Miguel Real por estas plagas

Alguns blogues já haviam alertado: Miguel Real dera em escrever, também ele, neste precário e volátil meio. Nem mais, e no amável blogue Prazeres Minúsculos. Foi-se ver, e era mesmo. Com um texto brilhante, esse aí indicado.

O brilho não admira. Miguel Real anda a escrever cada vez melhor. Que digo eu? Quem leu A Voz da Terra – o seu romance saído o ano passado, e que teve (se bem recordo) dois votos vencidos no Grande Prémio do Romance da APE – já sabe que temos nele, sem mais, um grande ficcionista. E também um, aqui e ali arrebatador, artista do idioma.

Bem-vindo, Miguel.

64 thoughts on “Miguel Real por estas plagas”

  1. Texto em cascata, personagens debitadas em rabalda, linguística ao rubro.

    Literatura não é isto. É o límpido da narração, a escolha precisa dos vocábulos, as pausas, o fluir natural da trama sem o esforço pela individualidade estilistica do autor.

  2. Aquilo é que é uma escrita????

    Essa agora… eu posso escrever com os pés mas ainda sei distinguir as coisas.
    Aquilo é uma aldrabice metida a martelo onde se caricata uma escrita da época com um falso estilo pessoal.

    Uma grande treta, digo eu, que ainda sei distinguir estopa de uma boa popelina

  3. Um texto é um sem fim de subjectividade, contudo, a verdadeira literatura, é aquela inquestionável e tão sóbria beleza de dizer uma história…

  4. “O ‘Aspirina’ é um somatório de generalidades tipo conversa de salão, politicamente vácua, cheia de análises superficiais, com poucas ou nenhumas soluções concretas e escrita num estilo “blasé” , coroado com alguns erros ortográficos de palmatória”

  5. Arrisco não ser um blogue o lugar mais adequado para apresentar o texto em causa. Por não ser um texto fechado, há nele forçosamente um antes e um depois, que fazem falta ao leitor.
    Em todo o caso, não me parece que seja coisa de recusar assim, displicentemente. E se o autor não esquecer que o tempo do cultismo já passou…

  6. de vez em quando aparecem por aqui uns néscios a comentar literatura que é de bradar aos céus.

    ó senhor Fernando ponha estes energúmenos na ordem.

  7. Eu incluo-me no género atrevido.

    E até vou mais longe. O meu atrevimento resumiu-se à breve percepção, em meia dúzia de linhas, de que aquilo não funciona nem é boa escrita.

    Apenas uma percepção de quem não tem técnica literária nem grandes ferramentas na matérias e muito menos seguiu qualquer opinião de terceiro.

    A única coisa que ali vi foi mistura mal amanhada entre um texto que macaqueia textos de épocas passadas, entrosando-lhe a “voz” do escritor no mesmo pseudo-estilo de um modo chato, confuso e inverosímil.

    Se algum crítico a sério, dos que têm as qualificações que eu não tenho, achar que isto tem fundamento, força.

    É precisamente neste ponto entre a mera intuição do laico e a capacidade explicativa do expert que reside a diferença.

    No entanto, tal como em muitas outras coisas, não é pelo facto de não as sabermos explicar melhor que estamos errados.

    O contraditório do Fernando Venâncio está em aberto. A mera intuição da leitora do texto foi dada.
    Com o maldito do atrevimento que os leitores têm de dar acerca do que lêem.

    Malvados!

  8. Acrescente-se

    A única coisa que está em aberto foi a apresentada no post. O pequeno exemplo do texto “linkado”.

    Não está em causa o escritor que não conheço. Apenas este exemplo.

    Foi isto que foi oferecido e comentado.

  9. Acabo de reparar numa merda.
    Estes comentários foram copiados e passados para os comentários dos Prazeres Minúsculos por algum panasca de serviço!

    Fónix, que já estou de saída. Se há coisa que nunca quis por perto foi comadrice de artistas e rotices do género.

    Por alguma razão, os únicos que estudo estão mortos há séculos.

    Paneleiragem sempre em guerrinhas de capelinhas, c’um caraças!
    Desgraçado do sujeito tem de apanhar com estes rufias que até se aproveitam de um desabafo sem qualquer intenção para alimentarem as suas paneleirices de inúteis!
    Copiem lá este, já agora.

  10. Eles são mais do que as mães, FV, porque julgam e criticam com a própria cabeça, e não um bando de carneiros a quem gostaria o FV de impressionar.

    Reflita por favor, se conseguir, nesta singela e bela frase do nosso Crítico Insuspeito e depois diga alguma coisa de jeito:

    “Um texto é um sem fim de subjectividade, contudo, a verdadeira literatura, é aquela inquestionável e tão sóbria beleza de dizer uma história…”

  11. Ao Tiaguinho:

    Só por saberes escrever energúmeno pensas que percebes bué de literatura não… pobrezinho, vai lamber o cú ao fernandinho!

  12. Venho aqui trazer ideias, não ensinar, não aprender. Venho aqui dizer livre e exijo. Venho aqui sem ler a norma, nem a conheço e dela fujo. Venho aqui sem mostrar a verdade e dela não acredito. Venho aqui apenas dizer. Dizer de minha alma.

  13. Afinal, a REVOLUÇÃO EM MARCHA está mais viva do que nunca!..

    e Portugal, afinal, não é só uma cambada de carneiros mediocres.

  14. Ao que um gajo se expõe, e de olhos abertos! É por isto (bom, também por isto) que eu estou de despedida aqui. Lança uma pessoa uma sugestão de leitura, acompanha isso com uma opinião que julga convidativa, e cai-lhe o mundo e arredores em cima, convenientemente encapuçado, claro, mas a fazer exigências.

    Bom, vá lá por esta vez. Não reagi ao «crítico insuspeito» porque concordo inteiramente com ele, quando escreve:

    «Um texto é um sem fim de subjectividade, contudo, a verdadeira literatura, é aquela inquestionável e tão sóbria beleza de dizer uma história…»

    Que culpa tenho eu de não me sentir – com isso – questionado, menos ainda rasteirado?

  15. Bem,
    se está de saída lamento-o. Se voltei ao antigo bdE foi, em grande parte por si, e a outra pelo Jorge Mateus.

    E, se assim é, então deixo-lhe aqui um exemplo do que considero boa escrita:
    http://dragoscopio.blogspot.com/2006/04/compaixo-de-jesus.html

    Esta e tudo mais que por lá se escreve.

    E estranho como é que um crítico que por natureza deve ter faro, nunca nela tenha reparado.

    É que aqui é que podia reparar á vontade. O autor é desconhecido (nada mais sei dele que qualquer pessoa que abra a página) e nunca o acusariam de estar a promover “capelinhas”.

    Com a sua licença, aqui fica o meu último atrevimento e as despedidas, se for caso disso.

    O atrevimento ainda foi maior em relação ao autor que era bem capaz de me lançar umas das suas fatais labaredas se soubesse que escrevi isto.

  16. Zazie,

    Essa é de metro (desculpa lá a sugestão). Então tu descobres na Net um fulano, ou descobriram-no para ti, e chegas aqui dizendo: «E estranho como é que um crítico que por natureza deve ter faro, nunca nela tenha reparado».

    Apreciemos. Primeiro, mostras que um crítico só provaria para ti o seu «faro» se andasse varando toda a santa WWW, como se não houvesse toda uma santa Produção Nacional Em Papel, que nem essa se consegue acompanhar de jeito. Depois, decides que eu não o conhecia, a esse blogueiro-escritor. É muita coisa junta.

    Agora vejamos: se tu, que eu achei sempre uma mocinha atilada, andas aqui a tratar-me com essa sofreguidão, o que não é estar aqui um fulano de testa e peito abertos à pedrada?

    Safa!

  17. Fernando.

    Nunca ninguém descobriu nada para mim. Não faço fretes e dispenso guias. Em tudo.

    Não vendo nada.

    Já expliquei que nem sou da área a na minha, a única que estudo tem-nos bem mortos.
    Com séculos e séculos em cima, por via das dúvidas e para que nem haja descendência por perto.

    Obviamente pensei que conhecesses o Dragoscópio.

    Quanto mais não fosse, pelo facto de eu ter praticamente link diário para lá.

    Se desconhecias, lamento. Não me passou pela cabeça esse desconhecimento.

    Já nos conhecemos da net há uns aninhos e, por isso, seria bem natural que desses por ele.

    Como eu dei. Como mais gente deu. Excepto os “críticos” e aqui, nas aspas, não te incluo, pois não conhecias, mas incluo os que conhecem e calam.

    É só isto. E agora já conheces e podes ler à tua vontade.

    Mas sou assim, sempre directa, não te ias embora sem o conhecer. Por acaso ou levado lá.

    Que eu a ti também não conheço de mais lado nenhum a não ser destas lides. E não promovo nada.

    Prefiro disparar sobre ceguinhos.

    Se não é o teu caso, desculpa.

  18. afinal parece que li mal

    escreveste:

    Depois, decides que eu não o conhecia, a esse blogueiro-escritor. É muita coisa junta.

    Afinal conhecias ou não conhecias.

    Se dizes que eu é que decido que não o conhecias. Eu não decido nada. Eu apenas depreendo que só não conhecendo é que se perde tempo em laudatórios a Migueis Sousa Tavares e nunca se emite o mais breve comentário acerca desta escrita.

    E aqui sim, não retiro palavra ao que disse.
    Não promovo nada, muito menos o que nem é do meu campo mas dispenso guias e tenho gostos.

    Gostos que em certos casos como este me parecem de tal modo evidentes que nem por comparação relativa com inanidades que desculpas, me levam a temeridades destas.

    Tão desagradáveis. Tão fora dos punhos-de-renda do v. meio, mas assim mesmo. Com a minha verdade e por mero gosto de justiça.

  19. Se me achaste uma mocinha atilada fizeste bem.

    Atilada mas armada. Sempre. E com pouca pachorra para perder tempo por menos.

    Também é para isto que serve a blogosfera. Para se falar claro acerca daquilo que não anda em “rebajas” ou promoções manhosas ou complacências nada criteriosas.

    Pode necessitar de mais trabalho, pode até ser muito útil a humildade mas não me parece justo que seja um exemplo tão ignorado por aqueles que com algum “poder”, por muito que o “neguem” se podem dar ao luxo de assobiar para o lado e esticar os dedinhos a salientar coisas de tal modo menores que no mínimo dão que pensar.

  20. «ia Lee»,

    Finalmente és de rápida compreensão.

    «Eu sou de uma minoria culta»,

    Eu já tinha várias, e muito apresentáveis, razões. Mas tinha-me esquecido essa tua.

  21. E ainda para rectificar uma questão que passou por aí de forma pouco clara.

    Disse que dispenso guias, em resposta à insinuação que fizeste que podia ter sido lá levada por “outrem” e até parecia que vinha para aqui com recadinhos em nome de alguém.

    Dispenso guias em questões que, de algum modo, domino.

    São poucas, uma delas é o cinema. Aí sim, posso dizer que dispenso guias para me explicarem com as ferramentas adequadas o que está bem feito ou mal feito.

    É uma das raras artes em que admito que cheguei lá por mim e muito cedo, ainda teenager.

    Mas não chego à música por exemplo.

    Não tenho ouvido para isso, por muita intuição e gosto que possua.

    Como não chego à literatura da mesma forma que chego naturalmente aos mais diversos modos da arte do fotograma.

    E é por estar ciente desta natural diferença- nem todos temos capacidades idênticas de “leitura” e ainda menos de produção que considero muito digna e necessária a “arte da crítica”.

    E nela também só conta para quem, as condições mínimas para se entender do que se está a falar. Sem isso nem o crédito ao crítico se pode dar, quanto mais a valorização e separação do trigo do joio na matéria em questão.

    Ora tu atiraste com uma “boutade” – “ou foste guiada lá” que invalida a própria razão de ser da tua tarefa.

    Eu posso não ter sido “levada lá”. Mas a tua tarefa é essa mesmo- saber quando vale a pena “levar lá”.

    Se tens a sobranceria de te separar de quem precisa de “ser levado lá”, perfeitamente admissível e que nunca coloquei em causa. Por isso mesmo és crítico literário e eu escrevo com os pés e nem me atreveria a dizer que poderia ser algo idêntico- então é um contra-senso colocares-te fora do papel que te compete e ainda por cima, no lugar da vítima apedrejada por uma mera leitora.

    Que acha que tu tens condições para “levar lá”. A muito lado. E apenas estranhou que este aqui, te andasse a passar “ao lado”.

  22. Se é por razões que não nos dizem respeito, tudo bem.
    Agora por aquela invocada e que se prende com a anormalidade dos comentários, nunca.

    O Fernando não precisa de responder a todos os comentários. Mais, nem devia precisar de os ler a todos que é mais que notório que há para aí um “bando de retorcidas” que só com um pano encharcado.

    Nesta treta da blogosfera é assim. Não devemos descer aos sanitários para aferirmos a qualidade do que se passa na 1ª página que é a única da nossa responsabilidade.

    O Fernando desce. Ok. Eu também sempre desci. Quando não tinha blogue e agora com ele.
    E aí, meu caro, quando desço é pé de igualdade insulto de 3 em pipa idêntico.

    Isto não há meio-termo. Se queremos apresentar a pose de aristocrata mandamos o moço da estrebaria à cavalariça.

    E quem não gosta tem bom remédio, não meta também lá o nariz.

    Mas lamento e gostava que coninuasse. Como disse, se não fosse pelo Venâncio e pelo Jorge Mateus, nunca mais tinha colocado os pés no bdE fosse em que versão fosse e pelo nome que calhasse.
    E que me desculpe o Valupi. Se não incluo no ramalhete. Não é por mal. Apenas por peso na balança da minha incongruência.
    É raro voltar atrás numa decisão.

    Voltei nesta do bdE. As razões tinham de ser bem altas.

  23. escapou parte do que escrevi.

    Aqui fica o principal.

    Eu também lamento muito se o Fernando Venâncio se for embora

    Pode até ser a ocasião mais desajustada para esta troca de galardetes.

  24. Do que julgo ler, aqui nunca ninguém insultou o FV. Apenas se rebateu, com afinco e acerto, as suas modestas qualidades.

  25. aqui está um exemplo de imbecilidade de comentários com que se pode ou não perder tempo na blogosfera.

    Este c***** assina vf invertido e depois manda calar quem não “falou com ele”.

    Que fazer numa situação destas?

    Mandá-lo levar na peida ou nem ligar?

    É assim, sempre assim. Neste caso, por ex. passa-se á frente.Nem se perde tempo dar ideias ao que ele precisa.

    E isto é por não se estar em blogue próprio.
    Se fosse no próprio até nem havia necessidade de ler.
    Pode-se fechar comentários. Ou não lhes responder. Tudo faz parte da liberdade que enunciei ao Valupi- a de abrir uma página, facultada por uma plataforma (Blogger, Weblog, tanto faz) e ler o que lá é escrito, à borla.

  26. não tens bico para mim, bicharoca. a ti metia-te uma anilha no bico falador.

    tu cala-te, zazispina, se não ainda te ponho numa montra na holanda.

  27. Redactores,

    A minha saída está aqui anunciada desde a manhã do domingo passado. Os «ventos adversos» são -foram sempre – o meu meio mais procurado.

  28. Se assim é volto ao meu retiro destas caixinhas.

    Resta-me elogiar o Jorge Mateus e esperar poder continuar a ver os seus geniais desenhos, aqui ou noutro local qualquer.

    Nunca tive a menor veleidade que Aspirina A ou B, ou C era etiqueta que não escondia o conteúdo que estava por baixo- o bdE com alguns apeados mas sempre o mesmo bdE.

    Incluindo na fauna de tarados ortodoxos; paneleiragem afim e tricas idênticas nos comentários.

    Por agora apenas nos comentários, mas hão-de subir de novo à ribalta a mais uma sequela. Disso não tenho dúvidas.

    Nem o deveriam ter os que embarcaram e alinharam com a coisa.
    O único que partiu a loiça, para o bem ou para o mal, mas partiu-a e contou tudo foi o Filipe.

  29. É que eu até admito que se ature anormais nos comentários ou que não se lhes ligue.

    Ou que, pura e simplesmente, se fique farto.

    Agora o que nunca entederia seria continuar a pertencer a um blogue em que fosse insultada às escondidas por um encabuçado que mais não era que meu colega do próprio blogue. E quando não fosse eu, fosse outro “colega” mais recente. Pelo mesmo que eu até sabia quem era e que tinha ajudado a caçar.

    Quem sabia, até viu e contou dos IPs e ainda assim alinhou, pois então, sabia ao que vinha.

  30. Zazie,

    Eu não sou o Aspirina. Não precisas de exprimir-te nesse fofo passado. O presente é duro. Usa-o.

    Toda essa história em parábolas é muito ranhosa. Assoa-te. Fala claro.

  31. Eu falei claro e já me despedi.

    E disse que lamentava que te fosses embora. Sendo assim não havia mais nenhuma razão para cá voltar excepto ver os desenhos do Jorge Mateus.

    O resto foi contado pelo Filipe e não sou mandatária de ninguém nem me aquece nem me arrefece a história.

    Apenas assisti. Como muita gente assistiu. E mais nada. Andar num blogue colectivo onde um colega se disfarça com vários nicks para insultar os colaboradores é frase clara e chega e se alguém precisa de se assoar é quem disfarça que não entende.

    E mais nada. Mesmo mais nada. Nunca disse que eras o Aspirina. Disse que só voltei aos comentários por ti e pelo Jorge Mateus.

    Não te chega. Pois a mim sobra-me. E por isso também me vou.

    A leitura do “artista desconhecido” foi recomendada, fiz o que tinha a fazer.

    bye.

  32. a zazipina é gaga ou tem soluços no pensamento?

    “o crítico farmacêutico” é um livro para leitores marados, também à venda no júlio de matos.

  33. Caro Sr. Fernando,

    Apesar de termos evidentes discrepâncias na escolha literária, e só literária, os redactores enviam-lhe cumprimentos.
    Ficaremos à espera que regresse à bloga.

    Abraço.

    Os redactores (esta é a nossa veia sensível)

  34. Zazie (em efígie),

    Essa não foi a despedida mais invejável para nós dois. Mas foi ao teu sempre nobre nível.

    Queridos Redactores,

    Eu ainda por cá me arrastarei uns dias. Recolham pudicamente essa veia sensível.

  35. Zazie diz:

    “Se algum crítico a sério, dos que têm as qualificações que eu não tenho, achar que isto tem fundamento, força.”

    Ó croma! se não tens qualificações por que razão te dás ao trabalho de debitar tanta bosta.

    O critico insuspeito vocifera:

    “Literatura não é isto. É o límpido da narração, a escolha precisa dos vocábulos, as pausas, o fluir natural da trama sem o esforço pela individualidade estilistica do autor.”

    Mas quem és tu para definir literatura com tamanha leviandade.
    De que cardápio copias tu tal noção.

  36. Miguel Real foge à mesmice, ao “teso” da literatura, e por isso é criticado por muita gente que, por literatura, só entende “tesura”, ou, como queria o Nietizsche, o “espírito de pesadume.” Ele é bom, é a minha modesta pinião, e quem pensar o contrário que tente criar uma versão “tesa” de A Voz da Terra.

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