É o YouTube, estúpido!

A TV tal como a conhecemos acabou? O que vai mudar na produção contemporânea de conteúdos audiovisuais numa altura em que a tecnologia nos abre novas possibilidades a cada dia? Estas perguntas servem de mote para o É a Cultura, Estúpido! de amanhã, às 18h30, no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, em Lisboa. Os convidados, Manuel Falcão (ex-director da 2:) e Francisco Rui Cádima (professor universitário), responderão aos reptos de Nuno Artur Silva, Pedro Mexia e Nuno Costa Santos. A rubrica “Relatório do Mês”, com sugestões culturais, ficará a cargo de Daniel Oliveira e José Mário Silva.

2 thoughts on “É o YouTube, estúpido!”

  1. Eu acho que não, a televisão tal como ela sempre foi sempre será. Ainda, pelo menos, por uma boa temporada na terra. O que estão mudando são os seus conteúdos. Elas hoje nos oferecem um leque enorme de opções mas falta, um que siga um intinerário natural, que dure, por que é sólido oseu propósito. Me refiro a tevelevisão educativa, escluindo aquela que se monta sobre temas chamativos e sem nexo, sem conteúdo. Você viu o tempo que a televisão mundial passou divulgando o conflito Irsael – Palestinos. Exibindo cenas de dor e, demonstrando a nossa impotência perante a uma aberração como esta.
    A Tv. brasileira, então, só notícia de desastres, de mortes e a fragilidades de pobres coitados, analfabetos, castigados pelos abusos dos nosssos políticos corruptos. E ainda tem o outro aspecto que nos maleficia diretamente. É o fato da televisão dar notoriedade a bandidos, dando-lhes nomes, o perigo que cada um representa; mostram suas falas, suas caras, as mais assustadodras possíveis, fazendo com que a sociedde cada mais se fragilise e passe, a ter medo e respeito às essas aberrações da natureza.

    Um beijo

  2. não é a televisão que está em causa. É a sua distribuição por banda larga, junto com a Internete, Telefones, Radio, etc
    com a Rede debaixo do controlo único das grandes Multinacionais por critérios exclusivamente economicistas.
    Ou seja, dito de outro modo, a Censura por via dos elevados custos de acesso – e a difusão palermóide da kultura como Indústria.

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