Ilga interpõe ação contra o Estado (co-adoção em casais do mesmo sexo)

Ler aqui a peça processual que devia estar na cabeça de todos.

Esperemos que na casa da democracia, quando for votado o pl da co-adoção em casais do mesmo sexo, prevaleça a justiça.

112 thoughts on “Ilga interpõe ação contra o Estado (co-adoção em casais do mesmo sexo)”

  1. o direito, o da criança, é o de crescer com um pai e uma mãe e não há nenhuma mulher que consiga ser pai nem nenhum homem que consiga ser mãe. esse prémio que supostamente querem dar às criancinhas – o de terem pai ou mãe a dobrar – serve apenas para encher de direitos a vida desses casais e não a vida das criancinhas.

  2. Olinda

    Acho que não estás a ver bem o filme. O que está aqui em causa são os direitos de todos. Imagina que o elemento que tem a responsabilidade legal sobre a criança morre. Como fica a situação da criança? Volta para o orfanato? Tiras-lhe a casa, o quarto, a privacidade, a escola, os brinquedos?
    E como fica a situação do elemento que não tem a responsabilidade legal sobre a criança? É complicado amiga. Não estou a falar de questões morais. O que estamos a debater são as questões legais, como os direitos, as liberdades e garantias que até os p… têm.

  3. e eu estou a debater nada – nem moralidade nem legalidade nem paneleirice: estou a dizer que discordo completamente da adopção por casais do mesmo sexo. ou seja, nada contra a homossexualidade mas tudo a favor da criança.

    (ainda não percebi essa da amiga, amiguinha)

  4. não concordo com a odoçao de casais do mesmo sexo.os motivos eram obvios até para os homosexuais,hoje graças ao loby já é normal.que se lixe a troika.

  5. A uma criança não se pode proibir de mamar na sua própria mãe.

    Só por motivos de forças inultrapassáveis deveria ser permitido.

  6. Olinda

    Então tens de te queixar ao querido lider. Foi ele que abriu a caixa de Pandora. O que cabe agora a nós, é minimizar as borradas que o teu querido lider andou demagogicamente e alegremente a fazer. Acredita que eu te compreendo muito bem, pois sou pai de 4 crianças.

    Beijinhos

  7. Ignatz

    És um hipócrita!

    Eu que fui sempre contra o casamento entre homossexuais, vejo que é necessario criar legislação porque há um vazio legal sobre esta matéria. Tu que andaste feliz e contente a apoiar o Socrates nestas merdas, agora vens com conversa de moralista e de fariseu. Com isto só mostras que és um irresponsável e ignorante. Não fazias a minima ideia do que estava em jogo. Fazem a merda e depois os outros que a resolvam.

  8. nunocm,

    o senhor tem de optar ou de otar, ou está pelo acordo ortográfico ainda não aprovado ou está contra: agora no assim-assim, é que não: ou é adopção, ou é adoção, ou é odoção. Mas se é odoção, também pode ser óvio que tem que optar ou otar por homossexual ou homosexual. E que eu saiba a língua inglesa ainda não teve acordo ortográfico, portanto não tire o b ao lobby, ou acha que tudo isto é normal e à vontade do freguês?

  9. xico! andas a sniffar branca de neve e essa porra têm bué de fermento que dá cabo do pinsamento, o cavaco mudou para cerealis que potência os prepúcios aos tijóis que escreve. aprende se queres chegar a presidente do condomínio lusitano.

  10. Ignatz

    Agora falando a sério. Depois de ler o que o “eu sou aquele que se esconde”, mais conhecido pelo “escondidinho”, escreveu sobre o Val, não digo que vou começar a dar na branca. Mas que me apeteceu ir a cozinha abrir uma garrafa de vinho, lá isso sim. Foda-se há gajos mesmo alucinados.

  11. Olinda,

    Parece-me que cedes à tentação (inevitavel) de colocar a questão ao contrario. A criança não escolhe, nem tem sentido conceder-lhe qualquer “direito” neste particular. Da mesma forma, uma criança orfã, ou filha de pais sem capacidade para cria-la (e, por conseguinte, candidata à adopção) não escolheu, nem tem qualquer sentido dar-lhe um qualquer “direito” à escolha. Entrariamos no puro non-sense ético, e juridico.

    Em contrapartida, ja faz sentido debater se um casal pode, ou não, escolher adoptar uma criança.

    Ora bem : porque é que se havia de excluir à partida que um casal homosexual possa fazer essa escolha ? Em nome de que considerações, que não possam ter a mesma pertinência, ou falta dela, em relação a um casal hetero-sexual ?

    Por um casal homosexual ser “menos” familia do que um casal heterosexual ? Onde é que isto esta escrito ?

    Não respondas, ja sei que é na biblia (que por acaso até nem é, mas adiante).

    Boas

  12. até podia ter sido o meu pai, francisco rodrigues.

    joão viegas, a pertinência termina quando começa o pressuposto de que homens e mulheres são completamente diferentes na biologia, no pensar, no sentir. a partir daqui um casal homossexual não tem reunidas as condições para ter filhos, a começar pela natureza biológica que é sábia. obviamente que o que não faltam são casais heterossexuais incompetentes e disfuncionais. mas isso é outra questão e não serve de sustentação para o meu único argumento: uma criança deve nascer para ter uma vida cheia de coisas felizes e não para ser uma coisa feliz a encher a vida de alguém.

  13. Cara Olinda,

    Este argumento não serve, ou então teria de servir também para excluir que casais inférteis possam adoptar, uma vez que a “natureza” lhes negou a possibilidade biologica de ter filhos, o que (de acordo com o teu raciocinio implicito) é sinal suficiente de que uma criança educada por eles so pode ser infeliz.

    O que tu queres dizer, presumo eu, é que é pecado entregar uma criança a paneleiros ou a fufas. Isso, sim, é um argumento coerente…

    Boas

  14. o que eu quero dizer é o que já disse e não o que queres que eu diga. um casal infértil nada tem que ver com o facto que é a natureza humana: são precisos, e só depois vem o amor, fluidos masculinos e femininos para conceber. pecado será negar isto para justificar que é possível – o pecado daquilo que é sobrepôr o desejo à originalidade. o pecado mora, sim, na gula e no egoísmo disso dos direitos de quererem ser iguais quando não assumem que são diferentes. e a diferença merece ser celebrada por haver espaço para todos na igualdade.

  15. Cara Olinda,

    Continua a ser incoerente o que tu dizes : ninguém pretende que os casais homosexuais tenham direito a procriar. Apenas a adoptar. Para isso, não são precisos fluidos nenhuns. Apenas uma decisão de justiça, baseada na ponderação de critérios legais, pertinentes éticamente, entre os quais parece dificil fundamentar que caibam fluidos, a não ser que faças um desviozito pela biblia.

    Quanto a terem de escolher entre dois termos de uma alternativa, ou se assumem como paneleiros, ou querem ter crianças, ja se trata de um argumento um bocadito mais logico…

    Boas

  16. olha, se quiseres reler tudo o que eu disse e perceberes – óptimo. se não quiseres, deixa lá. tenho mais o que fazer e não me apetece aturar-te: vou escovar a minha filha, que é uma cadela.

  17. eu estive no brasil e lá o que não se pronuncia não se escreve.alguns erros na palavra, são erros de teclado.de qualquer modo agradeço o cuidado.quanto aos homosexuais,nada contra,cad um ama quem quer. podem ser muito bons pais,mas falta uma mãe.eu sou um gajo vulgar como se nota. uma criança a viver com o pai e o tio (irmão do pai) tudo bem,à falta de melhor. socrates não aprovou a adopçao de crianças por casal homosexual.

  18. O argumento do nunocm não se aplica à adopção por um casal de mulheres homosexuais.

    Também não permite explicar porque é que deveriamos reservar a possibilidade de adopção às mulheres homosexuais (sem recorrer à biblia), ou alias exlui-las também da possibilidade de adoptar (sem recorrer à célebre rabula do Woody Allen no Manhatan).

    Boas

  19. o viegas descobriu agora que a bécula é uma beata reaças escondida atrás de metáforas supostamente artísticas que lhe conferem o direito à asneira em cornucópia expansiva.

  20. é. e quando lhe pedirem para desenhar o pai e a mãe ela faz dois sóis ou duas árvores – uma ilusão repleta de realidade e não uma realidade cheiinha de fantasia. mas como é óbvio as crianças vão sendo o que vamos fazendo delas até se tornarem adultas. o mundo, já se sabe, é estrangulado pelo adultos e a criança, e o ser criança, é alvo a abater.

  21. eu sou contra a adopçao por casais homosexuais.sejam mulheres ou homens,aceito que duas pessoas do mesmo sexo e que sejam familiares proximos “tomem conta” de uma criança.não estou preparado para aceitar outra coisa.se houver um referendo para legalizar esta situaçao,pela primeira vez em materia de costumes vou votar contra.

  22. Ola de novo,

    Sugiro que v. deixem momentaneamente de lado a questão de saber se são contra ou a favor, e que se concentrem um bocadinho na questão de saber porque é que são contra ou a favor.

    Se encontrarem razões de ser contra que não radiquem na biblia, avisem-me, esta bem ?

    Por exemplo, a questão do futuro da criança adoptada, quando colocada como v. o fazem nos vossos comentarios, é perfeitamente disparatada. Com efeito, admitindo que a criança não é adoptada por um casal infértil (homosexual ou heterosexual), ela vai continuar a ser educada num ambiente risonho, no seio de uma instituição social que não consta que seja capaz de procriar atravês de fluidos como deus manda. Ou não ?

    Boas

  23. olha, joão viegas, já estás a meter nojo com essa da bíblia – pelos vistos é esse o teu problema dada a tua focalização. psicologia da infância, já ouviste falar? já investigaste? então deixa de coçar os tomates com a bíblia e vai ler. é que eu não tenho de ter ideias e reflexões acerca do mundo consoante o que anda na berra e é bem dizer ou pensar.

  24. joao viegas,estou-me borrifando para a biblia.casei pelo civil e não batizei os meus filhos. sou agnostico em materia de religião.

  25. Ora essa, cara Olinda. Não tenho problema nenhum com a biblia, nem tão pouco com o facto de não compreenderes (ou de não quereres compreender) porque é que és contra. Um direito que te assiste e uma posição perfeitamente respeitavel…

    Boas

  26. sou contra porque não sou a favor – é o argumento do minimalismo só para ti visto que só lês o que tu próprio dizes. aliás: será essa uma forma de homossexualidade – a tua -, a de gostares e de te completares com a tua semelhança.

  27. Essa é boa !

    Expliquei aqui em cima porque é que as razões que invocas me parecem ilogicas e incoerentes (ou não pertinentes). Como disse, respeito perfeitamente o facto de não concordares e de não estares disposta, pelos vistos, a justificar racionalmente a tua posição. Não creio que a minha postura seja talibânica…

    Mas tu la sabes.

    Boas

  28. a tua postura é a de marrares com os meus argumentos que serão baseados na religião católica e, por isso, irracionais. ora eu não sou católica, isto por um lado. pelo outro, que vai dar ao mesmo, isso significa que se fosse teria de não ter opinião apenas por esta se basear nos alicerces da religião – não uma qualquer – católica. estás impregnado de preconceitos: tanto em relação aos homossexuais, que merecerão uma reflexão distanciada de tudo e de todos só porque o são, como ao catolicismo.

  29. Caro nunocm,

    Pelos vistos, és também agnostico em relação às motivações da tua oposição à adopção por casais homosexuais.

    Tudo bem. Como disse, não tenho problema nenhum com isso.

    Boas

  30. Cara Olinda,

    Nada disso.

    Os meus argumentos, desde o meu primeiro comentario, consistem em apontar que não faz sentido falar-se, como fazes, nos “direitos” ou no “interesse” da criança, que não estão aqui em causa. Isso é apenas uma forma indirecta de fugir à verdadeira questão, que consiste em saber por que razão excluimos à partida que um casal homosexual esteja em capacidade de dar à criança adoptada aquilo de que ela precisa…

    Quando digo, de maneira assumidamente provocatoria, que as vossas razões não se apoiam em nada a não ser na biblia (e nem nisso alias), é uma forma retorica, pelos vistos eficaz, de dizer que elas não radicam em nada.

    Podem refutar, como é obvio. Por favor, façam o obséquio.

    Mas, de facto, não é marrando que vão chegar la…

    Boas

  31. Errata : nos “direitos” ou “na escolha” (o “interesse” é precisamente o que deve estar em causa).

  32. mas quem falou, e fala, no facto de a criança não ter opção de escolha foste tu. lá está, desde o início que percebeste tonescos. e mais: não só não apresentas argumentos a favor como refutas os argumentos contra simplesmente porque vão contra os teus. sou contra como sou contra os outros casais, em outra perspectiva, que têm filhos e os depositam de manhã em um local e vão buscá-los à noite a um outro já comidos e de banho tomado. sou a favor da criança e contra toda a espécie de vaidade do que é ter filhos.

  33. olinda revela muito de si nas críticas que faz aos outros.
    “vaidade do que é ter filhos”?
    Pode guardar as suas fraldas.

  34. hgfasghfvsdxdj;hgf ?!!!

    Devo estar parvo.

    Escreveste :

    “o direito, o da criança, é o de crescer com um pai e uma mãe e não há nenhuma mulher que consiga ser pai nem nenhum homem que consiga ser mãe. esse prémio que supostamente querem dar às criancinhas – o de terem pai ou mãe a dobrar – serve apenas para encher de direitos a vida desses casais e não a vida das criancinhas”.

    Ora bem, a criança que vai ser adoptada não tem esse “direito”, nem sequer esta opção. A vida tratou de lha tirar, injustamente com certeza, mas ainda assim certamente e definitivamente.

    Esta criança pode ser adoptada por uma familia que lhe vai dar, na medida do possivel, um sucedâneo. Poque carga de agua é que deveriamos excluir a priori que um casal homosexual possa ser essa familia ? Porque é infértil ? Se assim fosse, deveriamos excluir a adopção por casais inférteis…

    Porque outra razão, então ? Por um casal homosexual não ser constituido de “um pai e uma mãe”, ou seja por serem homosexuais ? Eu julgava que os homosexuais eram iguais aos heterosexuais…

    Tirando um ou outro episodio de “Uma casa na pradaria”, onde é que vem escrito que o interesse da criança justifica que façamos o distinguo ?

    Boas.

    PS : Mais uma vez, não te quero obrigar a discutir. Respeito perfeitamente quem diz : eu não sinto isso assim. Mas, por favor, poupa-me a acusação de não estar a argumentar…

  35. olinda…poeta e génio da sensibilidade, própria, que a dos outros só existirá no plano teórico.

  36. Olinda

    Não sei se és casada, ou se já foste. Sabes o que é o casamento?

    Casamento é o vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante o reconhecimento governamental, religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação arquetípica é a coabitação, embora possa ser visto por muitos como um contrato.[1] Na legislação portuguesa, o casamento é, efetivamente, definido como um contrato

    O casamento é um contrato, nada mais. Nao tem nada a ver com sentimentos, relações afetivas, ou a felicidade das crianças. Tem a ver com direitos e obrigações. Vocês quiseram dar uma de modernos e progressistas, achando que era só deixar os gays juntarem os trapinhos que não vinha mal nenhum ao mundo. Agora eles dizem e com razão que os direitos dos cônjuges são iguais para todos, pois não há cônjuges de primeira e cônjuges de segunda.
    Amiga, agora aguenta.

  37. Isso mesmo, caro Francisco Aguenta Taveira. Alias, considerando melhor, o simples facto de deixarmos os gays existir foi ja um erro de consequências incalculaveis…

    Boas

  38. no meu pombal tenho machos e femeas.os machos quando vão para as provas voam a toda a velocidade para saltar para a espinha da companheira no regresso.ainda nenhum se enganou no genero.falta lá um francisco louça para dar a volta ao pombal.estou farto desta discussão. casarem tudo bem,mas o engraçado é que nessa relaçao um faz o papel mulher. como é? gostam de mulheres mas com pilinha não verdade?

  39. OK, portanto tendo em conta as observações cientificas do nunocm no seu pombal, podemos considerar razoavel proibir a adopção por mochos homosexuais (machos)…

    Boas

  40. João Viegas

    O teu comentário é completamente descabido. Não tenho nada contra os gays, mas dás-me o direito em não concordar com a legalização do casamento entre gays, ou não?
    Mas como a maioria aceitou, agora só temos de fazer o que estiver ao nosso alcance para minimizar os problemas legais que vão surgindo. Se leres um post meu que escrevi, por engano, noutro local do blog sobre o que é o casamento, compreenderás qual é a minha posição sobre este assunto.

  41. Caro francisco rodrigues,

    Longe de mim contestar esse direito. So estava a tentar compreender as razões da vossa posição, admitindo alias que v. não são obrigados a dar satisfações a esse respeito.

    Fico mais descansado ao saber que, afinal, as razões estão expostas noutro sitio qualquer e que não são as invocadas aqui em cima…

    Boas

  42. joao viegas,há uns anos ouvi na rtp um colega de julio machado vaz dizer cito:” estes homens fizeram uma opçao”.eu o nuno, e a maioria dos homens e mulheres não fizemos nenhuma opçao por gostarmos de gente do sexo oposto,só tivemos que dar uso à “ferramenta” que o pai do papa francisco nos deu.nesse programa da rtp entrou uma senhora do povo do norte que tanto gosto , para dizer isto ao representante da helga: “essa genta tem é um problema de fabrico”. foi o fim do mundo com os “helgaticos”. confesso que estou mais de acordo com ela do que com a historia da opçao.por ultimo pela sua feroz defesa da causa sou levado a pensar que o nosso joão viegas também fez uma opçao.a ser assim desejo-lhe que seja muito feliz,mas que não tenha muitos filhos pois isso é sinal de mais miudos abandonados.

  43. Caro nunocm,

    Obrigado por deixares (ainda) mais claro o terreno onde se enraiza a tua oposição à possibilidade de adopção por homosexuais.

    Estou a 100 % com os helgaticos neste debate. Tenho muita pena, mas não, “esta gente” não tem “um problema de fabrico”… Acho preocupante a tua complacência para com a simpatica representante do povo nortenho. Preocupante porque conheço muito quem defenda, com a mesma candura, que os pretos são naturalmente preguiçosos, que os judeus são naturalmente sovinas e que se os comunistas fossem pessoas frequentaveis e genuinamente preocupados com o bem da sociedade, então não se compreenderia porque é que quase toda a gente os acusa de serem comunistas !

    E ja agora, para tua informação, sou heterosexual, casado e pai de duas filhas.

    O que não me impede de prezar os principios de igualdade e de respeito da dignidade humana (que são duas faces da mesma moeda), a ponto de encarar sériamente a hipotese de beneficiarem também a paneleiros e a fufas…

    Desculpa a franqueza !

    Boas

    PS : E, mais uma vez, eu não excluo por principio que possam existir razões validas que fundamentem a tua posição. Quando as encontrar reconhecê-las-ei sem dificuldade. Agora uma coisa é certa, elas não estão, com certeza absoluta, no teu comentario !

  44. “E ja agora, para tua informação, sou heterosexual, casado e pai de duas filhas.”

    e era preciso casares para teres 2 filhas e seres heterosexual?

  45. Caro ignatz,

    Não, não era, nem pretendo que uma coisa se infere da outra. Apenas disse isto para informar o nunocm, que parece ver nessa circunstância um ponto pertinente (provavelmente por desconfiar que eu possa estar a pregar em beneficio proprio).

    E admito perfeitamente que pudesse ser homosexual. Provavelmente tenho pulsões nesse sentido, como presumo seja o caso de todos nos…

    Boas

  46. então, se não era, porque é que te casaste? há quem viva com outra(o) e tenha filho(a)s sem ter necessidade disso.

  47. That is a very personal question !

    Para todos os efeitos, não me casei para ter filhas/os nem penso que fosse necessario para isso, nem tenho nada contra quem tenha filhas/os sem casar, ou contra quem não tenha filhas/as apesar de casar.

    Esta bem assim ?

    Boas

  48. eheheheh,

    OK, pronto, eis então a verdadeira razão : casei-me para ter um impedimento legal de me casar com o ignatz…

    Boas

  49. “… casei-me para ter um impedimento legal de me casar com o ignatz…”

    o teu problema é de muitos outros que só concebem a coisa à luz do preconceito moral legitimado pela lei, exemplo especulativo suave: filho de puta vs. filho de paneleiro.

  50. O ignatz, desculpa la, mas estas a desconversar completamente.

    Este post não é sobre casamento, mas sobre adopção, algo que não é possivel sem ser ao abrigo da lei, ainda que esta legitime conceitos morais, como é inevitavel e normal.

    Defendes que qualquer pessoa devia poder ver-se incumbida de responsabilidades sobre crianças sem que a lei tenha nada a dizer, é isso ?

    Quanto ao casamento, que por acaso não esta aqui em causa, também estas equivocado. Uma coisa é a questão da escolha de cada um (e ninguém contesta que se deva proteger a liberdade de casar ou de não casar), outra a questão do acesso em condições de igualdade a uma instituição tradicional e legal.

    O ponto é sempre o mesmo : ainda que aches que é preferivel não casar, isto não justifica que a lei te negue a possibilidade de optares de forma diferente, so porque és homosexual (ou preto, ou judeu, ou comunista, etc.).

    E a situação pessoal do joão viegas, seja ela qual fôr, não parece um critério pertinente para decidir como deve ser a normal geral e abstrata. Apenas a referi porque o nunocm estava a insinuar que eu pleiteava em causa propria, o que não corresponde à verdade.

    Boas

  51. joão,eu acho que nesta materia não há opçao nenhuma.quantos miudos ainda na primaria,pelo seu comportamento já dão sinais do que vão ser no futuro? entra opçao e o defeito de fabrico, vou por esta,se me apresentar outra versaõmais razoavel,mudo de opinião.com esta conversa,até deixo de prestar atençao a este governo de mentirosos o que não pode acontecer.investiram em mais aviões ,para o combate aos incendios e esqueceram a prevençao.vão recrutar reclusos para os combater quando deviam por as tropas a fazer esses serviço.um destes dias, vemos o celebre pidé de mangueira na mão.

  52. “O ignatz, desculpa la, mas estas a desconversar completamente.”

    só questionei o que afirmaste e quanto a desconversa é leres o que escreveste

    “Este post não é sobre casamento, mas sobre adopção, algo que não é possivel sem ser ao abrigo da lei, ainda que esta legitime conceitos morais, como é inevitavel e normal.”

    não disse o contrário, apenas questionei a legitimação dos conceitos morais, o que a meu ver não é inevitável nem normal num estado laico.

    “Defendes que qualquer pessoa devia poder ver-se incumbida de responsabilidades sobre crianças sem que a lei tenha nada a dizer, é isso ?”

    não disse nada disso, antes pelo contrário.

    quanto ao resto, tamém andei nessa escola, mas no fim do primeiro trimestre mudei para outra mais perto da realidade. não percas mais tempo que estou esclarecido.

  53. Caro ignatz,

    So mais uma coisa :

    A lei assenta necessariamente em conceitos morais, debativeis e tanto quanto possivel despidos do seu manto preconceitual, mas não menos morais por isso. Nem o Estado laico, nem nenhum Estado de direito, pressupõe (ou admite) o contrario.

    Mas isso é de facto conversa para outra ocasião.

    Boas

  54. Bolas que isto é que é embirração ! Sou ateu e não me causa perplexidade podermos pôr conceitos a nu, sejam eles morais ou matematicos, se é que existe mesmo uma diferença entre os dois.

    E também não tenho nada contra o erotismo catolico, por sinal…

    Boas

  55. Ignatz / Viegas

    Tenho estado a trabalhar, mas vou vendo os mails que entram. São todos de vocês os dois. Não sei não, parecem dois namorados a trocar correspondência um com o outro. Será que vocês foram um casal gay na outra reencarnação?
    Ficámos hoje a saber que o Ignatz é um macho ribatejano e gosta de “pegar” touros. Põe-te em guarda Viegas! ehehehheh

  56. ehehehehe,

    francisco rodrigues, não te metas nisso, que é uma conversa intima que dura ha anos : o ignatz quer por força que eu me divorcie, eu digo que não esta na altura, para além disso, para onde é que nos iriamos ? eu gosto de crianças e ele diz que é contra a adopção !

    Boas

  57. tenho estado a seguir o debate com interesse. Dos condicionalismos e preconceitos sociais não nos safamos, nenhum de nós, mas, pode parecer simplista, é só simples: se há coisa de que o ser humano precisa, desde pequenino, como de pão para a boca, é de amor. E ainda não vi prova de que um casal heterossexual tenha mais capacidade de amor que um casal homossexual. É só isso, amor.
    http://www.youtube.com/watch?v=D-mMUplpts8

  58. não sei o que é que as “bichonas” do espectáculo têm para dar ou não… Mas suponho que tenham tanto como qualquer hetero atadinho da cabeça e do coração…e alguns dão mais nas vistas que as bichas. Mas para ti homossexual é a mesma coisa que rainha do carnaval?

  59. “Mas para ti homossexual é a mesma coisa que rainha do carnaval?”

    claro que não, mas é essa gente que se manifesta e reivindica essas coisas.

  60. wrong…so wrong, ignatz. Há os que reivindicam escrevendo e através de advogados e mecanismos legais, e ninguém lhes conhece a cara…a não ser amigos, como eu. Deixa-te de merdas. As rainhas, sejam homens ou mulheres, hetero ou homo, estão-se cagando, pelo menos na vida pessoal (não pública) para as criancinhas. E depois há também os que se cagam – em público – para as ditas, embora as ponham na bandeira da causa. Hipocrisia, o contrário do que se precisa: love.

    Peace.

  61. atão é melhor refazer o recenceamento por género para verificar a abrangência da causa. em abstrato tudo é possível e académico, mas nesse nível prefiro música.

  62. that’s the point: não é questão de género, é questão de tipo…concordo que é muito abstracto: seria necessário verificar quem está qualificado para ser pai ou mãe. Não é admissível. Mas o critério de género também não.

    E se queres música, deixo-te com esta. Já que estás tão virado para essa franja…See ya, sleep tight.

    http://www.youtube.com/watch?v=bRdo7WXTVoM

  63. Edie

    Cabe às famílias dar mais qualquer coisita do que amor às crianças. Talvez, por exemplo, valores, definição dos papeis sociais do homem e da mulher….

  64. também ainda não me provaram que um casal homossexual seja menos capaz de ter valores e saber passá-los, do que um casal heterossexual.

    Quanto à definição dos papeis sociais do homem e da mulher, se forem feitos por tipos/as como tu, coitada da criancinha, lá fica atacada de bronquite asnática crónica.

  65. Edie

    Por as escolas estarem cheias de professores ignorantes como tu, é que o ensino público em Portugal é uma merda.
    Se soubesses um pouco de Ciências Sociais, compreenderias a minha mensagem. Mas talvez seja melhor ficares na tua santa ignorância e continuares a achares que o amor chega para a formação de uma criança.

  66. Caros,

    Dois pontos importantes :

    1. O processo de adopção passa normalmente por um exame prévio aprofundado da capacidade dos candidatos para dar um devido enquadramento à criança, o que implica, por hipotese, “verificar quem está qualificado para ser pai ou mãe”.

    2. A teoria do francisco rodrigues, que é precisamente o que esta implicito nos argumentos da olinda e do nunocm (e agora do ignatz, ao que parece), lembra a posição das autoridades francesas que negavam a possibilidade de confiar uma criança a um casal homosexual (de mulheres), não por principio, mas porque o casal em causa não se encontrava em situação de dar à criança o (alegadamente) necessario “duplo referencial pai + mãe”.

    Esta jurisprudência era hipocrita e choquante.

    Foi muito oportunamente julgada contraria à Convenção Europeia dos Direitos do Homem. Vejam a decisão do Tribunal europeu (no sitio Hudoc, devem poder encontrar versões noutras linguas do que o Francês) :

    http://hudoc.echr.coe.int/sites/fra/pages/search.aspx?i=001-84569#{“itemid”:[“001-84569”]}

    Ninguém contesta que o interesse superior da criança deva ser tomado em consideração, como alias também acontece para a adopção por casais hetero (ou vocês julgam que não ha candidatos hetero à adopção que não têm condições, ou que o fazem apenas por quererem brincar à boneca, etc ?).

    O ponto é saber por que razão deveriamos excluir por principio que um casal homosexual reuna as condições para dar à criança aquilo de que ela precisa.

    Infelizmente, salvo melhor informados, deveremos concluir que os unicos argumentos nesse sentido se reconduzem às caricaturas expostas aqui em cima, que não são todas da minha responsabilidade…

    Boas

  67. “… e agora do ignatz, ao que parece…”

    se te parece, parece mal. onde é que eu disse isso? tu é que pelos vistos acordaste agora e descobriste que a adopção está legislada.

  68. Sim, relendo, pareceu-me mal, não dizes isso. OK.

    Quanto à adopção estar regulamentada, nunca duvidei que o fosse. O ponto é saber em que medida uma norma que exclua por principio a adopção por casais homosexuais é compativel com o principio de não discriminação. Ou seja, quais são as razões objectivas e socialmente aceitaveis, de fazermos por principio, em matéria de adopção, uma distinção entre casais hetero e casais homo (reparem a situação encarada no julgamento que linkei não era exactamente de adopção, mas era muito proxima)…

    Boas

  69. joão viegas,

    de facto não me expliquei bem, quando disse que “seria necessário verificar quem está qualificado para ser pai ou mãe”. Claro que isso já é verificado nas situações que referes. A inadmissabilidade a que me referia era porque estava a falar de pais e mães biológicos.

    Quanto aos adoptantes, penso que estamos de acordo: que haja igualdade de critérios na selecção dos pais adoptantes, independetemente da orientação sexual.

  70. Caro nunocm

    Para veres o que poderia ser uma pessoa “pai e mãe” sugiro que vas ao museu do Louvre, na sala das estatuas da ala Denon….

    Para perceberes o que significa “quem está qualificado para ser pai ou mãe” é mais simples, basta ires ao dicionario.

    Boas

  71. porquê que existem pénis e vaginas? como nascem os bebés? meu filhinho, os bebés tanto podem nascer de sexo anal e oral como da introdução de objectos fálicos nas vaginas. ah, então isso quer dizer que os pais dos meus amigos lá da escola – um tem um pénis e outra uma vagina – não podem fazer filhos? não, não foi isso que eu disse. o que eu disse é que os bebés são aquilo que nós quisermos que sejam. ah, então eu nasci de um pénis e uma vagina? sim, nasceste. mas vocês são dois pénis. mas vocês são duas vaginas. deixa lá, não penses nisso, o que importa é que te amamos. ah, mas então eu sou fruta do amor? sim, és. mas então o amor que faz nascer um bebé não é entre um pénis e uma vagina? é, também é. ah, mas então vocês não podem fazer bebés mesmo com amor? o que importa é que estás aqui connosco, com amor, o resto – incluíndo a tua cabeça – interessa nada. o mais importante é que te temos, temos um filho, somos iguais aos outros apesar de não aceitarmos as nossas limitações de sermos efectivamente diferentes e de sabermos viver com elas. ah, e não podiam ter comprado um, um que não pensasse, nos chineses?

  72. nunocm,

    tudo isto é muito relativo; tu, por exemplo, nesta anedota serias a mulher…

    Husband: You know, wife, our son got his brain from me.
    Wife: I think he did, I’ve still got mine with me.

  73. Cara Olinda,

    Tu não és contra a adopção por homosexuais, és contra a adopção em geral, uma vez que esta implica por definição que uma criança seja educada por pais/mães que não possuem o pénis e a vagina com que a criança em causa foi concebida…

    Isso é coerente : se recusares em geral a possibilidade de adoptar a todos, não existe mais discriminação nem violação do principio de igualdade.

    Boas

  74. oh viegas! basta tirares o casamento ou o casal do filme adopção que o problema resolve-se sem grandes chatices e com a lei existente. a porra é os espíritos abertos quererem moralizar, entre os quais, tu*. ainda há outro probleminha, que a minha avó tratava da seguinte maneira, primeiro perguntamos quanto e depois iniciamos a discussão.

    * não foi para te pedir namoro que te perguntei porque é que te tinhas casado, quando achaste necessidade reforçar a argumentação com o facto.

  75. eu sou é contra interpretações facciosas e manipulações factuais. e egoísmos: a falta de amor que é não abdicar de chamar a si direitos em detrimento daquilo que é ser criança amada na sua completude: amor de pai, de homem, e de mãe, mulher. pergunta aos teus filhos o que lhes dá a mãe que tu não consegues dar – e o inverso. depois de te aperceberes da diferença, conversamos.

  76. Caro ignatz,

    Agora sou eu que não percebo. Eu não pus o casamento no filme (onde ?) e o casal esta la a partir do momento em debatemos da adopção por um casal homosexual. A adopção por uma so pessoa é outra coisa. Estas a sugerir que os dois membros do casal adoptem cada um por seu lado ? Isso seria fraudulento e não responderia à questão…

    Ou então ha uma coisa que me escapa completamente naquilo que estas a dizer, o que é perfeitamente possivel.

    Boas

  77. está-se a deixar de lado uma evidência; se a criança é adoptável é porque não tem pai/mãe ou pais em condições de a terem…apesar de terem vagina e pénis fifty fifty…

    Portanto, adopção monoparental ou por casais homosexuais serão sempre males maiores face a instituições – sem pai nem mãe – ou famílias de acolhimento múltiplas -pais e mães à fartasana, em regime de rotação… WTF?

  78. remediar o mal? não, nunca, edie: vamos é apostar nos direitos das crianças e fazer mudanças nas mentalidades para que cada vez menos haja abandono. vamos à génese de tudo. vamos começar, por exemplo, por não facilitar o aborto – vamos apostar no amor e na concepção consciente; vamos tirar direitos adquiridos ao mero prazer que será ejacular. vamos fazer prevenção. vamos, enfim, fazer amor.

  79. oh viegas! uma coisa é adopção, outra coisa é casamento, são assuntos distintos? parece-me que sim. a adopção não tem necessáriamente de ser feita por uma família, casal ou instituição de solidariedade social, deve poder ser feita também por pessoas singulares independentemente do sexo, opção sexual e raça, desde que preencham as condições estabelecidas na lei. já apanhaste ou é demais para a moral vigente.

  80. afinal nem precisa de alterar a lei de adopção, já lá está. tanto adopta casal como pessoal solteira, não faz referência ao tipo de casal, nem sexo do solteiro.

    “Para haver uma adopção, a(s) pessoa(s) candidata(s) tem/têm de ser avaliada(s) e seleccionada(s) pela entidade responsável pelos processos de adopção.

    Depois de um período de teste (pré-adopção) em que a criança vive com o(s) candidato(s) durante seis meses, o tribunal competente decide, através de uma sentença, se a adopção se torna definitiva.

    O casal, ou a pessoa solteira, que pretende adoptar uma criança, tem direito a três dispensas do trabalho para avaliação da adopção, para deslocação aos Serviços de Segurança Social ou para receber os(as) técnicos(as) em sua casa, devendo apresentar a respectiva justificação à entidade patronal.”

    https://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/Dossiers/DOS_1+++planear+uma+crianca.htm?passo=4

  81. consigo, pois. as coisas difíceis dificilmente não dão frutos. conseguiria, no limite, que crescessem a pensar amor e a serem adultos equilibrados. mas lá está, as mentalidades focam-se nas dificuldades e nos buracos: tapar. é que ter felicidade não significa necessariamente dar felicidade. e é triste.

  82. oh bécula! não atrapalhes o trânsito com as tuas frustrações e se te queres suicidar manda-te do cristo-rei, mas deslarga a braguilha.

  83. portanto, conseguirias com o teu discurso dar-lhe o que só um pai e mãe biológicos podem dar para que a criança cresça amada e equilibrada…Muito bem. Adorei o papo. Adeusito.

  84. O ignatz, que confusão !

    A lei prevê de facto adopção por pessoa singular. Isso não é de agora, mas não responde à questão. Com efeito, não é concebivel (ou satisfatorio alias) preconizar que os casais homosexuais tenham de fingir que não são um casal, para poderem adoptar.

    O que se passa hoje, e que levanta um problema é que os casais homosexuais não são considerados como casais que se possam candidatar à adopção plena por um casal (artigo 1979 paragrafo 1 do codigo civil).

    O resto é talvez interessante, mas não é o que esta aqui em causa…

    Boas

  85. pais biológicos? onde é que eu falei em pais biológicos? admito: sou adiantadíssima mental e será mesmo melhor ficares pelo caminho. e ires afogar o ganso também. :-)

  86. olinda,

    Desculpa, mas não estas a querer perceber o que diz a Edie : a hipotese de adopção so existe para quem ja não tem, ou para quem nunca teve, a possibilidade de ter o carinho do pai e da mãe que o conceberam.

    Ja percebemos que tu decidiste que era radicalmente impossivel aceitar que a criança possa vir a receber um sucedâneo, a não ser por parte de um casal formado por um homem (que faz de pai) e uma mulher (que faz de mãe).

    So não explicaste é quais as razões que te levaram a esta conclusão.

    Ou melhor “explicaste” muito bem : é porque sim ! De facto, não consigo pensar em nenhuma razão mais elaborada…

    Boas

  87. oh viegas! confusão é na tua cabeça e na dos que se refugiam em interpretações morais da lei. casal homosexual não serve, solteiro não serve, nada serve e tudo serve para uma puta duma discussão sem pés nem cabeça. já agora não queres tamém a benção do papa? bardamerda, já dei demais para o peditório do folclore mongolóide.

  88. olha, já perguntaste aos teus filhos? então pergunta e eles explicam-te melhor do que eu. muitas vezes o excesso é bem mais desestruturante do que o defeito – neste caso, o excesso do mesmo. falta-te a inteligência de mulher. assim como à edie. e tomara que nunca sejam homossexuais com desejos de ter filhos porque eu temaria pela salubridade mental das crianças.

    (e já agora podias meter as boas no cu. andam em excesso – só para ficarem dentro do contexto)

  89. Bom, estes ultimos argumentos são de facto construidos com maior subtileza e pedem uma reflexão ponderada. Vou pensar um pouco antes de responder.

    Boa… quero dizer bom fim de semana.

  90. Edie

    ” falta-te a inteligência de mulher. assim como à edie ”

    Não fui eu que disse! Aconselho-te a rever a tua conversa sofisticada, pois pareces mais uma sapatona velhaca a falar.

  91. Ignatz, quem lhe dá o direito de vir para aqui falar no meu nome? Mas alguma vez leu que eu era a favor ou contra isto ou aquilo? Não se atreva a citar de novo a Rainha das Bichas. Se não percebe a essência deste alter.ego, vá-se catar. Palerma.

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