6 thoughts on ““Estamos em guerra””

  1. exacto. a esta hora os portugueses espanhóis italianos irlandeses e tal já deviam andar em reuniões , mais a inglaterra , para arranjar uma estratégia de saída desta scheiße alemã. mas são uns frangos.

  2. :)),

    pondo a escrita em dia, reparei neste teu comentário que me sugeriu uma ideia porreira (sem ironia): a malta devia era pedir ao Reino Unido para fazer parte da Commonwealth e mudar de clube, que este clube dos alemães é como o do Bolinha. E até já lá temos os nossos irmãos moçambicanos.

    E aproveitávamos para mudar de Banco Central, que já foi ocupado pela Alemanha.Passávamos a ter conta no Commonwealth Bank.

    Não vale menos que os conselhos do Borges e é de borla para o contribuinte.

  3. mas é que é mesmo edie , e como tu disseste lá para cima , devíamos tb estar a apelar à cavalaria americana.. é o mircea e o eterno retorno :) e a Rússia , porque está aversão à Rússia ? eu gosto dos russos , bem mais do que de boches. a Rússia é romântica , a Alemanha é chata , cinzenta e banal , tal e qual “a montanha mágica “, um pincel tuberculoso comparado com “guerra e paz”.

  4. Concordo. Se não damos luta, só levamos porrada. Se vamos à guerra, podemos levar mas também damos.

    Já agora, dedicado aos bárbaros da germânia e aos seus agentes no laranjal, que passam a vida a cagar d’alto só porque estão convencidos que nunca hão-de cair na chafurda que criaram, aqui vai:

    1) Como a moeda da “minha Europa” já era, a chanceler Angela Merkel deveria mostrar ao mundo que não teme o que aí vem e tomar a iniciativa de reintroduzir o marco alemão. Para todos podermos ver quem mais tem a perder…

    2) Como o candidato Fernando Seara já era, Miguel Relvas devia mostrar a sua determinação e coragem, neste momento difícil para o PSD, e candidatar-se a presidente da Câmara de Lisboa. Para que todos os que se sentem solidários com Miguel Relvas o podessem manifestar…

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