Não é um pedido de extensão no tempo, é no espaço

Consta que o ministro das Finanças pediu uma extensão do prazo de pagamento dos empréstimos. Mas o PSD, através do seu líder parlamentar, já veio avisar que tal não significa pedir mais tempo nem mais dinheiro. Nem poderia significar. Afinal, o Governo recusou sempre pedir mais tempo, porque pedir mais um ano, por exemplo, só nos traria chatices e não defenderia os nossos interesses. Implicaria mais um ano de ajuda externa, mais austeridade e, claro, daria cabo da credibilidade do País.

Já o pedido de extensão do prazo de pagamento, noticiado hoje, é algo totalmente diferente e muito positivo. Mostra a credibilidade do País e vai permitir aliviar o esforço dos portugueses e dinamizar a economia.

Ainda não esclareceram, mas aposto que o pedido de alargamento do prazo não foi em meses ou anos, deve ter sido em metros ou quilómetros.

4 thoughts on “Não é um pedido de extensão no tempo, é no espaço”

  1. O Gauleiter mor dos estarolas deve ter frequentado uma formação acelerada apoiada nos auxiliares de instrução do Goebbels.Cada “explicação”que surge desta gentalha,mais a cartilha nazi transparece,até porque onde faltam miolos decresce a argumentação que convença os que se abastecem no pote porque quanto ao resto temos conversado.Que directrizes as juventudes “coelhanas”estarão a soletrar,face a mais esta vitória fruto da acção esclarecida do (des)governo?

  2. Estou a ver… finalmente vamos ter uma verdadeira maturidade do Poceirão a Bruxelas. Quilómetros e quilómetros e bem larga. Várias faixas automóvel, alta velocidade para cima e para baixo, teleféricos e ciclovias à discrição e a ANA está comprometida a instalar aeroportos de 15 em 15 km. Tudo de nível. Nem túneis nem viadutos serão permitidos devido ao Estado de contenção.

    O Mota Soares pediu circuitos skate para entreter os beneficiários do rsi e o Álvaro exigiu pelo menos uma pista de segway. “Pelo menos até Espanha. Adoro aqueles caramelos”, afirmou.

    O Vitinho viu-se aflito para explicar isto tudo aos congéneres europeus mas veio feliz e contente. Está tudo aprovado e já não tem mais dívida nenhuma de formação aos portugueses. Finalmente o merecido descanso.

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