ka tu há-des aprendere a num te metere cumigo, carago. Sucialista do carago. Anda cá kê já te digo.

    Já te disse pra mudares o nome, pá, chegas aki e copias-me porra. Vai despiolhar o Valupi, pá, faz como os macacos, à medida que o vais catando, metes na boca, tás a ber.

    Olhó o que habia daparecer por aki, granda nóia. Rapa as pernas, minha, que essa merda debe picar cumó carago.

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