Boa viagem, Abrupto

DAWN512-NASA.jpg

O nome do Abrupto viaja na nave espacial DAWN, a caminho de dois pedregulhos que pairam entre Marte e Júpiter.

Pelas magníficas fotos do Universo, mormente o mais próximo, que o blogue de JPP regularmente publica, pelo interesse na astrofísica que nele se suscita – boa viagem… Abrupto.

22 thoughts on “Boa viagem, Abrupto”

  1. deixa-me cá aproveitar a sonda sideral…

    morphogenesis

    “It is thought, however, that the imaginary biological systems which have been treated, and the principles which have been discussed, should be of some help in interpreting real biological forms.”
    Alan Turing, 1952

    (pronto, estás citado rapaz, já podes hibernar à vontade)

  2. Dirijo-me a si, Sr. Fernando Venâncio, que não tenho o prazer de conhecer, para lhe dizer que vou tirar o seu link do meu blogue. Claro que, para si, isso não tem a menor importância. Mas quero deixar aqui o meu protesto por deixar que uma “certa escumalha”, que frequenta o seu blogue, achincalhe pessoas decentes e com valor como, por exemplo, o Daniel de Sá. Toda a gente tem direito a gostar ou não gostar do que alguém escreve. Tem também o direito de dizê-lo, desde que argumente com seriedade e educação. O que essa gente diz é do mais “reles” que tenho visto. Eu não consentiria comentários desses nos meus blogues e não sou contra a polémica honesta e séria. Aliás, há um ou outro, aí, que afirma não gostar, mas o faz duma forma civilizada.
    Parte-se-me o coração por ter lutado toda a minha vida por uma democracia que gerou libertinos e imbecis em vez de homens livres.
    Lamento!

  3. Cara Elisabete,

    Lamento que tenha retirado do seu blogue o link para o nosso.

    O que a Elisabete fez foi (desculpe o lugar-comum, mais a bélica fala) matar um mosquito com um tiro de canhão. Se alguma coisa com isso conseguiu foi contentar a «escumalha» (termo seu) que comenta no Aspirina.

    Continuo a considerar o Daniel de Sá como da casa. A «escumalha» são mexilhões que viajam colados à baleia. Não se culpa a baleia por isso.

    Amanhã, em «post», voltarei a esta questão.

  4. Como se o “ingénuo” e “honesto” fv, não soubesse quem são os indecentes comentadores do seu blogue! Pois são os próprios bloguistas, escondidos em pseudónimos, e ele sabe-o bem. Leia-se o comentário de “Alguém que gosta do Aspirina” no post do “Manifesto” do Daniel de Sá. Um dos últimos comentários ali colocados. Leiam-no, por favor. Merece a pena.
    “A escumalha são mexilhões que viajam colados à baleia”!? Nesse caso, a baleia é você, fv, que faz gala na sua comitiva. Que a protege e incita. Você próprio, para quem não sabe, faz parte dessa matilha, fazendo esses mesmos comentários escondido atrás de diversos pseudónimos. Agora pôe-se de fora? Deixa os seus amigos serem apenas eles os culpados!? Que raio de pessoa é você!? Que espécie de colega e de líder!? É nojento até ao esgoto onde se esconde. Porque é desleal, desonesto, mentiroso e ardiloso.
    Cara Elizabete, não caia no logro. É desta deporável forma que o aspirina sobrevive.

  5. Ana Marta, aliás Topas:

    Não faço a mínima ideia de quem você seja, nem isso tem grande importância. Mas pelo menos sei que tem um nome. Que não usa.

    Afirmou a Dona Ana Marta, referindo-se a mim: «Você próprio, para quem não sabe, faz parte dessa matilha, fazendo esses mesmos comentários escondido atrás de diversos pseudónimos».

    Ouça agora bem. Se a Senhora Dona Ana Marta demonstrar – que digo eu, uma só indicação séria bastará – que escrevi aqui algum comentário que não assinasse com o meu nome, ou com «fv», saiba que eu abandonarei imediatamente este blogue.

    Allez-y, madame!

  6. Em representação das cracas, lapas e afins do Atlântico Norte e Ilhas Adjacentes, organização não governamental filiada na NATO e na mafia de Fall River, levanto aqui um veemente e solene protesto contra a imagem dos “mexilhões que viajam colados às baleias”, como se nós não fôssemos filhas de Deus. Baleias têm cracas, não têm mexilhões, caro senhor. Vê-se mesmo que FV não é azoriano nem sabe nada do mar.

  7. Adorei a fronteira epistemológica traçada entre “demonstração” e “indicação séria”. Aqui está como a teoria do conhecimento pode ir avançando através de pequenos mas significativos passos dados nesta caixinha.

  8. Craca,

    Mil perdões, a si, e às cracas todas do Universo. Boa viagem, meninas.

    Nikita,

    Será porque nos apertos a mente humana prospera? Tu dirás.

  9. Ana Marta até pode ser o meu nome. Deduziu ser esse porque tem acesso ao e-mail. Mas esse nome pode nem ser o meu. Há e-mails onde não consta o nome do seu possuidor. A escolha é livre. Quem lhe disse que não sou um homem? Já aí você mostra a sua raiva perante a verdade daquilo que afirmo. Depois, porque essa raiva o leva a dar a conhecer, publicamente, aquilo que é considerado confidencial por lei. Com arrogância, quebra as leis da Net e de qualquer blogue dirigido por pessoa responsável. Cautela!
    Outra coisa é armar-se em parvo (ou querer fazer dos outros parvos), porque sabe perfeitamente que “não posso” desmascará-lo com tanta facilidade. Por isso, arma-se em pessoa íntegra e honestíssima. Não vou mais longe por motivos que prezo. A minha palavra, por exemplo. Quando a dou é para cumpri-la. Pela vergonha que tem sido o aspirina ultimante, nem seria necessário eu provar coisa nenhuma. Ficar-lhe-ia bem abandonar a “nave”, fv. A maioria, ficar-lhe-ia grata (basta ler os comentários de há uns dias para cá, se lhe restam dúvidas).

  10. Ano Marto, Ana Marta, or whatever,

    Vá-se tratar, sim? Já tive, há tempos, que gramar aqui com as paranóias da Soledade. Agora vem você. Com os mesmos tiques paranóicos. Mentes retorcidas, o que quer que a gente lhes diga é revirado triunfalmente como novo “argumento”. Oh, sorte!

    Espero que o Daniel (com quem me mantenho em contacto) se ria, com gosto, destes ternurentos apoiantes. Uma coisa é certa: ele dispensa-os bem.

    Como na altura sucedeu à Soledade: você deixou de existir neste momento.

  11. Soledade não é do meu tempo e não tenho pachorra para ler arquivos. Agora as gargalhadas do Daniel de Sá até as oiço daqui. Faço uma piquena ideia. Desmancha-se a rir! Deixa o Daniel em paz, que bem merece depois daquilo que por aqui passou. Acredito mesmo na continuação dessas boas relações…Só se ele fosse parvo, e não o é, garanto-te! Relações, só se for através da leitura dos comentários. A quem queres tu enganar, ó venâncio?
    Se essa tal Soledade deixou de existir, se calhar, melhor para ela. Agora eu, sou intemporal, ou ainda não reparaste?
    Mas sou um gajo lixado. Pouco apegado às coisas, sabes? Qualquer dia farto-me deste aspirina chato
    e vou dar um giro. Quem sabe se não te convido, topavas?

  12. Oh pessoal, isto é a acédia do Outono carago, estamos todos tristes porque foi-se o Verão mas ninguém tem coragem de dizer. Ao menos ardeu pouco.

    Eu ando a tratar das citações dos meus amigos para ficar pronto a hibernar ou a zarpar ou ambas, vai-se vendo.

    Ninguém viu o Radagast? Já tinha ali a mochila avançada para ir à coca do trono de jade do rei de Tikal. Também deve haver uma moca de turquesa algures…

  13. (sou gamado por cracas mas depois fiquei corado porque disseram-me que estava a comer uma espécie em risco de extinção. Passei para as lapas com pimentinha, mas é mais pastilha elástica. Agora ficou-me a apetecer coisas! Hum)

  14. Fernando, não fazia idéia que o Descartes tinha andado tanto por essas terras baixas. Até diziam que era espião, cá para mim cheira-me a outra coisa mas enfim: cugito ergo sum ;-)

    É que queria topar quando é que lhe deu o i, mas o biografo só fala de fofoca política e acho que não percebe nada de maths, mas ainda é cedo para dizer. Ele teve uns sonhos inspiradores uma vez que dormiu num quarto com um fogão aquecido, virtudes do monóxido de carbono…

  15. Vocês agora, todos sem excepção, mexilhões, baleias, cracas or whatever, fizeram-me mesmo rir às lágrimas. João Pedro, nunca deixe que da tanta pouca-vergonha derive o próprio Aspirina retirar o link para o Aspirina. Boa noite e obrigadinha.

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