O PÚBLICO mudou

Mas não mudou a urgência em ler algumas das melhores inteligências do País. Hoje, Mário Pinto. Escreve na página 39 e justifica que se saia de casa a correr para comprar o jornal ou, mesmo, que se roube um exemplar a algum incauto.

2 thoughts on “O PÚBLICO mudou”

  1. Sim, é a conversa usual sobre o fenómeno. No entanto, também quando apareceu a televisão se disse que o cinema e a rádio iam acabar. O mesmo com o vídeo, que parecia ir acabar com as salas de cinema. Agora, é a Internet que ameaça a imprensa escrita. Veremos, pois o futuro costuma sempre fintar as previsões, e os próprio jornais poderão ter soluções ainda por aplicar.

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