105 thoughts on “Quem será este Valupi?”

  1. Eu defino o Valupi!

    Pseudónimo de um cavalheiro inteligente que se deve chamar Costa por ser primo do João Pedro da Costa (há algumas probabilidades), não se lhe conhece a idade, fisionomia, paradeiro e tendências sexuais.

  2. Ó Cláudia, vê lá se mando chamar o Fantômas. Qual primo, qual carapuça (como é que se diz isto em francês?) Para já, o J. P. Costa não se chama realmente Costa, mas sim Filipovic. O Valupi é Valdemar Lúpi de sua graça, ainda é parente afastado do cavaleiro do mesmo nome e tataraneto do pintor. Tem 52 anos, é baixo e entroncado, compensa com tacões altos. Cabelo e bigode grisalhos. Trabalha ou trabalhou na publicidade. Publica textos sob outro nome, não se sabe qual, só talvez o Filipovic ou o FMV saibam. Heterosexual bastante promíscuo, mulheres cuidado com ele.

  3. Misterioso, gentleman, distante, inteligentíssimo (esta já me estou a repetir), paciente, compreensivo, alérgico ao PSD (acérrimo mesmo), entre outras qualidades e defeitos, que ele também os deve ter.

    Esperemos pelas definições dos outros para podermos fazer um retrato-robot do Valupi.

  4. LOL. Nik, só dizes asneiras. O João Pedro é mesmo Costa que eu sei e o Valupi… não sei, não o vejo assim tão promíscuo. Sei que as palavras enganam, mas… o meu dedo mindinho diz-me que ele não é assim tão horrível como tu o descreves.

  5. Mas manda-me o Fantômas que eu me apaixonei por ele desde que ele apareceu aqui no Aspirina e sinto-me só esta noite. Diz-lhe para me vir pregar um susto, por favor.

  6. Nunca vi Valupi. Falámos insignificativamente ao telefone, e só por insistência de terceiros. E vi-o, julgo que o vi, longinquamente, escuramente, numa garagem sob a estátua do Grande Épico, em Lisboa. «Aquele é o Valupi», sussurraram-me, como se ele ao longe pudesse ouvir, como se com isso eu ficasse informadíssimo.

    «Costa» se chamará. Pode ser. Poderá ser, igualmente, mitificação, a vulgarizar um homem inabitual. Os Costas fazem, na lista telefónica da capital, o molhinho de páginas mais impressionante. Há mais Costas do que Silvas, do que Rodrigues, do que Oliveiras.

    A bem dizer, não se tem a certeza de que Valupi exista. Alguém o estará criando. Já se supôs que o fosse eu, o que me tirou noites de sonho, e mas deu de contemplação. Inquiri – questão de seriedade – e não, não era eu.

    Já se aventaram nomes. E, quando digo «nomes», digo-os de peso. De grande agudeza e grande picante. Valupi seria algum reconhecido colunista, algum temido fazedor de opinião, que usava esta humilde página para rodopiar as mentes e enlouquecer o mundo, o nosso pequenino mundo.

    Um dia se saberá. De momento, os cochichos, os alvitres, os temores, são a pequena glória deste homem sublime. Outra não quererá, suponho. Outra não procurará, interesseiramente desejo.

  7. A definição do fmv foi de calibre. Mas o Valupi é um ser de carne e osso, só é misterioso.
    Só uma coisa, fmv, eu sou Rodrigues e Rodrigues é o que mais há. É aos molhos e pontapés.

  8. Essa visão furtiva do homem no estacionamento do Camões corresponde à impressão que eu tinha de que o Valupi anda a monte.

  9. Cláudia, eu sei que há montes de Rodrigues. Como há montes de Silvas, e de Oliveiras.

    Eu só disse que os Costas ainda são mais. E é essa banalização extrema que me espanta. E que acirra a minha desconfiança.

    «Ser de carne e osso», asseguras tu? Se não fosses tu a dizer, eu duvidaria.

  10. Os Rodrigues são os «filhos de Rodrigo». Como os Gonçalves o são de Gonçalo, os Alves de Alvo, os Mendes de Mendo, os Peres de Pero, ou Pedro. Há artigos, e livros, sobre o apaixonante tema.

  11. no quadrado de Apolonius o secreto é o domínio do que é e não parece. Cá para mim o segredo é filho do sagrado e do secreto.

  12. Há-de ser cinquentão, ex-comuna, católico e, quanto a tendências, para além das cinéfilas não têm grande importância.

    Mas também pode dizer-se que é o Oscar Bravio da Musgueira que ele não se enxofra.
    ehehe

  13. Isto foi mera brincadeira. Assim alguém se atrevesse a não respeitar a privacidade e o direito ao anonimato e até devia ser apagado o comentário.

    Por mim, detesto curiosidades banais e nem gosto de segredos. Prefiro mistérios ou paisagem.

  14. lembro-me que se soube logo no início do aspirina b quem era o valupi: uma nuvem. talvez uma nuvem passageira, como a daquela canção bonita de uma telenovela muito antiga, que com o vento se ia. e que tem chovido muito por aqui.

  15. É claro que saber nem ele sabe…

    Mas é uma pergunta muito habitual na blogosfera- o querer “saber” quem é. Como se um nome, idade e trabalho dissesse mais do uq

  16. Ó meu amigos, eu quero lá saber quem é o Valupi de carne e osso! Havia um programa fabuloso na Radio Nacional de España, feito em Sevilha por um tal “El Loco de la Colina”, que eu poria nos primeiros lugares de tudo quanto já vi ou ouvi em rádio e televisão. Ninguém sabia ele quem era. Agora está na TVE. Não vale metade.
    Sabem quem foi João Roiz Castelo Branco? Quase só uma cantiga, não é? Pois do Valupi basta-me o talento enorme e o gozo que me dá ler o que escreve.

  17. A nova Lei do Tabaco que proibe o fumo em espaços públicos e que entra em vigor já em Janeiro, vai ter como consequência o aumento de beatas nas ruas. No Reino Unido o número de beatas no chão aumentou 43%. Demoram dois anos a decomporem-se, contendo o filtro substâncias perigosas como o Cádmio, Arsénio e Chumbo

  18. eu também zazie, os segredos são para respeitar porque é bonito, os mistério arrebitam as serotoninas e as paisagens é para descansar o olhar, mesmo desdobrando a geologia, a ecologia e o sapiens.

    botei lá para baixo um aleph_três para ti, e para o pessoal

  19. O Valupi é um despenteado mental, um sopeiro intelectual e um perfeccionista desarrumado.

    E quem é que o Valupi gostaria de ser?

  20. Valupi | s. m.

    do Lat. porcu

    s. m. porca

    s. m., Zool., quadrúpede da classe dos mamíferos e da família dos canGurus; Careca e pouco bem parecido, mais parece sua mãe que por sua vez parece com seu avô. Tarada sexual q.b. e filho de pai incerto.

    fig., indivíduo sujo, imundo, nunca de careca ao léu. Apresenta-se ou de lenço de cornucópias (pode ser Bacardi-Martini) ou óculos de sol sobre a superfície lisa da sua calvície.

    adj., sujo; imundo; torpe; obsceno; trapalhão; que faz tudo sem esmero.

    Falei certo Guru?

  21. (continuação… uma tecla não me deixou acabar o comentário…)

    Disseram-me que era o fulano que estava a virar a esquina. Quando olhei, já só vi farripas de nevoeiro…

  22. Seria estúpido discordar da claudia: o Valupi é não só inteligente como inteligentíssimo. E as pistas que o Nik deixa são também valiosas, em especial a do tacão alto e do bigode grisalho, tudo ao monte. A zazie ajuda à festa com o binómio católico-ex-comuna da Musgueira, e parece estabelecer-se um consenso à volta da idade, cinquentão. A susana recorda nuvens passageiras e o Daniel desvaloriza o inquérito e deixa-nos a sua usual simpatia. sininho troca o presente pelo futuro e um dos meus primos aposta na literacia. luis eme assume-se sebastianista e o Loopi estabelece interessantes e indesmentíveis relações entre a suinicultura e a alopecia. Já o z, sempre no limite do abecedário.

    Mas é para o Fernando que deve ir a palma, pois a sua descrição (e discrição) é boa demais para não ser verdade.

  23. Alopecia?! que és um animal muito sujeito a queda de pelo já sabemos. Mas és porca não raposa. Por isso chama-lhe careca.

  24. Não imaginava o Valupi cinquentão, mas entre os 30 e 40, e sem grisalhos tanto no nariz como nas orelhas.
    sininho tem razão: a escrita não é a única voz do pensamento.
    Quanto à zazie, nem comento. Ela é tão intelectualóide que até pasmo. Não lhe chego aos piercings do umbigo.

  25. Por acaso até acho que, pela escrita, parece mais novo. Mas ficou-me uma qualquer lembrança esboroada na minha natural indiferença por cusquices. E nela, recordo-me de um post que eu fiz, a propósito do VPV que deu origem a pugilato, aqui (lá no bdE) entre o Tcher e o Valupi. Como me limitei a assistir à distância, feliz pelos socos que o Valupi ia dando no meu caro compadre, reparei que havia detalhes que não se sabem para quem nasceu no outro dia.

    Mas escusam de me perguntar quais eram, porque também já esqueci.

    “:O))

  26. Por acaso, o que se apanha nem é apenas pela escrita, mas formas de comportamento que o mundo virtual mostra muito melhor que contactos ao vivo. Pode-se conviver com colegas durante anos e conhecer muito menos essas pessoas, que outras que nunca vimos, nem sabemos absolutamente nada delas. E não é o pensamento- como num livro- são uns pequenos nadas que por aqui escapam.

    E é aí, nesses pequenos detalhes, que há que saber guardar a distância devida. Como disse o py: segredos são para se guardar. Eu acrescento- coscuvilhices, para rejeitar.

  27. tens razão, zazie, numa coisa e noutra.
    na primeira, também estou sempre a encontrar pequenos sinais. e nunca me equivoquei, até à data, quanto à geração das pessoas que vim a conhecer.

    tu, adolescente, nunca me pareceste. só mesmo de temperamento… ;D

  28. ehehe

    Nisso da idade meto água até dizer chega. Lembro-me de uns “putitinhos”, como lhes chamava, que cheguei a conhecer por encontro combinado e almoçarada. Eram cinquentões, os ditos “putitinhos”.

    Mas eu detesto gaiteirices e nem tenho a mania de me fazer passar por aquilo que não sou. Sou é mesmo assim e é falta de juízo e boa disposição natural.

    A beleza, essa sim, mas só a cato em casos extremos. Ainda há pouco foi o Rambo evangélico do Trento. Tinha a certeza que havia de ser um puto bonito (pela segurança com que levava e dava porrada na brincadeira, e por outros detalhes que não sei explicar). E é. E depois há aquelas pessoas que têm mesmo de ser. Caso do Antonius- o putitinho mais lindo e sábio da blogosfera.
    O bacano do Memória Inventada- outro que tinha de ser lindo e vaidoso. E é.
    “;O))

  29. Os casos mais giros são aqueles em que sabemos perfeitamente a idade que hão-de ter, porque até foi falada em conversas, mas com quem é impossível fazer-se a ponte para ela. O meu amigo Timshel há-de ser o puto que o Tim foi na adolescência- aquela em que nunca nos conhecemos mas é a que existe virtualmente. É o efeito de bando que isto também tem.

  30. E ainda mais giros e estranhos, aqueles em que ambos suspeitam que se conhecem (um deles terá a certeza) e em que preferem nunca o saber. Tenho duas amizades virtuais assim. Num dos casos a pessoa conhece-me mesmo e eu não sei quem é.
    No outro acho que ambos suspeitamos mas não queremos desvendar a questão.

    “;O))

  31. meus amigos,
    Andei por discussões açorianas e deixei passar a segunda grande questão deste século. Quem é valupi? Eu sei. É o reflexo do que de pior há em mim, pintado de fresco com o melhor que há nele, retocado com o melhor e pior que há em vocês todos e servido com a excelência de uma tal mistura a um Portugal inteiro e pobre que assim ganha um Bordalo.
    Porra, para a próxima vez perguntem-me, caramba. Tão fácil…

    (vou criar um mail especial para os que desejarem mandar-me à merda. Importam-se de esperar até lá?)

    Abracitos, pois claro.

  32. Pronto, Valupi não é baixinho. Até chamou caga-tacos ao Marques Mendes, o que um verdadeiro caga-tacos nunca diz de outro. Valupi é de estatura média, portanto, embora use tacões altos para parecer maior. Por ele ficámos a saber que o FMV o conhece, mas é discreto. Gostava de ver uma daquelas lutas na lama, em fato de banho, entre a Zazie e a Cláudia. Torceria pela segunda, escusado será dizer, embora esperando que qualquer uma arrancasse a roupa à outra. Jogo sujo, mas na lama tanto faz.

  33. é o que eu digo… a “piquena” não acerta num…

    Que falta de pontaria. Ou se engana nas “inclinações” ou encaminha-se para o chiqueiro.

    “:O)))

  34. Na torrente das falas, apanho esta pedrinha luzente: a de ser a «adolescência» a idade em que se existe «virtualmente». Isto é, aqui.

    Escreveu-a a Zazie.

    Mas ficou-se sem saber se o Valupi é do género «pão». Ou não.

  35. É verdade, Ferdinand. E só não é assim para os que insistem nos status do que são fora daqui . Há algo de adolescente, nestes encontros para brincadeiras, disputas, debates e concórdias e agrupamentos gratuitos.

    As mulheres tendem a perder (na vida real) muitas destas características porque são sempre demasiado “positivistas”.
    Agora os homens, quando vão ao café e discutem futebol, são como os putos que se encontram para dar umas “chutadas” com “amigos” acerca dos quais até são capazes de desconhecer o nome. E nem se importarem com isso. O bando, a “mesnada”, é isto.

  36. Thanks, py. Não faço a menor ideia. Não tenho tempo para tudo e sou muito ignorante em matéria de religiões. Tanto gosto muito, por vários motivos, como, por outros, não ligo nenhuma.
    E não vou explicar-te a contradição. Os motivos da ignorância são mesmo a dar para o vergonhoso- o raio da falta de espiritualidade que me falta.

    “:O)))

  37. a falta que me falta ficou anormal. E eu não sei mesmo se me faz falta. Teoricamente, sim. Fora isso, ainda sonho em aprender mergulho, sky, ou música, antes de chegar ao budismo. Deve ser muito parado…

    “:O?

  38. Eu acho que é do género pão com queijo. Ou tosta no caso de também ser Costa porque sempre fica com um ar mais crocante.
    E, já agora, Fernando, as Costelas são filhas das Costas e os Costas são filhos de quem?

    Convém acrescentar aos sapatos de Valupi uma biqueira larga para matar todas as baratas e ratazanas dos meandros políticos. O problema põe-se nos cantos mais recônditos e difíceis de chegar… Sim, porque nós por cá não temos uma sala oval.

  39. eu também sou assim, deixa lá – só o abri e fechei logo que me deu uma canseira só de pensar. Nem te sintas nada obrigada, mas ficas com o link se te apetecer, e já agora outros que queiram. Hoje já tou máquina quase zero e estive ali a abanar o rabo a olhar para o mar, mas ainda tenho que ter juízo. Vou ver um Dune que está a apetecer-me especiaria

  40. Fantômas voltou!
    zazie, imagino-te cinquentona, com problemas de menopausa, pele branca, flácida. Restos de maquilhagem a meter cor na porcelana baça; roupas extravagantes, bicos, cortes, lantejoulas de Carnaval. O Prozac e Xanax estão sempre na mesinha-de-cabeceira ao lado. Gosta de cocktails à maneira dela. Acabo de descrever o aspecto físico.
    Passemos ao aspecto comportamental: para arranjar namorado, vai a um pub qualquer, manda uns copos pela goela abaixo e manda-se ao primeiro trintão musculoso, tatuado, a feder álcool, que se lhe atravesse o caminho. Lê livros à velocidade de uma locomotiva com a caldeira prestes a rebentar. Manda palavrões todos os dias, de manhã à noite. Vai ao psiquiatra pelo menos uma vez por ano quando a loucura aperta mais. Comenta no Aspirina B, um blog tendencialmente esquerdista, com gajos javardolas de matar o cocoruto, mas sexies, como já terá referido uma certa Cláudia, frequentadora assídua desta barraca tão variegada quanto um traje de Arlequim.

  41. Aquela do Prozac e tal era para me meter no aspecto comportamental, mas a zazie também tem o dom (outra a meter no aspecto comportamental) de me perturbar sensivelmente, quase nada, só quando tenho uma digestão mais difícil.

  42. cláudia, até me fizeste rosnar! olha que a zazie agora é minha prima dos Cinco e eu sou muito sentimental.
    Além disso aposto os meus tomates que ela é gira, como aliás se vê. Mas pronto deve andar aqui uma matilha augada e isto também é Janeiro, tempo de gat@s

  43. claudia,

    «gajos javardolas de matar o cocoruto, mas sexies»
    Pensei que estava combinado que não se passavam informações pessoais sobre nós. Não te admito que contes como eu sou.
    Zangado, despeço-me.
    Pior: despeço-te.

    humpf!

    (zazie, dá-lhe)

  44. ahahahaa

    A Claúdia é tão previsível. Já tinha feito retrato idêntico para a Soledade. E é de esquerda, a piquena. Mas isso não lhe impede de achar altamente fazer caricaturas de mulheres mais velhas. Claro, se fosse de paneleiragem ficava mal, porque é politicamente incorrecto, agora de velhas, ainda não apareceu partido nem pacote a falar nisso.

    “:O)))

    Que queres que te diga? que precisas de imaginar isso tudo para te estimares? Só me espanta é isto não ser fenómeno geracional. Pelos vistos é algo “primordial” a existência de galinhas que não se recomedam a rapazes. Claro que não é de esperar que se recomendem a mulheres, porque elas projectam nas outras a imagem horrenda que lá têm dentro.

    Mas olha que te devias cuidar. Não é por nada… é que eu até estava numa boa. É que se pensas assim aos 30, imagina o retrato do que serás daqui a pouco. Já o fizeste…

  45. Vendo bem, não acertaste num único ponto. Nem preciso de namorado porque isso tive às dezenas na altura certa e o resto está tudo errado.
    Rosadinha, sem maquilhagem, sem rugas, sem psicos, durmo 10 horas seguidas, se for preciso e sem remédios; e hei-de morrer desconhecendo que raio de treta é essa do problema dos afrontamentos.

    ehehe

    Casa-te, piquena, casa-te enquanto podes, que não tens estaleca para solteirona

    “:O))))

  46. Mas olha que é impressionante essa imagem de mulheres a “meterem para a veia” e a andarem ao ataque em pubs, para sacarem trintões.

    E aí, na caricatura, tens razão. Existem pois. São fruto da boa da revolução feminista que lhes vendeu o engano da “libertação” e emancipação fora da constituição de família.

    É que nem todas são stars de Hollywood para terem meio mundo rendido aos pés. O tempo não perdoa e tu já o sabes com tanta antecipação…

  47. z: mesmo no dito apogeu da “girice” não liguei. Nunca perdi muito tempo a ver-me ao espelho. Como sabes, seria algo impensável para zé dos cinco. E idem para a zazie dans le metro. E idem para a que se lhe seguiu- a despassarada da Sally Mara.

  48. alguém que explique a esta gente que existem salas de chat e messengers vários… não precisam de vir conversar para as caixas de comentários.

  49. Anónimo,

    Mas nós somos uma excelente sala de chat! Ainda não tinha reparado?

    Até há cochichos, maledicências, e não raro enamoramentos, felizmente logo despachados.

  50. Ele reparou, tanto que veio cá indicar o caminho de outras por onde anda. São os “apertadinhos” das caixas de comentários. Passam o tempo a policiar o que os outros lá fazem e admoestar à poupança. Costumam queixar-se que até já se chegou ao ponto de existir gente que passa a vida a comentar nas caixas de blogues alheios, quando têm os seus para isso.

    ehehehe

    Isto é que ainda são resquícios de mentalidadezinhas de outros tempos. Sempre na vigilância…

  51. Só agora decidi vir para aqui, gata zazie. Estou-me nas tintas para o que dizes, só não admito que digas que sou de esquerda sendo eu afilhada de quem alguns sabem. Esquerdista era o meu pai, fora disso, na minha família, as tendências são outras. E eu, no meio deste pandemónio familiar, não sou nem da esquerda, nem da direita, sou eu, simplesmente claudia e basta.

  52. zazie, dizeres que sou da esquerda só prova que não me conheces mesmo nada. O que me vale é ter peso e medida. Há uns anos atrás, alguém que me dissesse isso, teria levado uma afirmação dessas como insulto.

  53. Caías-lhe em cima e esborrachavas com o peso, ó simplesmente Cláudia?

    “:O)))))))

    Essa da hereditariedade das ideologias também teve piada. À falta de brasão herdam a política.
    ehehe

  54. Embora não pareça, tenho peso, tenho. Mas há quem tenha falta dele…

    Sabes, minha zazie, vou-te contar um segredo: não preciso nem de brasão, nem de política. Tenho a minha identidade bem definida, só que o melhor, querida, guardo-o para mim :-) Et voilà.

  55. pessoal,
    Intervalo?
    CAFÉ, CACHORROS, BATATAS FRITAS, OLH’Á BELA BIFANA, CHOCOLATES, AMENDOINS…

    ok, já tá, pode seguir.

    obrigadinho a todos.

    fui.

  56. gosto de Janeiro, tem muitos gat@s! Sim zazie sou muito dorminhoco, gosto de estar ali quentinho a planar ou a voar, e ando sempre perto do meu amigo Sol, agora está ali a nascer (mas ainda leio um bocadito de não-sei-quê antes de xonar); pois a zé olhava, dava um jeito aos caracóis, tava bom e tá a andar com o tim

  57. mas zazie, eu sei que dantes o galo só ia dormir depois das galinhas estarem todas acocoradas e rechonchudas, mas isso foi antes da Simone de Beauvoir. Agora nós vulpes somos a favor de galinheiros sustentáveis que assim não há problemas de criação e saltamos a cerca pelo meio

  58. Prudente? Em quê? O gajo gosta da Pátria, gosta de gajas, soa inteligente e escreve melhor do que eu. Chega e sobra para gostar do gajo e assumi-lo, mesmo que Valupi seja um nick um nadinha amaricado.
    E tu, Zê, tás bloqueado no quê?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.