O seu a sua dona

Anda por aí meio mundo a tentar escolher a Grande Figura do jogo com a Holanda e poucos procuram no lugar certo. Não falo do árbitro que arruinou o que poderia ser um jogo excelente, nem da inenarrável cabeçada de Figo, nem na falta de desportivismo exibida nas fitas, no teatro e no anti-jogo descarado (não que tenha sido a nossa equipa a única a pecar).
Segundo opiniões abalizadas, é sim hora de entregar os louros devidos à Nossa Senhora de Caravaggio. Já o li em vários sítios. Deve ser verdade.
Mas fico sem perceber como é que a pobre senhora, com o fraco ar que ostenta, pode ter ajudado no que quer que fosse. Não percebo mesmo grande coisa de futebol.

6 thoughts on “O seu a sua dona”

  1. Pois olhem que eu penso que foi a intervenção da santa da Ladeira do Pinheiro cuja catedral fui conhecer no sábado…

  2. Como sempre ..postas sem interesse nenhum ..as coscuvilhices de sempre …
    Então .esta é para os antiamericanos…

    SCIENCE & SPACE
    NASA hopes competition spurs commercial space growth

    Tuesday, June 27, 2006; Posted: 5:06 p.m. EDT (21:06 GMT)
    CAPE CANAVERAL, Florida (AP) — It took help from the U.S. Postal Service to jump-start the nation’s commercial aviation industry in the late 1920s and early 1930s.

    NASA Administrator Michael Griffin thinks a little push from government could do the same for the commercial space industry in the next several years.

    The U.S. space agency is sponsoring a competition in which winning companies will get $500 million in seed money to develop space vehicles that NASA will never design, build or own. Like a U-Haul truck rental, NASA instead will merely lease them on a per-trip basis for sending cargo and eventually crew to the international space station.

    The arrangement is unprecedented in the nearly 50-year history of the space agency, which traditionally oversees the development and construction of its own space vehicles instead of purchasing trips from private companies. NASA will pay out the money incrementally for each milestone achieved in the vehicles’ development. After that, the company or companies who win the competition will have to finance the vehicles on their own.

    “I consider it to be a big gamble,” Griffin told a U.S. Senate committee recently. “It is well past time for NASA to do everything it can to stimulate commercial space transportation … and I’m trying to do that.”

    NASA hopes the private-sector vehicles can bridge an expected gap between when the space shuttle fleet is grounded in 2010 and the crew exploration vehicle is flying in 2014. A thriving commercial space transportation industry also can offer researchers, and others, opportunities to send payloads into space without relying on NASA’s crowded space shuttle schedule or worrying “that the government will decide next month or next year not to launch,” Griffin said.

    About two dozen companies made initial proposals to the government and only six companies have made it to the final round. The winning proposals were expected to be picked late this summer.

    The $500 million seed money, which could be won by more than one company, represents only a percentage of the likely development and construction costs, which a NASA market survey puts as high as $2 billion. The winning companies will have to pay the rest of the cost of development and construction on their own. Many of the companies in the running, like Spacehab Inc., already were developing their own private vehicles before NASA began dangling the incentive money.

    “This is a program whose time has come,” said Kimberly Campbell, a vice president at Spacehab, a Webster, Texas-based aerospace company. “Prices with competition will generally be driven down, but the ease of doing business with the government will get better … What you’ll get is better efficiency.”

    NASA isn’t the first to use a competition to encourage the development of private sector space vehicles.

    Las Vegas-based entrepreneur Robert Bigelow in 2004 announced a $50 million prize to anyone able to build a space vehicle capable of carrying up to seven astronauts to an orbital outpost by the end of the decade. Also in 2004, SpaceShipOne became the first privately owned and operated spacecraft to exceed an altitude of 62 miles twice within a period of 14 days, winning the $10 million Ansari X-Prize designed to encourage development of space tourism.

    NASA has been tightlipped about who the finalists are. But Campbell said they included her company; El Segundo, California-based Space X; Poway, California-based SpaceDev; Reston, Virginia-based Transformational Space Corp.; Seattle-based Andrews Space; and Oklahoma City-based Rocketplane Kistler.

    “Some of the best, most innovative ideas came from the lesser known names in the aerospace industry,” said James Bailey, a NASA contracting officer in Houston, who wouldn’t confirm the finalists.

    Elon Musk, chief executive of Space X, said the competition could end up being “the greatest value for money that NASA has gotten from any program.” But he worried that the amount offered by the space agency may not be enough to develop a successful space vehicle if the prize money is split, given that the cost of a single space shuttle flight is $1 billion.

    “For a commercial company to develop a complete system … for $250 million, even for $500 million, is a pretty tall order,” Musk said. “I’m a little concerned that NASA potentially endangers the outcome by splitting the baby here.”

    The competition comes as NASA separately prepares this summer to select a contractor to build its own crew exploration vehicle, which the space agency hopes will return astronauts to the moon and eventually Mars.

    Two contractors, Lockheed Martin Corp. and a team consisting of Northrop Grumman Corp. and Boeing Co., are in the running to build the spacecraft, which unlike the private-sector vehicles will have NASA overseeing its development and operation. NASA is spending $18.3 billion over the next 15 years on developing it and related next-generation vehicles.

    Griffin has taken a page from the Hoover-era U.S. Postal Service in offering an incentive to the private sector to develop commercial space transportation.

    The U.S. Postal Service took the lead in developing commercial aviation when it began flying mail in 1918. The agency developed a system of routes across the country and then turned the job over to private companies in 1927.

    Not much later, President Hoover’s postmaster general, Walter Folger Brown, developed a system of bonuses for the companies if they offered seats to passengers in addition to space for the mail. He wanted the industry to mature but realized it wouldn’t happen without economic incentives.

    The result was that commercial air traffic jumped from 6,000 passengers in the late 1920s to 450,000 passengers in 1934, said Bob van der Linden, a curator at the Smithsonian Institution’s National Air and Space Museum.

    “Traditionally, Uncle Sam has done this many times before,” said van der Linden. “Prove it can be done, help business get involved and when business can make money, you step back and everybody benefits.”

  3. Olha só …para que é que o imbecil do sócrates quer os vossos impostos …sim pq os meus …ele não leva mais ..já levou ….mas acabou …agora sou Corsário…e jamais ao serviço dele nem dos palhaços da comandita dele…

    O Governo atribuiu, entre Abril de 2005 e 26 de Junho de 2006, pensões “por méritos excepcionais na defesa da liberdade e da democracia” a 23 pessoas. Entre os contemplados estão figuras tão conhecidas como Hermínio da Palma Inácio, mentor do primeiro desvio de um comercial no mundo (o voo da TAP Casablanca-Lisboa, em 1961) e do célebre assalto à dependência do Banco de Portugal na Figueira da Foz, a José Casanova, actual director do ‘Avante’, jornal oficial do PCP, e a José Ernesto Cartaxo, militante comunista e dirigente da CGTP, que conta com a pensão desde ontem. Ao que o CM apurou, o valor mínimo desta pensão mensal rondará os 600 euros.

    José Ernesto Cartaxo e Daniel Cabrita, que é também do PCP, são as últimas pessoas a quem foi atribuída a “pensão por méritos excepcionais na defesa da liberdade e da democracia”, prevista no Decreto-Lei 189/2003, como determina o despacho conjunto dos ministros de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, e da Presidência da República, Pedro Silva Pereira, publicado ontem em ‘Diário da República’.

    Entre Dezembro de 2005 e 26 de Junho deste ano, foram recusados pedidos para esta pensão a 69 pessoas. Ontem, quando falou com o CM, Cartaxo desconhecia que o seu pedido fora aprovado. Ainda “no dia 2 de Junho fiz um ofício à Caixa Geral de Aposentações em que alertava para a situação”, contou. Para obter a pensão, Cartaxo baseou a sua exposição “nos dois anos em que estive preso e na minha actividade clandestina [no Estado Novo]”, explicou.

    O dirigente da CGTP desconhecia também o montante da pensão que irá receber. Mas, “não podendo, porém, o seu montante ser de valor inferior ao escalão 1 do vencimento base de um soldado da GNR em vigor à mesma data [a partir de agora, segundo um especialista]”, como diz a lei, esse montante rondará os 600 euros por mês. Porque o vencimento base de um GNR ronda os 600 euros. Esta reforma só não pode ser acumulada com as pensões de preço de sangue e por “serviços excepcionais e relevantes ao País”.

    DEMOCRACIA

    José Ernesto Cartaxo, de 61 anos, é um dos últimos dois portugueses a quem foi atribuída, através de despacho conjunto de Teixeira dos Santos e Pedro Silva Pereira, uma pensão “por méritos excepcionais na defesa da liberdade e da democracia”.

    Serralheiro mecânico de profissão, Cartaxo integra a comissão executiva do Conselho Nacional da CGTP-in durante o quadriénio 2004-2008 e é membro do Comité Central do PCP. Aderiu ao PCP em 1970. Tinha então 27 anos de idade.

    PALMA INÁCIO ENTRE OS ABRANGIDOS

    Palma Inácio, 84 anos, fundador da LUAR (Liga de Unidade e Acção Revolucionária), assaltou o Banco de Portugal na Figueira da Foz, em Maio de 1967. Depois de preso, humilhou a PIDE ao fugir da prisão do Porto serrando as grades da sela com uma lâmina entregue pela irmã. Em Novembro de 1961, desviara um voo da TAP que partira de Casablanca para Lisboa, lançando 100 mil panfletos antifascistas. Recebe a pensão desde Abril de 2005.

    PIDE BENEFICIA DOS ‘SERVIÇOS RELEVANTES’

    Por “serviços excepcionais e relevantes prestados ao País”, previstos no Decreto-Lei 404/82, o Governo atribuiu, em 1992 (era Cavaco Silva primeiro-ministro), pensão vitalícia a Abílio Pires e Óscar Cardoso, inspectores adjuntos da PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado). Abílio Pires, já falecido, ingressou na PIDE em 1950, como agente auxiliar, passou para inspector em 1965, e, em 1974, dirigia o Centro de Informação 2 e integrava o Conselho de Segurança Interna. Óscar Cardoso esteve em Angola e Moçambique e, em 1973, no regresso a Lisboa, já como inspector-adjunto, foi dirigir os Serviços de Informação.

    UM PROCESSO COM QUASE TRÊS ANOS

    José Ernesto Cartaxo apresentou o pedido para obter a pensão em 18 de Agosto de 2003. Com o processo seguia um documento passado pela Torre do Tombo que provava a sua detenção nos fortes de Peniche e Caxias, entre 1971 e 1973. Como este documento não foi considerado suficiente, “tive de pedir ao Tribunal da Boa-Hora uma acta integral do meu julgamento, em Março de 1972”, conta. A 18 de Fevereiro de 2005, fez nova exposição. Em 27 de Agosto desse ano, é informado de que o pedido seria “provavelmente indeferido”, porque “a exposição não satisfaz os requisitos da lei”. Reclamou, deu mais dados e conseguiu.

    O QUE DIZ A LEI

    ANTIFASCISTAS

    Segundo o artigo 1.º, “a atribuição de uma pensão expressiva de público reconhecimento aos cidadãos portugueses que se tenham distinguido por méritos excepcionais na defesa da liberdade e da democracia”.

    BENEFICIÁRIOS

    O artigo 3.º estipula que a pensão pode ser atribuída ao próprio ou, após a sua morte, ao cônjugue e descendentes ou a quem o tenha criado e sustentado, ou ainda a ascendentes de qualquer grau ou irmãos.

    INICIATIVA

    O artigo 7.º refere que compete ao Governo, deputados, órgãos da administração local e regional e qualquer organismo ou instituição de interesse público apresentar uma proposta de atribuição da pensão.

    ATRIBUIÇÃO

    O artigo 7.º diz que a proposta deve ser dirigida ao Ministério das Finanças e depois à Caixa Geral de Aposentações e à Procuradoria-Geral da República para emissão de parecer.

  4. Herege, descrente, traidor à pátria. Então não se está mesmo a ver que se substituiu ao Ricardo na bola que os holandeses atiraram à trave? Aquilo ia quase rasteiro, nota-se bem na repetição. Se colocares a imagem em hiper-mega-super-slow-motion podes ver aquela mão imaculada a desviar a bola. Ou foi uma defesa dos diabos ou a catrefada de cervejas consumidas durante o jogo me deixou a ver coisas…

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