54 thoughts on “Finalmente, a declaração politica”

  1. Senhora Deputada Isabel Moreira,

    Muito obrigada pela sua determinação e pela sua coragem, que são, ou deveriam ser, um exemplo para todos os deputados acomodados.

    Deu-lhes, bem como a muitos outros agentes políticos uma lição exemplar.

    Tal como na Antiguidade acontecia aos atenienses, relativamente aos espartanos, eles sabem o que está certo; mas são demasiado comodistas para seguir o devido rumo.

    Bem haja!

  2. Muito obrigada.
    Grande mulher!
    Se o PS pudesse contar com meia dúzia de mulheres como a Isabel, outro galo cantaria. Precisamos de gente com esta fibra, esta determinação.

  3. eheheh… parecem os gloriosos tempos do ido da benedita quando mandava sms aos amigos para dizerem maravilhas. pra mim pode ser mesmo com ovo equestre.

  4. Nunca tinha visto defender assim de forma tão escarrapachada que os funcionários públicos, todos eles, a classe, só por sê-lo, são “cidadãos de primeira”. Mas há de segunda?
    (hmmm…isto cheira-me a gato escondido com o rabo de fora).

  5. Bravo Isabel: os políticos devem deixar-se de demagogias ou hipocrisias e optarem pela objetividade nas suas intervenções. O que disse foi claro e esclarecedor, coisa rara nos tempos que passam…

  6. Muito grato por tão eloquentes palavras, Drª. Isabel Moreira. Finalmente, da bancada do PS e pela sua voz, ouviu-se algo com o que estou totalmente de acordo. Essas eram as palavras que eu gostaria de ter ouvido da boca S.G. do Partido, ou até do lider ba bancada. Todavia, não tenho quaisquer ilusões de que desses senhores nunca tal se ouvirá. É por isso que eu reafirmo: com esta direcção o Partido Socialista não contará com o meu voto, ao contrário do que sempre aconteceu desde as primeiras eleições.

  7. ouvi agora o tube e fiquei desiludido, com tanto aplauso na caixa, ainda pensei que tinhas pedido a restituição do que já foi e do que vai retirado no natal, mas afinal foi só para lembrar que os funcionários publicos devem estar gratos a 7 ps e ao bloco pelo que não aconteceu e contribuirem para emoldurar a sentença. continuo sem perceber o que é tens contra os privados que te pagam o ordenado e que ajudaram a eleger-te.

  8. ignatz,

    há uma base eleitoral da deputada que ela ignora e que hoje, vergonhosamente, eliminou da categoria de “cidadãos de 1ª”(palavras da deputada) de que ela própria faz parte. Não foi só hoje. Ao calar-se perante a a aberração legislativa, cheia de inconstitucionalidades, como já apontaram deputados de outros partidos, que é o Código do Trabalho (privados, portanto), estabeleceu uma diferenciação nos direitos dos cidadãos.

    O facto de nem sequer se dignar responder à interpelação quanto a esta categorização distintiva dos cidadãos, gravíssima, do ponto de vista de um sistema democrático, é prova de que se está borrifando para os direitos constitucionais. Os direitos que defende são outros.

    Devia pelo menos respeitar o exemplo do pai, que enquanto Ministro do Ultramar de um governo colonialista, nunca estabeleceu nem referiu distinções entre portugueses de 1ª ou de 2ª.

    Acresce que pode ganhar eleitores para o PS entre os servidores do Estado, mas perde entre os servidores dos servidores do Estado.

  9. do ponto de vista psicológico, o pico de tom histriónico e esganiçado que assume nessa e noutras passagens do discurso também é revelador. Tratamento precisa-se e o parlamento não é o local próprio para o efeito.

  10. edie
    1. a declaração era sobre a decisão do TC
    2. não sobre outros assuntos
    3. a decisão inconstitucional tratava os funcionários públicos como gente odiosa
    4. daí o uso das expressões inspiradas no romance do jose R. M “gente de terceira classe”
    5. quis portanto dizer que perante a lei somos todos – e aqui estavam em causa os FP – “gente de primeira classe”
    6. chama-se metáfora
    7. quanto aos trabalhadores, tenho feito declarações, votei contra o CT na generalidade e na especialidade e quis subscrever o pedido de fiscalização iniciado no BE e no PCP. Disseram-me que era estritamente partidário, quando dei conta que já estava entregue.
    8 . o que interessa é que está no TC e espero que mesmo que nem todas as normas sejam declaradas inconstitucionais, as mais graves o sejam
    9. mas não vale a pena desviar o assunto: hoje tinha 10 minutos para falar da decisão do TC

  11. é sim senhor, tem mais ética, sentido de estado numa costela do que a senhora no esqueleto todo. Posso respeitar mais um ser às direitas de direita do que um ser torto de esquerda.
    Porque o que resulta desta embrulhada toda (espera para ver o O.E 2013) é que a Sociedade vai ter de servir o aparelho estatal e não o inverso. Para perversidade chega, não?

  12. isabel,

    os reparos que fiz não se restringiam, como penso ter salientado, à declaração de hoje mas a toda uma atitude de empenho extremo por um lado e de menos empenho (para dizer suavemente) por outro.

    Se vamos falar de violação de direitos em base comparativa, força. Se vamos falar em investimento político e emocional “equitativo” na defesa dos direitos de uns e de outros, mais força ainda.

    E ainda falta esclarecer aquela que lançaste de que certos níveis dos privados ganham mais do que no sector público. Comparação que puxaste ao discurso de forma inocente, suponho, para não criar divisões, mas também se pode dizer que certos níveis do sector público ganham mais do que no privado. Vê lá onde está a média salarial e onde está a grande parte de trabalho obrigatório gratuito, onde está a maioria dos salários mínimos, onde estão os lay off, onde está a maior incidência de taxa de IRS, onde está a maior taxa de precariedade de trabalho e de desemprego…Os quadros do privado, vulgo classe média estão, muitos deles no tutano, vários passaram à indigência. Só peço respeito por essa gente, e mais empenho político e emocional, mais nada.

  13. Meus caros a natureza da declaração aqui ouvida explica que não se pretende poupar o “sector público” em detrimento do “sector privado”, nem o contrário. Fazendo uma analogia, o acórdão não diz que “partir uma perna” é inconstitucional porque “não se partiu a outra”. O que está implícito é que devemos “poupar ambas pernas”, por mais leituras políticas que façam.

    Parabéns à deputada pelo ato em destaque e aos deputados subscritores do pedido de fiscalização. Outras “lutas prementes” deverão ter a mesma união política.

  14. em gesto de humildade, vou calar-me perante a força e sustentação dos argumentos dos teus apoiantes aqui na caixa. Brilhante seja, então.

  15. Zé,

    basta pegar numa peça mínima do acórdão que diz”a medida traduzia-se numa imposição de um sacrifício adicional que não tinha equivalente para a generalidade dos outros cidadãos que auferem rendimentos provenientes de outras fontes”.

    Não tem equivalente?? Mas que contas foram estas?? Claro que não tem equivalente, mas no sentido contrário.

    A perna do privado já está amputada há imenso tempo (aí pelo joelho), daí, em parte, o aumento das despesas do estado e a diminuição das receitas. Com este argumento, corta.se pela virilha, mas sabes que mais? Não chega. Por esta lógica, há que chegar à degolação para manter o estatuto dos servidores.

  16. Zé,

    basta pegar numa peça mínima do acórdão que diz”a medida traduzia-se numa imposição de um sacrifício adicional que não tinha equivalente para a generalidade dos outros cidadãos que auferem rendimentos provenientes de outras fontes”.

    Não tem equivalente?? Mas que contas foram estas?? Claro que não tem equivalente, mas no sentido contrário.

    A perna do privado já está amputada há imenso tempo (aí pelo joelho), daí, em parte, o aumento das despesas do estado e a diminuição das receitas. Com este argumento, corta-se pela virilha, mas sabes que mais? Não chega. Por esta lógica, há que chegar à degolação para manter o estatuto dos servidores.

  17. os funcionarios publicos, desde o cantoneiro até ao pministro passos coelho ,agradecem encarecidamente a sua intervenção que repôs a justiça e equidade de tratamento.

  18. “a medida traduzia-se numa imposição de um sacrifício adicional que não tinha equivalente para a generalidade dos outros cidadãos que auferem rendimentos provenientes de outras fontes.”

    Implicitamente, referem, penso eu, aos rendimentos de capital que são pouco taxados ou isentos de contribuição. Não vejo aí “alusão” à “perna privada”, no sentido dos rendimentos do trabalho.

    “Não chega. Por esta lógica, há que chegar à degolação para manter o estatuto dos servidores.”
    Exatamente. O que faz quando erra uma vez, duas ou mesmo três. Insiste no erro (as mesmas medidas “austeritárias” que levam à recessão e ao maior endividamento, sim a dívida pública não pára de aumentar) ou encara a realidade e muda de vida? Terá aqui a resposta para o país.

  19. 1. a declaração era sobre a decisão do TC
    (ninguém disse o contrário)
    2. não sobre outros assuntos
    (deu para ver e ouvir)
    3. a decisão inconstitucional tratava os funcionários públicos como gente odiosa
    (não vi esses termos escritos em lado nenhum)
    4. daí o uso das expressões inspiradas no romance do jose R. M “gente de terceira classe”
    (fetiches esquerdelhos que revelam falta de cultura de esquerda democrática))
    5. quis portanto dizer que perante a lei somos todos – e aqui estavam em causa os FP – “gente de primeira classe”
    (quiseste, mas não passou das intenções, caso contrário bota aí o segundo onde dizes isso)
    6. chama-se metáfora
    (sem acento sai fora, topo gente culta à distância)
    7. quanto aos trabalhadores, tenho feito declarações, votei contra o CT na generalidade e na especialidade e quis subscrever o pedido de fiscalização iniciado no BE e no PCP. Disseram-me que era estritamente partidário, quando dei conta que já estava entregue.
    (e disseram bem, não foste eleita para fazer fretes à concorrência)
    8 . o que interessa é que está no TC e espero que mesmo que nem todas as normas sejam declaradas inconstitucionais, as mais graves o sejam
    (espera sentada, aqui não afecta o vencimento de quem decide)
    9. mas não vale a pena desviar o assunto: hoje tinha 10 minutos para falar da decisão do TC
    (se o estado pode aumentar os funcionários públicos, porque é que não pode reduzir os ordenados para diminuir a despesa e o tc manda bitaites sobre os privados?)

    enfim, só paleio sem consequências para promoção pessoal e encenações de glorificação para impressionar parolos, tou a falar dos cromos que cairam aqui de para-quedas a incensar-te.

  20. De quanto acabei de ler uma coisa me parece evidente, na linha, aliás, do que em tempos aqui deixei: a corja que nos governa não é tão idiota como por vezes parece, pois conseguiu aquilo que é o suprasumo da política maquavélica: DIVIDIR PARA REINAR. Infelizmente até nos comentários que aí ficam, é ou não evidente que nesta matéria, muito embora se reconheça que o acórdão não permite essa interpretação, é ou não evidente que nunca como hoje se falou tanto em OS PRIVADOS versus OS PÚBLICOS e vice versa!?

    Estão divididos os portugueses essa é que é essa! e os safardanas dos direitolas esfregam as mãos de contente!

    Espero é que não se conclua do que digo que estou em desacordo com a posição tomada pela Isabel Moreira a quem saúdo pela coragem e determinação com que se tem batido pela defesa da Constituição.

  21. (maria rita, até ao PR, coitado). E ainda temos os gestores públicos, pobrezitos…aquilo é uma clasee muito explorada.

    Ignatz especialmente o ponto 8 também me fez espécie: não se paga a um deputado para esperar que outros façam o seu trabalho. Esperar com fé é mais próprio da Cristas – neste caso é ao contrário, espera-se que não chova.

  22. Cícero,
    que não te cheguem esses medos de que alguém pense que estás contra a “coragem e determinação” da deputada. Nada disso está posto em causa.

    Quanto à comparação entre públicos e privados, atenta no acórdão, e sobretudo ouve melhor o discurso da deputada, quando puxa a distinção, já não sei a que minuto. Referi acima.

    Está gravado e a desculpa de que a intenção não era essa, enfim, leva-nos ao velho provérbio.

  23. Em primeiro lugar, estão de parabéns os 7 (sete) deputados do PS, que subscrevendo o documento, ofereceram um “prémio de consolação ao seu partido.
    Mas a deputada I. Moreira, reclamando-se de CONSTITUCIONALISTA, e aproveitando bem as mentiras de outros, e até de Passos Coelho, subiu à tribuna ( que antes lhe tinha sido negada…) e chamou aos BOIS, pelo seu próprio nome!!!!! ( Já tinha saúdade de momentos destes)
    Não tenho que lhe agradecer por isso……este é o papel que cabe aos deputados….Os “outros” ? são ” decorativos”…..

    Cps. Isabel

  24. mas a frase mais bombástica, anedótica e insultuosa ao mesmo tempo é logo a abrir: ” nunca tantos foram ignorados por quase todos”. Os “tantos” são mais do que os outros tantos (sabemos que não são) e foram mais ignorados? Caramba. Com decisão do TC e tudo? Quem me dera, estando no privado, ter sido “ignorada” dessa maneira e ter tido uma decisão do TC promovida pelo pessoal em quem votei…talvez pela última vez.

  25. olimpico,
    sabendo que estás acima dos comuns mortais que não são recrutados/nomeados/indigitados para fazer parte do Olimpo ( os de 1ª) olha que os “outros” são mais do que decorativos: revê lá o filme, que eles é que sustentam esta pandegagem toda e ainda são insultados por cromos como tu. Se são decorativos, que se dispense o seu contributo decorativo.

  26. É verdade “pá” não sou RECRUTÁVEL/NOMEÁVEL/INDIGITÁVEL e o meu CURSO, foi feito
    com presença todos os anos…..e CRÓMO, é a tua tia, com todo o respeito por ela!!!!

  27. Não posso deixar comentar o texto do POIS ,no jornal de negocios online sobre os paineis da gasolina nas auto estradas. vão lá ver, está demais!

  28. As mulheres até no futebol são melhores….estive a ver um bocadinho dos eua vs frança e fiquei espantada.poucas faltas,sem maldade inteligencia de jogo.vejam e cheguem a casa e digam isto às vossas mães,mulheres e filhas,para lhes aumentar um pouco a auto estima que está andar em baixo com estes problemas todos na nossa vida para resolver.

  29. oh isabel! já que estás com a mão na massa aproveita para pedir a verificação da constitucionalidade do aumento do imi, actualizações de 2009 foram avaliadas em 2012 para pagarem 20 vezes mais em 2013. quando acordares para a realidade já o fisco penhorou as barracas ao pessoal por incumprimento fiscal, mas tá bem, trata-se de uma nacionalização para pagar os salários da função pública e nessa altura pode ser que se consuga uma isenção para os funcionários do estado.

  30. Edie,tem razão! tinha-me esquecido do” homem do leme” que mora na quinta da coelha, com gente muito conhecida da PJ.

  31. Para a Edie: não sou funcionária pública nem pensionista mas entendo que a Isabel fala para mim e se bate por mim.
    Para a Isabel: só tenho a dizer Grande Isabel! Ao vê-la ali direita e corajosa com o seu vestido branco, lembrei-me de repente de um poema da Sophia. Naqueles 8 minutos em que falou no Parlamento “Antígona pousou a sua mão sobre o teu ombro” … “e a busca da justiça continua”. É isso.

  32. oh ariane! por onde é que tens andado rapariga? há bués que não aparecias aqui na rga dos alunos da isabel.

  33. Parabéns e muito obrigado!

    As questões de princípio afectam-nos a todos, porque são abstractas, e por isso serão sempre as mais importantes.

    Hoje (no OE 2012) foram cobardemente discriminados e vilipendiados os Funcionários Públicos e os Reformados e Pensionistas do Estado, amanhã poderão ser os Idosos, ou os Jovens, depois de amanhã as Mulheres, os Imigrantes, os Muçulmanos, os Católicos, os Homo-sexuais, as Mães Solteiras, os Pretos, Amarelos, ou os Vermelhos, como noutros tempos e paragens foram os Judeus, os Doentes, os Comunistas, os Intelectuais, os Pacifistas, os Pequenos Proprietários, os Patriotas…

    Que a incompreensão, a ignorância, a estupidez e a má-fé – que serão sempre (aparentemente) maioritárias e avassaladoras – nunca a perturbem, nem detenham essa sua imprescindível voz, no grave momento que atravessamos e nos piores que se adivinham.

  34. oh marco paulo! tamos carecas de saber que o interesse público só passa à porta de quem o representa, os restantes servem para pagar a excelência do funcionalismo.

  35. qual? edie! a santa da ladeira, que esperava que os gajos se curassem para reclamar milagre, essa não teve rigorosamente acesso a participar na excelência de conteúdos.

  36. Caros senhores e camaradas como diz o outro.Os que estão no mesmo barco e felizmente somos muitos, no aspirina,agarremos o essencial e deixemos o secundario.nós na oposição tambem temos o direito a um pouco de retorica e umas pitadas de demagogia.A isabel falou agora e com raiva,por que além do mais ,anteriormente foi impedida de o fazer.Todos são funcionarios publicos não há de primeira nem de segunda,mas não é por este lapso na prosa, que vou crucificar uma socialista que avançou com uma medida que alem de repor a legalidade vem dar melhor e mais comida a milhares de portugueses.camaradas não nos enganemos no inimigo. espero quenão fiquem aborrecidos com este desabafo.depois disto sujeito-me à critica,tambem estou cá para isso. vou citar duas frases: As pessoas que não fazem barulho são perigosas. Jean la fontaine. a outra é-me desconhecida a paternidade: duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar e falar quando é preciso calar.esta ultima não é para o josé seguro…

  37. Bem difícil é perceber como dizer certas coisas, quando são enormes as responsabilidades e dramáticas as consequências. Queria, simplesmente, divertir-me, sorrir de agrados, de conversas feitas apenas, talvez, de coisas ditas inocentes. Oh! de como é bom estar junto à praia, brincar nas areias com uma conchinha, observando mergulhos e gentes felizes, como se gente não fosse já muitos. Queria, afinal, apenas ser feliz. Se amo? Ó se amo…amo muito, e a tempo inteiro…
    Não, não queria, de modo algum, estar aqui, chamando à atenção deste ou daquele, ou daquela outra, quem quer que seja! Queria tão só que nada disto fosse necessário, que cada um soubesse o tempo de entrada na sinfonia, cada acorde do outro, sem atropelos. Queria apenas poder, no final, aplaudir, palmas de BRAVO!!!

    Mas, edie & associados, em democracia somos todos livres de dizer, pensar e escrever, propondo caminhos, não insultos. Esses são apanágio dos “fracos da razão”… dos tolos e tolas!!

  38. Carlos Alves,

    respondo como edie, não sei dos associados. Não podia estar mais de acordo consigo.
    Só não concordo que em democracia não somos livres de insultar, mas sim de propor caminhos. Ora veja lá, bem vistinho, o que acabou de (não) fazer.

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