Da falta de autenticidade

Cabe também aos políticos dar cabo de uma tese que tem donos e rostos segundo a qual todos eles, todos nós, somos uns “pulhas” e uns “gatunos”. Cada Partido tem de fazer essa reflexão, se não a fez há mais tempo, cada titular de cargo político tem de parar e pensar em cada motivação de cada decisão sua, se não o fez há mais tempo.
Se a ponderação minuto a minuto sobre a autenticidade da ação política não nasce com todos, sirva um país arruinado, gente de pele rasgada, dezenas de pessoas atiradas, por hora, para a morte interior do desemprego; sirva a velhice sem o amparo conquistado e agora roubado; sirva a palavra “falência” interiorizada de norte a sul. Se a ponderação da autenticidade da ação política não é banal, sirva tudo isto que é o fim das escolhas – que é dizer desesperança, que é dizer ditadura-, sirva o inadmissível para dizer “estou aqui com um mandato pelo povo”.
Se é impossível parar a contenção quase matemática dos que até quereriam agir em nome dos que o move moralmente no dia 2 ou no dia 3, mas há um plano pessoal de carreira (medo), sejam os Partidos a perderem a cara-de-pau.
O país em carne viva está dependente de ajuda externa apenas porque a direita estava sedenta de poder.
Podem todos dizer que nada disto era previsível, mas não podem todos ter um milhão de pessoas na rua e comportarem-se como clubes de futebol.
O PS avisou que se a imoral TSU não fosse rasgada apresentaria uma moção de censura.
Muito bem. Mas se se avança para a imoralidade, por que não aplica o mesmo “aviso” se a dose de 2012 a que o PS deu, e mal – como se viu, na minha opinião pessoal -, o benefício da dúvida, for reforçada num caminho de recessão, de sofrimento e, lá está, de desesperança insuportável, para além de desnecessária? É normal apresentar um plano à TROIKA como um gatinho e falar de “compromisso” não suado e falhar nos compromissos mais básicos que um Estado de bem tem para com os seus? É moral estar há semanas a brincar com uma decisão do TC? É moral recuar na TSU e explodir fiscalmente com as pessoas?
(E seria imoral uma greve de impostos?)
O BE anunciou uma moção de censura para quinta-feira, penso, tentando unir a esquerda, e lá foi o PCP juntar-se ao dito, mas afirmando a sua “autonomia”, não, não têm nada a ver com o Bloco, nunca tiveram (só às vezes), e tratam de fazer no anúncio da sua moção aberta, mas fechada, o mesmo que fizeram aquando no chumbo do PEC IV: uma moção de censura ao PS. Trata de tentar esmagar o PS, encosta-lo, aquele que derrubaram por “excesso de austeridade”, tudo isto a pensar no povo, claro, e nunca no crescimento há tanto desejado do PCP à custa do PS. Sim, essa pureza, o PCP, nervoso com uma manifestação de 1 milhão de pessoas, logo a convocar outra com o seu cunho, um medo de perder a rua – que é deles! – que já vai num anúncio apressado de greve geral sem negociação com a UGT. O PCP que leva o Código do Trabalho ao TC, mas, para no caso de obter vitória poder cantá-la sozinho, fecha as assinaturas a outros Deputados.
Depois há a Maria, por exemplo, professora desempregada, com 3 filhas acima dos 21, todas desempregadas, a olhar para isto.
Diz que não são todos “ladrões” e que até ela explicaria à Ministra da Justiça pidesca e justicialista o que é a separação de poderes e o que é isto e aquilo. Não, não são todos “ladrões”, isso é populismo, diz, mas estou como que um cancro e dão-me como voz um jogo de futebol.
Devemos mais a quem nos elege.

25 thoughts on “Da falta de autenticidade”

  1. “Depois há a Maria, por exemplo, professora desempregada, com 3 filhas…”

    No meu caso fui para o Brasil, mas fui para as obras como podia ser qualquer outra coisa.

    Vai haver solução para tudo! desde que os políticos se respeitei a eles próprios, e falem mais «baixinho» e trabalhem para o povo.

    O que não acontece há muitos anos.

  2. Esta reflexão é como a autora genuína e autêntica, mas o BE também tem excesso de culpas em tudo isto, por isso não pode ser branqueado!

  3. O orçamento do ano passado tirou dois “salários”(subsídios de férias e de natal) aos funcionários públicos e reformados, mas para o PCP e BE isso não mereceu censura…

    …agora que a austeridade ameaça levar um salário a todos (já não são só os funcionários públicos a “comer” pela medida grande para pagar a crise) já há moção de censura!!!

    O PCP e o BE estão-se a marimbar para os funcionários públicos e reformados… não podem é sentirem-se ultrapassados pela contestação na rua.

  4. Só um partido socialista muito fraquinho, consegue fazer um partido comunista tão forte, para não dizer uma esquerda, quase 20% de comunistas. É esta reflexão aparentemente tão simples, que os socialistas desde há muitos muitos anos, são incapazes de fazer.

  5. Mm,o ps vota mais propostas do pcp do que aquelas que tu pensas.O contrario é que já não é verdade.Se o ps é um partido de poder,e o ps tem 8portugueses em 100 possiveis é por que os portugueses acham que o projecto do do Pcp, é um embuste quando se apanham no poder.Os portugueses não gostam de ser originais (para isso já chega termos 2 partidos de extrema esquerda ), por essa razão esperamos que de paises mais ricos e evoluidos nos cheguem bons exemplos para os podermos abraçar numa situaçao tão dificil como esta que o pais vive, graças aos aventureirismo do Pcp e o bloco que os levou a abrir as portas do poder à direita. O Pcp está tão atento aos problemas dos trabalhadores que até se “esquece” de pedir a fiscalizaçao sucessiva da legislaçao que nos retirou os ordenados ao contrario do bloco e varios deputados do Ps. . A moçao de censura mais uma vez é um frete à direita. Parece que é para trair que se servem do voto de gente bem intencionada.O Ps não defende o vosso socialismo, por isso derrotou-o depois de abril, e voltara a vir para a rua se a isso for obrigado.Um aviso: desta vez seremos menos ingenuos.

  6. Desculpe que lhe diga mas este é post vem comprovar que não consegue libertar-se do preconceito anticomunista.
    Sabe bem que quem alterou o apoio aos PECs do PS foi a direita, o PCP votou sempre contra.
    Sabe bem qual tem sido o papel da UGT no apoio a este governo, tão descarado que até surpreendeu muitas figuras da direita.
    Sabe bem que o João Proença declarou que não ia à manifestação nem concordava com ela.
    Como votou o PS no Orçamento deste governo?
    Como votou na legislação laboral?
    Quando o PS começa a especular sobre a moção de censura do PCP cheira logo a pretexto para mais uma das tais abstenções violentas que mais não são do que cumplicidade.
    Por que é que o PS não apresenta também uma moção de censura? Não tem motivo?
    De todos os violentes ataques deste governo a direitos constitucionais dos trabalhadores e do povo, de toda a política de destruição do SNS, da Educação, do poder autárquico, da nossa economia, à privatização selvagem de empresa e sectores estratégicos, só a TSU é que incomodou o PS?
    Alguém acredita que com um serviços da dívida superior a 8.500 milhões de euros (mais do que os orçamentos do SNS ou da Educação), o desemprego a aumentar, as falências a aumentarem, a recessão a manter-se, a dívida a crescer e ultrapassar os 120% do PIB, estas políticas vão resolver algum dos nossos problemas?
    Por que é que o PS insiste no respeito por um memorando que está a conduzir o país à ruína e a hipotecar a nossa soberania a ponto deste governo já ter o despudor, o atrevimento, a indignidade de submeter medidas de austeridade à aprovação da Comissão Europeia antes de as dar a conhecer aos portugueses e aos seus representantes?
    Já somos uma república das bananas? Não concorda que este governo já perdeu toda a legitimidade para governar?
    Que esperam os militantes e simpatizantes do PS para se juntar à luta em vez de andarem
    a inventar desculpas e discutir o sexo dos anjos?
    Não sentem, pelo menos, o sofrimento do povo que também representam e a necessidade de lhe dar resposta?

  7. “O Ps não defende o vosso socialismo, por isso derrotou-o depois de abril, e voltara a vir para a rua se a isso for obrigado.Um aviso: desta vez seremos menos ingenuos.”

    O PS faria o mesmo que sempre fez, aliar-se-ia à direita.

  8. Uma pessoa fica preocupada com estes deputados. O PEC I não resultou, o PEC II, não resultou, o PEC III, não resultou, seria portanto o PEC IV que iria resultar. O que é preocupante todavia é que com a Espanha à beira de pedir um resgate o PS pelos vistos ainda pensa que o PEC IV seria suficiente – é que se Sócrates dizia que a culpa de crise portuguesa tinha origens internacionais então o PEC IV seria o tal PEC que resolveria a crise portuguesa, porém como a crise tem origens internacionais o PEC na medida em que resolvia a crise portuguesa resolveria necesariamente também a própria crise internacional…

    a) Se a crise portuguesa durante o governo PS é toda ela nacional então a responsabilidade é do PS e Sócrates mentiu.
    b) Se a crise portuguesa vem de fora, é internacional, então um PEC nacional não a resolveria.

    A sra. deputada que escolha, entre a e b, a opção que prefere, já que quanto ao PECIV não há outra.

  9. Não se aflija minha senhora, não se aflija. Isto é só fumaça. O camarada Jerónimo ´tem um “dream” naquela cabecinha que tira todos os dias do congelador para atarraxar novamente ao corpo e esse é içar a bandeira do “partidão” liderando um pelotão de tristes subalimentados no que resta do Reichstag, então já bombardeado pelas força aérea do filho do querido líder que, a pedido do camarada Bernardino, veio reinstaurar a democracia na velha Europa. A Sul o renegado Louçã lerá “O esquerdismo…..” do camarada Lenine enquanto parte pedra (apenas com uma mão, porque com a outra segura o livro) num dos quarenta campos de reeducação que polvilham o espaço entre Évora e Beja. Entretanto os comentadores, opinion-makers e quejandos, entres os quais incluo essa luminária da inteligência nacional que é o director do inimigo público, já cá não estão e almoçam, ou jantam, num qualquer restaurante de Nova Iorque na companhia do…Crespo. Os que ficaram, os ditos ou os sociólogos reciclados em historiadores, ensinarão o comunismo científico numa universidade do povo e educarão as massas, não as alimentícias, é claro, as populares.
    Não se aflija minha senhora, os tempos são interessantes.
    Ah, é verdade, entretanto a Maria vai continuar desempregada e com mais fome. Eu já nem a Junta de Freguesia de Alcântara me vai safar porque então já não existe Junta nem Freguesia e o que restava das marmitas foi reciclado para fazer aço…como nos tempos gloriosos do camarada Mao. É a vida…

  10. Vamos lá explicar.Proença actuou com coerencia ao não ir a esta manifestação.A UGT ao contrario do habitual não foi convidado. (o sucesso estava garantido mesmo sem centrais sindicais ),e alem do mais discordava (com razão ) de alguns pressupostos como o da” rua com a troika”.A direita em Espanha, sabe muito bem o que significa pedir socorro internacional,(nos ainda melhor conhecimento tinhamos) por isso luta, para que tal não aconteça. vai conseguir? talvez não,mas luta para o evitar, que alem do mais os impede de ir ao ditos mercados buscar dinheiro.Lembro que quem chamou a troika foi a direita e os partido “defensores da classe trabalhadora” PCP e BLOCO.A ida ao pote eleitoral, era mais importante para esta “coligação”. Não é estranha,pois já fizeram” varias uniões de facto” para derrubar governos do Ps, mais uma vez em defesa dos trabalhadores.Hoje os portugueses estão bastante melhor do que em abril 2011.Vejam lá como está bom! até somos convidados a conhecer o estrangeiro. Querem mais do que isto? vão ao totta.

  11. Já é altura de acabar de vez, com a tentativa de certos elementos do PS, que á falta de argumentação, utilizam continuamente a derrota do PEC IV , como a causa de todos os males que Portugal sofre.

    O PEC IV, NÂO ERA NENHUM ORÇAMENTO DE ESTADO.

    Era mais um aditamento , um conjunto adicional de medidas gravosas para os mesmos, que Socrates negociou com Bruxelas , SEM DAR CAVACO A NINGUÉM, e depois tentou seráficamente IMPÔR.

    Socrates , CHANTAGEOU todos , ou aceitavam aquilo que ele já tinha negociado com Bruxelas, ou eram inteiramente responsáveis pelo chumbo, nenhum partido responsável aceitaria semelhante ultimato.

    As ESQUERDAS Parlamentares, discordaram do caminho que Socrates estava a seguir, as moções de censura eram a prova disso, mas Socrates ciente que teria SEMPRE o apoio do PSD ou do CDS, ou dos dois em conjunto, quis mostrar quem é que mandava, LIXOU-SE .

    E como o PEC IV , não era nenhuma moção de confiança, nem nenhuma moção de Censura, como o PEC IV não era sequer um Orçamento de Estado, como Cavaco não o demitiu, Socrates em lugar de apresentar novas medidas , que negociasse com os partidos parlamentares, fez o numero do garoto birrento.

    Como não me dão o brinquedo ( PEC IV) não brinco mais.

  12. contra factos,faltam os argumentos!Havia um instrumento chamado Pec IV que tinha o acordo da UE. Foi chumbado por que queria ir a votos.Uns para ir para o poder,os outros para” subir e descer” umas decimas,alinharam mais uma vez num acordo com a direita.O partido que subscreveu os anteriores pcs,teve conhecimento previo do pec IV.Quem afirmar o contrario é menos serio do que aquele senhor que mais uma vez antes de eleiçoes mentiu. Ele avisou!que mentir era o seu” licor preferido”

  13. João, em nome da liberdade lutamos ao lado de todos aqueles que estiverem no mesmo barco.Agora aliarmos à direita para ir para eleiçoes,não é pratica do Ps. Esse trabalho sujo é tarefa” sazonal” do pcp.

  14. É de facto a hora de – sim, quem não o fez – reflectir seriamente. É impossível os partidos, no geral, continuaram a ignorar solenemente a realidade, mantendo um autismo digno de uma claque de futebol.

    Porque da direita não espero absolutamente nada, é triste, a esquerda, no geral, continuar presa por dogmas e preconceitos históricos (e Sócrates começa a ser mais um) quando o momento, este mesmo, é que é histórico e tem que ser assumido como tal.
    E por falar nisso, uma correcção: partindo do principio que a manifestação que o PC “convocou” seja a da CGTP, esta foi agendada antes de se saber que iam estar um milhão de pessoas na rua no dia 15 de Setembro. Quanto a mim, vou voltar a estar na rua à espera que alguém olhe, sem hipocrisia, para o que se está a passar neste país. A verdade, a realidade, as pessoas, precisam de uma resposta à altura. E aqui o PS tem que ter um papel fundamental, sob pena de se evaporar (ainda não devem ter percebido isso). Chega de jogos de cintura.

  15. O PS ameaça com uma moção de censura. O BE diz que está disponível para apoiar uma moção de censura a este governo. O PS retira a moção de censura. O BE e PCP apresentam as suas moções de censura.

    Nesta sequência de acontecimentos políticos, algo se sobressai: porque raio o PS alia-se à direita para manter o status quo e este governo de piratas?

  16. há um outro esquecimento. não foram o pcp e o be que votaram ao lado da direita no pec iv.

    foram o psd e o cds que votaram ao lado da esquerda, uma vez que mudaram o sentido de voto que tinham tido em relação aos PEC I, II e III.

    distracções para consumo táctico.

  17. Mm,a ordem dos fatores é arbitraria.Pode ser que a direita volte a alinhar com voçes na proxima moçao de censura. Mc,é possivel que a manif. da cgtp já estivesse marcada,mas concorda que não é preciso ser bruxo para prevermos o que ia acontecer,com tanto descontamento instalado na sociedade portuguesa.Agora até o patronato está descontente.

  18. Mc, desculpe não respondi anteriormente a duas questoes que pos.O Ps está amarrado ao memorando,mas somente ao memorando.Defende uma mudança de politica.para ir para o governo era preciso haver eleiçoes e que o povo nele votasse.termino com uma pergunta: acha que o pais suporta e a europa tolera eleiçoes novamente? quem beneficiava com elas? eu digo-lhe : O pcp e o bloco.o Ps quando chegasse ao poder a situação por chantagem da europa e dos mercados era dramaticamnte pior do que aquela que vivemos hoje.Pensem nos trabalhadores.vamos todos os dias para a rua como fazem os espanhois,para termos uma mudança de politica,mudança esta tambem pedida por jeronimo de sousa no debate quinzenal no parlamento.A cgtp pela voz de Armenio Carlos fez o mesmo antes da manif.durante a mesma, já ameaçava o poder eleito com com um sonoro: se naõ sai a bem sai a mal. Os” democratas” do tempo do prec estão de volta? vamos a eles.

  19. nuno da câmara, não é mm, é nm.

    pode ser que a direita volte a alinhar com a CDU e o BE, mas mais depressa o ps alinhará com a direita.

  20. Nm,o ps no poder tem varias vezes implementado politicas de austeridade às quais chamamos de direita.Ao longo destes anos o ps é qualificado como despesista. NM em que ficamos.Termino com uma nota de humor negro: sendo assim, hoje em portugal as familias estão todas a levar a cabo uma politica economica de direita, mas que resulta, ao contrario da politica do governo.

  21. Não esquecer que, dizem, chorar os crocodilos quando vão mastigando as suas presas!
    Está mais que visto que a especialidade do BE é “surfar” sobre os problemas que nos
    afligem, ao ajudar a derrubar o Governo do PS perderam, contráriamente, ao que pensa-
    vam, muitos votos de eleitores que lhes deram o benefício da dúvida…hoje, caminham
    acelaradamente para o partido do táxi, apesar da originalidade da liderança bicéfala!
    Quanto ao PCP, desconhecem que, já caíu o muro de Berlim e estão muito satisfeitos com
    os seus 8/10% do eleitorado que vota, invocam o nome do Povo mas, vivem para eles
    próprios, com discursos dos anos oitenta do século passado, ajudaram a direita a alcan-
    çar o Pote na expectativa do Povo lhes cair nos braços!
    Voltando ao PEC IV, base do memorando com a troika com um pouco mais de “sal”, na
    altura Sócrates bateu-se e bem, para evitar as receitas do FMI (o sal), como, aliás está
    o Rajoy a fazer em Espanha e por enquanto. não mexeu nos reformados!
    O resto, já todos conhecem desde a irresponsabilidade do PSD, a oposição declarada pelo
    Pilatos de Belém a mais austeridadezinha do PS, era insustentável para os portugueses,
    chegámos aos dias fáceis de hoje e amanhã em que os príncipais indicadores e execução
    orçamental não deixam de surpreender todo o Mundo!
    Não querem ouvir falar na renegociação da dívida mas, já se começou a falar em fazer
    uma amortização que se vence em Setembro 2013 por outros títulos dilatando o prazo
    da amortização final!?! Isto sim, é uma verdadeira SAÍDA!
    O País não precisa de moções de censura, mais urgente é aparecerem propostas para
    mudar este regime partidocrático que já cheira mal de podre, entregue a esta gente sem
    quaisquer qualificações estamos no nível ZERO da política!!!

  22. Nuno da Câmara Municipal despesismo não é sinónimo de ser de esquerda, tanto mais que boa parte dessas despesas resultaram por exemplo das PPP dos mecanismos variados de criação de rendas para grupos económicos e da duplicação das funções do estado com institutos variados, da contratação de serviços fora.

    Nem uma vez BE e CDU deixaram de criticar essa despesa (que PSD e CDS-PP sempre fizeram).

  23. “Nem uma vez BE e CDU deixaram de criticar essa despesa…”

    topa-se à distância no encabeçamento das manifestações não pagantes e buzinões correlativos. são os primeiros a querer tudo de borla.

  24. Quem pode comer nas parcerias, como em tudo onde se mete são os bancos.Depois de ouvir o sec.de estado,fiquei esclarecido.Alias aqui no aspirina já tinha dito que quem sabe mais de parcerias é o atual sec de estado que assinou 7 das 8, como representante da banca.Com as PPP actuais o encargo em 2011 foi cerca de 1% do pib.Em menos de 10 anos já será metade do valor absoluto (ou seja mesmo que o pib tenha crescimento nulo nessa decada aquela valor cairá para menos de 0.5%. É bom criticar sem saber,mas é muito melhor usufrui-las.Lembro-me que no norte para fazermos 60 Km,ao fim do dia e aos domingos demoravamos quase tres horas para fazer porto/viana.Hoje pela maior facilidade deslocação tornamo-nos mais competitivos.

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