Fala do roupeiro Vítor Sério em 1997

Sou eu que tenho a chave deste espaço
Onde guardo os sonhos mais fagueiros
De quem faz desta equipa um abraço
Num mundo de caminhos traiçoeiros

Nas vitórias o vendaval é de euforia
Nas derrotas chuva de palavras feias
Custam como o duche de água fria
Ao lado das camisolas e das meias

Pela minha parte tenho a psicologia
Do resgate da sua tristeza neste lugar
Lembrando que amanhã é outro dia
E no sábado há outro jogo para jogar

Depois é um quadrado de marmelada
À espera que ele vá activar a insulina
Para que a equipa não fique cansada
E viva os sonhos fechados na cabina

19 thoughts on “Fala do roupeiro Vítor Sério em 1997”

  1. Perante um «poema» destes, o Sporting preferia uma derrota. Se isto é a sério, imagine-se se fosse a brincar!!!

  2. É mesmo isso, Sinhã, encontrei o senhor Victor no Largo da Graça. Esses quadradinhos de marmelada ajudavam a esquecer a fome e o cansaço. Nem mais. Bons tempos…

  3. «Pela minha parte tenho a psicologia»
    Ó pá, ó PÀ, não ofendas o seportingue, pá, tu nem bom és pra estrofes de taberna pá, e esta de tu teres a psicologia!!! ó marmelo, tu não tens psicologia nenhuma pá, tu tens é um défice de passiculogia, pá, não quererás dizer que tens um passicólogo?
    Fogo, tu não manches as listas com tua carpintaria de escrita pá, só me puchas clássicus feitos na ora, pá, on laine, pa,

    olhó francisco
    é o jusé das iscas
    ele passa as tardes
    a jugare às biscas

    aprecia pá, aprecia a sintunia entre os esses, pá, a perspectiva puética das iscas e das biscas, ó pá, é o orgasmo, pá, o derrame do intelecto, pá. fogo, vou trabalhare, o descanso está farto de esperare, hoje tou de turno, meu bandalho, meu assassinos de grilos, palhaço, bandido, cagalhão escuro, vai morrer longe ó trambolho, pá. safa.

  4. ó pazinho desculpa lá, pá, mas eu sou como tu, pá, copio e depois digo que é meu, olha pá, aí vai a versão intelígivel pá, fogo, imagina lá onde fiz eu esta merda pá? no trono, pá, no trono, a cadeira do alívio,´meu.

    Sou eu o porteiro do pedaço
    onde guardo os sonhos mais foleiros
    De quem faz do Sporting um embaraço
    Num mundo de gajos tão sopeiros

    Nas vitórias o vendaval é de admiração
    Nas derrotas é chuva de realidades
    Pesam como tudo na vida
    Salva-os a compaixão

    Pela minha parte tenho as peneiras
    Resgatem-me de tanta pepineira
    Amanhã é outro dia
    Para jogar mais merdilheira

    ehhe, ehh, vais a ver ó cagamelo, qualquer dia passo a ser eu a ir às camaras, pá, aos Açores, pá, a receber meiles de amesterdão, pá, fogo, fogo.

  5. Foi mesmo em frente à Moviflor que encontrei o senhor Victor Sério. Daí a ideia de publicar o texto. O pai do senhor Victor foi guarda-redes do Belenenses e havia uma frase irónica sobre ele: «Sério só há um e é do Belém!»

  6. eheheh, o zeca galhão foi à mobiflore cumprar um sufazinho pra olhar pá hoover.

    ópá, cuidado com o que dizes, tu escreves em código pá, tu estás a dizer que o homem da cavaca é sério, pá, olha quele não lê jurnais pá, e nunca se engana, pá.nem com as papas do bolo rei pá, quando as cospe da boca pra fora vão direitinhas a quem está a frente, pá. deves intrivista-lu, pá.

  7. tamém fui à moviflor comprar cubos de marmelada para matar a fome à desgraça e fiz um slogan para a privatização do bpn “sério só há um e é de belém”

  8. Referes-te à equipa, Sinhã? Reconheces o Carlos Martins, o Beto e o Machado? Topas ou não é do teu campeonato?

  9. oh bécula! estás a perder a oportunidade de visitar o balneário do sportem e dizeres uns versos do poeta da treta em ambiente místico de cueca e camisola de alças.

  10. vendo bem, até podiam fazer um negócio de enriquecimento de urina, tu mijavas e o poeta enriquecia. se tiverem interessados eu dou um toque ao baradei.

  11. ó pas, olhó o zeca galhão também está na futugrafia, fogo, fogo, só que não se vê mas o resto dos mussoilos são amigues dele, pá, tamém têm hoover em casa, e quando o «querido mudei o quarto» vai lá a casa, os gajos mostram o frigurificu, a garage, os carros, ó Zeca pá, tu mostras a maquina da louça, pá. fogo, pá devias ter ido ao eusébio, ao nené, ao yazalde, granda tambolho, já percebo porque não gostas de ti e te metes com os grilos. bandalho, ó palhaço, vou processar o teu avô torto, pá, cu gajo é o responsável por estares aqui pá.vai apanhar azeitona, meu calão.

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