O frete do Pontal

Que continuem a dizer que é no Pontal, ainda vá, mas festa? É verdade que o tempo não está para grandes festas, e os números que se conheceram ontem também não ajudaram, mas os militantes que marcaram presença naquela coisa mereciam uns valentes puxões de orelhas. Então o líder vai para ali todo entusiasmado com o trabalho realizado pelo Governo e o ar dos ouvintes é de enfado total? É que nada os animou, nem o anúncio do fim da crise, nem a ambição de renovar o mandato do Governo, nada lhes arrancou umas palminhas convincentes. Claro que no Algarve há coisas muito melhores para fazer do que ter de fazer o frete de ir ouvir o Passos, mas podiam ter disfarçado um bocadinho. Eu, no lugar dele, depois de uma recepção daquelas, voltava para a Manta Rota e não saía de lá tão cedo. Para ver se os militantes aprendem.

6 thoughts on “O frete do Pontal”

  1. Este ano o velório do Pontal ainda foi num salão com clarabóia, para o ano, se o fulano lá chegar, terá de ser num bunker.

  2. Olinda, só lhe resta a do quê?

    Já tinha saudades de te pedir uma tradução. :)
    ___

    Sapo Cocas, concordo. O próximo ajuntamento será num local secreto, bem longe das câmaras de televisão.

  3. Ó Guida, que mal lhe fez a população da Manta Rota, para querer mandar de volta para lá o Coelho?

    Não acha que duas semanas já foram de mais?

  4. C. Serra, tenho quase a certeza que os habitantes da Manta Rota não se importariam de lhe proporcionar umas férias de longa duração. Sempre era um sacrifício, ao contrário de outros, cujos benefícios se poderiam facilmente observar. :)

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