18 thoughts on “Ontem, a propósito do Acórdão do TC”

  1. Chama-se a isto política da terra queimada. Esta expressão evoca a prática (medieval) das tropas de um exército invasor que, tendo sido derrotadas em batalha, queimavam na retirada as colheitas do inimigo.

  2. oh isabel! deves ter ficado orgulhosa com mais uma participação na porqueira do crespim. acho mau gosto botares botares aqui o vídeo das tuas façanhas na redacção de requerimentos ao tc para fiscalização das aldrabices do gaspar. não dizes nada de novo, repetes sem clareza e confundes o que já foi dito, 20:18 de antena para o portfólio.

  3. Parabéns Isabel. Que nunca a voz lhe doa por defender o que é justo e legal.
    Pela minha parte muito obrigada.

  4. Louvo-lhe a coragem, até porque com toda a certeza teve de tomar um anti-vómito para enfrentar tão repulsiva personagem.

  5. a melhor parte para mim, é quando perto do fim o mário resolve dizer que a questão do IMI dos fundos e tal é que devia ser analisada pelo tribunal copnstitucional ao que a isabel responde que se o governo quiser passa uma lei a acabar com essa desigualdade iniqua de forma imediata. mário fica-se por um simples: pois claro.
    embrulha mário!

  6. Muito bem argumentado, Isabel, como sempre: fundamentado, rigoroso, com o máximo de claridade e profundidade. Se fosse outro o entrevistador e não este pateta, poderia ter desenvolvido alguns tópicos importantes que, manifestamente, o Crespo não queria ouvir. Muito obrigado por esta intervenção.

  7. Para iluminar o espírito de Vítor Crespo & restantes austeritários, aqui vai um gráfico da evolução da dívida pública versus crescimento do PIB do Reino Unido após a 2ª Guerra Mundial, cortesia de Paul Krugman. Poderão todos vós verificar que 180% de dívida rel. PIB não foi nem impeditivo do seu pagamento, nem do crescimento económico britânico, nem hipotecou a geração vindoura (a dos yuppies) :

    http://graphics8.nytimes.com/images/2013/04/09/opinion/040913krugman1/040913krugman1-blog480.png

    O crescimento britânico tomba pela primeira vez em 1973, mas por problemas económicos (choque petrolífero), que nada tiveram a ver com a evolução da dívida pública. Em 1973, esta atingiu o valor mais baixo desde 1945.

    Achei que devia postar isto aqui para refutar a cassete de mentiras que o laranjal não se cansa de rebobinar.

  8. Isabel Moreira

    Como podes ver, não sou o único que defendo a revisão da Constituição

    Miguel Poiares Maduro defende que a Constituição da República é uma das principais causadoras das desigualdades e da fraca mobilidade social que existe em Portugal.

    Constitucionalista e prémio Gulbenkian de Ciência 2010, Luís Miguel Poiares Pessoa Maduro é também militante do PSD e um defensor de que a Constituição da República é uma das principais causadoras das desigualdades e da fraca mobilidade social que existe em Portugal.

    Há cinco dias atrás dizia na sua página do Facebook que uma das alternativas ao chumbo do Tribunal Constitucional passava por “um Governo técnico de iniciativa presidencial com credibilidade quer interna quer externa”. Aumentar impostos, rever a Constituição, renegociar com a ‘troika’ ou simplesmente não cumprir o memorando eram outras das alternativas apontadas.

    Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e doutorado pelo Instituto Universitário Europeu, chega aos 46 anos a ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional no Governo de Passos Coelho. Acompanhou-o durante a campanha eleitoral e foi um dos membros do projecto “Mais Sociedade”, onde nasceram algumas das propostas do PSD.

    Nunca ocupou nenhum cargo de direção no partido ou em qualquer Governo, mas é nele que Passos confia agora para fazer a coordenação política de um Executivo de coligação em que as relações entre PSD e CDS nem sempre têm sido pacíficas. Fica também responsável pela parte dos fundos comunitários referente às regiões, que estavam na tutela da Economia.

    Entre 2003 e 2009, desempenhou o cargo de advogado geral do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. Já deu aulas nas universidades de Yale, Chicago, Michigan e na London School of Economics e no Colégio da Europa. Foi consultor jurídico da Islândia no processo “Icesave”.

    É atualmente diretor do “Global Governance Programe” e professor de direito no Instituto Universitário Europeu, em Florença, e professor convidado da “Yale Law School”.

  9. oh xóriço rodrigues! o novo relvas chama-se poia e tem bué de canudos. o segismundo diria que o teu amigo pedro sofre de complexo de édipo.

  10. joaopft

    Finalmente tens alguém no Governo que ajudou um país (Islândia) a baldar-se pagar a dívida aos credores.
    Ainda vou pedir ao Pedro Passos para obrigar o Gaspar e o Poiares, a lerem as tuas teorias isotéricas sobre a evolução da dívida. Talvez, assim, eles possam arranjar argumentos para nunca mais pagarmos coisa alguma.

    Abraço

  11. oh amélia rodrigues! olha o que pastaste acima

    “Há cinco dias atrás dizia na sua página do Facebook que uma das alternativas ao chumbo do Tribunal Constitucional passava por “um Governo técnico de iniciativa presidencial com credibilidade quer interna quer externa”

    tá bom de ver que o gajo se estava a pôr em bicos de pés para fazer parte da cambada, quando não são embebidos no youtube são escolhidos no feissebuque.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.