133 thoughts on “Aquedutos”

  1. Isto por aqui é assim. Tem longa tradição. São os próprios membros do blogue que se atacam e mofam mutuamente.

    Dantes ainda era às escondidas com nick inventado nas caixinhas de comentários. Agora já passou para a primeira página.

    Por mim, tudo bem. Afinal de contas, uma coisa é verdade, se não fosse o blogue nem conseguiam trocar um sms ou mail, ou telefonema privado.

    Assim há crítico e escritor que publica colaboradores poetas e depois existem colaboradores poetas que lhe chamam ignorante à tabela, por publicar tais colaboradores.

    Enquanto andam nisto, não se metem na droga, nem têm tempo para enfiar pelo cu acima aqueles bonequinhos de computador, que também servem para literatura virtual de grande nível.

  2. A menos que sejam destros.

    Estes postais podem ser produto do nivana a que chegam, enquanto teclam com a direita e vão gozando os efeitos dos mutts a subirem pelas traseiras.

  3. joãozinho, roubaste-me a ideia por antecipação, macaco copião. e agora, oh meu deus, que faço eu a seguir? :D

    zazie, se visses o registo do meu telemóvel, ficarias muito surpreendida.
    o que tens, concretamente, contra os «postais»? sincera curiosidade, nunca me furtei à crítica (aqui ou naquela coisa chamada “profissão a sério”…).

  4. Os teus nada.

    Eu gozei com o gozo que te fizeram e com o gozo que vão fazendo ao crítico literário que publica aqueles poemas que depois todos gozam.

    Até porque, Ó Susana, achas que te estava a ver como necessitada de enfiar mutts pelo cu acima…?

    balha-me deus, que mesmo com muita empatia com a causa rabichal não chega lá.
    É preciso atracção recíproca entre o bonequinho e o traseiro

    “:O.

  5. Cobardia, casório com panascas.

    Tu vira-te para lá que o D. João e a Máscara está primeiro para lhe responderes.

    Comigo nem vais ter oportunidade. Como sabes, sou uma desavergonhada de homofóbica que nem com dandies da Musgueira perco tempo.

  6. Não és nada uma desavergonhado, amor. És apenas imunda. Mas é uma imundice muito sexy: porque conjuga de forma sublime a cobardia e a estupidez. Não sejas tão recalcada e abre lá essa tua boca imunda para mim. A sério, amor. Ainda vamos ser muito felizes.

  7. Porque é que será que eu não vi o filme e tenho a sensação que entendi a piada na mesma.

    Susana- Susana Banana; a última obra prima da prima do Tarantino.

    O resto é com artista crítico e os poeminhas troçados à colega Soledade.

    Fica bem, assim poupam trabalho de crítica à malta.

  8. para conversa de panasca não te faltam panascas por aqui.

    Agora apalpanços da alma,como disse o outro, dispenso.

    V.s gostam muito de psicologia barata e insulto retorcido de intelectual da Musgueira, mas comigo não pega.

    Nem perco mais tempo com isto.

    Já mandei a boca, agora entretenham-se vs. com as bananinhas.

    Isto é tudo v. Da cave, à primeira página, ao insulto recíproco, fica tudo em família.

    Eu é que não sou da v. família. Mas gosto de assistir à degradação dos tempos.

    O luis Rainha ao pé disto até era um senhor.

    Ainda se disfarçava com outros nicks para insultar os colegas.

    Bons tempos…

  9. Para isso vais ter de pedir à tua mãezinha. Que é coisa que não sou, nem tenho varizes.

    Um panasca desenrasca-se sempre nestas coisas familiares.

    Amanha-te com a tua família.

    Até lá, junta a bananinha com os mutts que é capaz de lubrificar.

    O teu problema é mais esse, falta de lubrificação rectal.

  10. Zazie:

    Tu tens a certeza que (parte) do teu abespinhanso é dirigido ao D. João e a Máscara?

    É que não sei se sabes D. João sou eu, e de facto o D. João é uma criação de outros tempos (quando a aspirina ainda não existia). Mudam-se os tempos, mas ficam os nicks.

    Eu até te podia explicar como é que eu esgalhei este nick, só não o faço porque há aqui gente que é de certeza mais habilitada do que eu para essa tarefa.

    De resto relembro-te que eu só me chatiei contigo uma vez. Não contes comigo para uma sessão de luta na lama!

  11. “joãozinho, roubaste-me a ideia por antecipação, macaco copião. e agora, oh meu deus, que faço eu a seguir? :D”

    Prometo que vou pensar no teu caso com amor e carinho.

  12. luís, «joãozinho» não era contigo, como é óbvio. era com o joão pedro. a propósito do quê seria contigo?

  13. que não sei se sabes D. João sou eu, e de facto o D. João é uma criação de outros tempos (quando a aspirina ainda não existia). Mudam-se os tempos, mas ficam os nicks.

    Eu não sei de nada nem percebo a que propósito te dirigiste a mim.

    É proibido copiar-se uma citação de um comentário.

    Limitei-me a fazer isso.

    Nem sequer sei quem tu és enquanto Luis Oliveira.

    Nada, nunca vi blogue. “Vejo-te” por aqui apenas, como vejo o resto. Não me lembro sequer de conversar aqui contigo.

    Apenas me recordo de uma vez teres aparecido no Cocanha por causa de qualquer treta. Nem sei já o que era. Uma coisa qualquer que teria a ver com o bdE ou Aspirina.

    Mais nada.

    E mesmo mais nada. Se és burrinho, azar. Que saiba não fazes parte dos autores do Aspirina nem dos colaboradores publicados pelos autores, pois não?

    É que o que disse, dirigia-se apenas a essa palhaçada que fazem entre eles.

    O FV publica a Soledade como colaboradora do Aspirina e os colegas vão lá insultá-la.

    Agora aparece este panasca a gozar com a colega.

    Mais nada. Na verdade achei foi graça ao descalabro. Todos se acham mais que os outros e troçam dos postinhos recípricos.

    O que achei ainda mais piada foi ao papel dos idiotas úteis que assistem. Os que publicam, assitem aos gozos, que também os atingem, porque foram eles que “apadrinharam” as escolhas dos colaboradores e levam à tabela

    ahhahahaha

    Que isto é de rir, é. Que é uma tremenda de uma peixeirada, também.

    Mas não me venhas tu com tretas que o resto, os que por aqui passam não vêm ao caso.

    Tu topaste o gozo, eu também. Tu topaste primeiro e eu até te citei.

    Nem é preciso ver o Tarantino para se perceber a piada.

    Como nem é preciso conhecer a piscina da Soledade para se ler o que os colegas lhe chamam.

    E aí então é do mais rasteiro possível.

    Este panasca dos Mutts é mesmo o ordinarote mor. O resto fica entre a “imprensa” de género. Também costuma aparecer muita imprensa e corporativismo.

    Que não será o teu caso, pois ignoro quem existas fora destas caixinhas de comentários.

    Nunca li nem me cruzei com nenhum Luis Oliveira.

  14. “Tu tens a certeza que (parte) do teu abespinhanso é dirigido ao D. João e a Máscara?

    É que não sei se sabes D. João sou eu, e de facto o D. João é uma criação de outros tempos (quando a aspirina ainda não existia). Mudam-se os tempos, mas ficam os nicks.

    Eu até te podia explicar como é que eu esgalhei este nick, só não o faço porque há aqui gente que é de certeza mais habilitada do que eu para essa tarefa.

    De resto relembro-te que eu só me chatiei contigo uma vez. Não contes comigo para uma sessão de luta na lama!

    Isto é zero. Não me diz respeito.

    Copiei uma linha do que escreveu um D. João Máscara que ignoro quem seja.

    Ponto final.

    Ultrapassam-me de todo as vossas seculares tricas.

    Pero que las hay, hay.

    E muitas mais que felizmente nem conheço, nem quero conhecer.

    Já basta assistir a esta badalhoquice.~

    Isto só me faz lembrar o Bairro Alto de outros tempos.
    Era igualzinho o ambiente daqueles intelectualóides de jornal.

    Sempre no corte-e-custura. Todos muito beija-mão com as senhoras, para num segundo estalar o verniz e saltar o grunho que estava la´dentro.

    Elas todas muito prá-frentex, muito de esquerda, muito dadas a corte-e-custura idêntico com a matilha.

    E mal viravam costas era vê-los a gozarem com as faltas de habilidades na cama que lá iam compartilhando em bando.

    É mesmo apenas por ter visto por aqui uma replicação virtual desse mundo dos intelectualóides de BA de há uns anos, que perdi tempo a observar a selva.

  15. E a fauna, principalmente a fauna.
    Continua idêntica. Agora mais virada para causas de cu que causas revolucionárias, mas idêntica na trica larica.

    Fica sempre tudo em família. A começar pela porcaria que dizem uns dos outros.

  16. «Agora aparece este panasca a gozar com a colega» – não somente és burrinha totó como te gabas dessa tua característica. És tão magnética, meu amor.

    E repara como o tamanho dos teus comentários vai aumentado à medida que vai alastrando o fogo da nossa paixão. Ainda não o sabes, querida, mas já és toda minha.

  17. Zazie,

    Enquanto o JP te apalpa a alma, eu impiedoso chamo-te à realidade: estás começando a perder o lustro. Sorry, baby.

    Única graça: «Enquanto andam nisto, não se metem na droga». Eu estou clean como a minha mãe me trouxe. Mas não respondo por mais ninguém.

  18. FV

    Pensei que já tinhas percebido que desde que me insultaste tinha deixado de te dirigir a palavra.

    Sorry, mas não costumo voltar a falar com quem não sabe dirigir-se às ideias em vez de se fazer caricaturas da pessoa que está por trás delas

    Entretem-te com os teus panasquinhas amestrados mais essas garinas que vêm atrás e que até costumas usar para me chamar histérica quando nem para isso és capaz de dizer de boca própria.

    Passa bem. Que eu e o musaranho, nestas coisas também ainda não demos conta do eco. Mas estamos atentos, estamos atentos.

    O resto, os panascas, as jornalistinhas de bordel e mais essas starletes que para aqui vêm insultar soledades, é trampa toda vossa. Toda.

    É sarna, sem graça, estúpida, sem sequer conseguir ser corrosiva ou ser capaz de fazer em cacos o que quer que seja.

    É merdinha menor. De QI negativo aos pulinhos no recreio.

    Mas lá se vão catando. A claudinha enfia o mutt no cu do joãozinho, enquanto o joãozinho faz o broxinho ao primo e elas fazem uma rodinha à volta. A jogar à cabra-cega.

    E há palonços que ainda vendem isto como exemplo da boa da intelectualidade lusa.

  19. Tenho uma expressão nova para substituir Caixa de Comentários:

    «Nitreira»

    O cheiro é idêntico, mas esta aqui tem a vantagem de não ser a céu aberto.

    O cabeçalho teria que mudar para:

    «Evacue, se faz favor»

    O «Força!» pode ficar, pois se aplica plenamente.

  20. «Mas lá se vão catando. A claudinha enfia o mutt no cu do joãozinho, enquanto o joãozinho faz o broxinho ao primo e elas fazem uma rodinha à volta. A jogar à cabra-cega.»

    Assim sim, já me falas a cantar! Essa tua imaginação vai ser muito útil na nossa noite de núpcias, meu amor. Até te vão sair as varizes pelo nariz.

  21. Em caricatura, o BdE e suas versões assemelha-se à decadência dos nossos belos governo democráticos. Estouram sempre por merda que fazem entre si.

    A merda que fazem entre si, tende a ser cada vez mais baixa; e a versão que se segue à queda; consegue ser sempre mais rasca que o anterior.

    Pelo meio aparecem umas ilusões- como o Jorge Mateus que desapareceu- e esse sim, valia a pena ver e pelo menos não falava.
    E um FV que até parecia atractivo pela boa escrita, mas que não tem nada dentro do embrulho.

    Sendo que no resto, se espoja em conjunto com a merda de que se rodeia. Com um pouco mais de aleivosia estudada, mas sem estaleca teórica ou sequer inteligência que disfarce.

  22. Zazie,

    «E há palonços que ainda vendem isto como exemplo da boa da intelectualidade lusa», escreves tu.

    Mas «isto» é a boa da intelectualidade lusa. Arranjavas melhor?

  23. Mil vezes melhor.

    Por acaso até fiz ontem um link para um que acabei de descobrir.

    O mainstream tende a chamar as moscas.

    O que vale a pena não funciona em grupo.
    E sim, até na blogosfera há intelectualidade que vale a pena.

    Só que nunca poderá ser à conta de faltas de nível desta ordem.

    Mesmo a maldade precisa de inteligência e o problema é que por aqui a Natureza tem uma enorme dívida para convosco nessa matéria.

    Mas mesmo que isto não fosse qualquer boa intelectualidade lusa, podia ser um mero recreio como muitos outros, a característica única que possui foi a que eu referi.

    Nem precisam de críticos, insultam-se uns aos outros.

    E insultam-se cada vez de forma mais descarada e a céu aberto. Medem as pilinhas pelas tretas que bostam. E medem as bostas uns dos outros.

    E depois, em achando que se calhar a bosta do colaborador é bosta com maior saliência que a sua, vá de insultar o colega e grande crítico que o publica.

    Esse é o detalhe engraçado. È que nem eu consegui alguma vez insultar-te como os coleguinhas que achas no dever defender.

    Por causa da imagem. Que estas malucas ainda acreditam na imagem e nem se dão conta que vão em cuecas.

    Que toda a gente vê que és insultado, em cada insulto que dirigem à poeta que tu publicas.

    E assim por diante.

    A graça está em que gostam. Tirando a Soledade que poderá ser fraca poetiza mas não alinha na merda, os outros espojam-se nos detritos que espelem uns para os outros.

    Esta é que a curiosidade impar a que chegou o BdE.

    Nas outras versões, como não era tudo panasca, a coisa ainda rebentou por “questões teóricas”. Um anti-semitismo de um contra um politicamente incorrecto de outro e mais uns braços de ferro por causa de apaniguados eleitorais.

    Apearam-se. Nova voltinha, e fica a panascagem por conta própria e o descalabro está à vista.

    Nem um Tcher que ao menos é homem pedia tempo com merdices destas. Isto já nem anda na luta de classes. Chegou à luta de cu.

  24. Se eu fosse daqueles fatinhos cinzentos da Transdev, eu já lhe tinha carregado nos calos com um multa impiedosa. E chamava seguranças que ela parece ser uma fera.

  25. «Chegou à luta de cu». Finalmente, minha zazie linda, vejo que já nem o facto de possuires uma ligação directa do intestino grosso ao cérebro te impede de falar daquilo que realmente gostas. Não passas de uma boneca (cobarde e estúpida, mas boneca) nas mãos viris dos machos anónimos que caças nas tuas noites de insónia.

  26. JP, não estou a gostar nada disto. Vejo a Zazie correndo, misticamente, Nacional 1 acima, para se aninhar nos teus braços nortenhos, selvagens.

    Zazie, Zazie, escuta. Logo ali a seguir a Coimbra há um desvio, querida, vens a corta-mato para a Meseta, passas a perna aos Pirenéus, e de Saint-Jean de Luz até aqui é um saltinho, tudo a direito, nem uma colinazinha que mereça o nome. Em Paris, conheces o métro, sempre te poupa os tornozelos e matas saudades.

    Avisas, sim? Tenho o champagne frappé.

  27. ’tás-me a chamar garina, zazie? epá, obrigadinha.

    um dia encho-me de paciência e faço uma compilação dos teus insultos nas caixas do aspirina. nenhuma afronta, pelo contrário. vernáculo do bom. tenho a agradecer-te as boas gragalhadas. ;D

  28. Eu posso ter o nível que me apetecer.

    Agora uma coisa é certa. Nunca me comportei assim num blogue colectivo.

    Fiz parte do Janela Indiscreta e ainda hoje sou amiga das meninas que me convidaram.

    Essas sim, umas meninas senhoras sem a menor comparação com o putedo que para aqui vem.

    E sim, no Janela Indiscreta também recebemos visitas de alguns encapuçados do bDE mas nunca por lá ninguém lhes deu trela.

    Posso dizer palavrões e vir para aqui atirar uns ovos a quem está a pedi-las.

    Agora em colectivo não existe ninguém que se possa queixar.

    Nem no Janela Indiscreta, nem nos Radicais pela Ética.

    Quando não me agrada alguma coisa de alguém que faz parte do grupo em que aceitei colaborar, passo à frente.

    Ataques e insultos a colegas, nunca. Nem no mundo virtual nem ao vivo e a cores.

    Trampa dessa é mesmo para quem a merece.

    Por isso mesmo acho que quem dela gosta e dela come, é igual a quem a larga.

    E eu não faço parte do Aspirina. Se as starlettes claudinas estão com esperanças que é assim que embarcam, força. Se calhar até fazem falta.

    Para o que isto chegou, acho mesmo que só falta contratar as starlettes a darem à cauda.

  29. Eu acho que deviam era dar uma password à Zazie. A Susana Banana que me desculpe mas a Zazie ia imprimir um impulso impar à silly season deste blogue.

    “O Luis Rainha ao pé disto até era um senhor.”

    E não é que um gajo é obrigado a concordar!

  30. Susana, trocas sempre os postes.

    Esse é um problema teu. Não te queiras confundir com o que eu não confundo.

    Este post não é assinado por ti. Tal como a carta aberta do jornalista também não era.

    Nunca comentei nada teu. Até faço questão de separar. Por mais nada.
    Olha, até te digo o motivo: porque ainda consegui conversar contigo em questões acerca do aborto. E porque, no outro, dia percebi que eras familiar de uma “antiga colega” de blogue.

    Vê lá tu como eu sou badalhoca e ordinária mas com estas manias que devo colocar de fora mesmo parentes de blogues mortos.

    Estas manias de não fazer o que se faz por aqui.

    ahahaha

  31. minha cara, foi esta frase «Entretem-te com os teus panasquinhas amestrados mais essas garinas que vêm atrás e que até costumas usar para me chamar histérica quando nem para isso és capaz de dizer de boca própria.» que me lançou na confusão. pensei que aludias ao episódio de o fv te remeter para o que tinha escrito.
    e sim, gosto de conversar. sobre a soledade não se ter divertido antes do mesmo modo que agora se divertem com ela, reserva-te algumas dúvidas, tal como eu.
    o resto, sei: os radicais pela ética. mas creio haver mais razões para não desatinarmos uma com a outra.
    não obvia que os teus insultos sejam do mais criativo que já li.
    olha que isto que te digo é um reconhecimento.

  32. jp, numa de bro queria avisar-te que existem vários indícios muito seguros de que tudo se passa na suggia, aí na Invicta. Outrossim, junta-lhe uma longa cabeleira oxigenada e espigada, com franja,

    mais umas coisas que não digo,

    para ponderares

  33. Este pryactico e as suas ligações à Nambla é no que dá.

    Vai atrás dos policiais do Arrebenta e depois só diz asneira

    Primeiro era a Semiramis ressuscitada; agora sou membro de uma agência secreta sediada na Invicta

    ahahhahahaha

    Panasquinha cusca, atrás da moita e com cauda de fora.

  34. Isto são as porteiras que andam atrás de nicks.

    Imagine-se o que elas não fariam se tivesssem mesmo nome e morada da pessoa…

    Imagine-se.
    E ainda há quem insulte de cobarde quem usa nich nesta trampa.

    Eu o que sei, nem pela maior revanche diria. Estesm mesmo sem saberem, tentam bufar tudo

  35. Regra geral: com gajo que não se conhece, todo o cuidado e verificar bem estrato social de proveniência e/ou nível de educação familiar; formação moral e conservadorismo.

    Não é protecção total mas minimiza azares.

    Com larila- quádruplo do cuidado, mesmo que seja barão do Alvito ou Primeiro Ministro.

  36. Depois da última frase da Zazie, ainda havemos de assistir ao lindo espectáculoa de a ver chamar homofóbico a outra pessoa qualquer.

  37. “E eu não faço parte do Aspirina. Se as starlettes claudinas estão com esperanças que é assim que embarcam, força. Se calhar até fazem falta.”

    Em psicologia, isto chama-se projecção. Eu acho que quem quer participar no Aspirina é a Zazie.
    Outra coisa, starlette? Eu bem digo que só no Aspirina para ouvir estas coisas. A minha vida seria muito monótona se não me divertisse com isto.

  38. … quanto a isso do lítio não sei, bipolares tem que se lhe diga, mas olha que o ‘pro z ac’ está mesmo exagerado por essas bandas

  39. Macacos me mordam!

    Mas afinal a malta aqui nas caixinhas da Aspirina toma drogas a mais ou a menos?

  40. Ó prinxeja Jaji, ixo dixe?
    Olha, fetcha a mão, estica o médio, cospe-lhe e mete no teu. Maj antes reja uma abé-maria pelo Xalajar.

  41. “Em psicologia, isto chama-se projecção. Eu acho que quem quer participar no Aspirina é a Zazie. “

    Nã, nã, naãã, nunca conseguiria chegar aos calcanhares da starlelltita claudina

    Até ficava muito bem em dueto. Quando o FV tem aqueles ataques separatistas por causa da língua galega e lhe dá para apoiar nacionalismos reaças, saltava logo a starleniña claudina a bater castanholas e a cantarolar:

    “hola, habla comigo! eu hoje comi paelha!”

    A ver se o Aspirina não arrebitava

  42. Não creio que este postal fosse a gozar com a minha irmã, Zazie. Aliás, não só não creio, como tenho a certeza absoluta e, conhecendo-a bem, nunca ela ficaria um segundo que fosse em blog onde fosse destratada (crítica é uma coisa, falta de respeito outra e ela é suficientemente inteligente para diferenciar as duas).

    Compreendo a tua ideia e eu também estranho que por aqui se insultem colegas de blog, mas é longa tradição que já vem do BDE (aliás é apanágio de blogues de rapazes, não sei se te lembras como acabou a Coluna Infame, tudo a lavar roupa suja de um lado e de outro e acabaram por se zangar todos e não foi só nos blogs…). Eu sou mais tradicional nessas coisas e sou pela frente coesa pública, enquanto se resolvem os atritos em privado, mas cada qual sabe de si.

    O que aqui acontece é que depois se entorna o caldo de uns posts para os outros . Como se vê neste, onde não vejo qualquer razão para tal.

    (habia era eu de mandar aqui LOL)

  43. “habia era eu de mandar aqui”

    ahahahaha

    Pois é, pois é, era dessa tradição que eu falava…

    Já viste o filme do Tarantino? dizem que é uma grande porcaria.

    Aguardemos pela crítica especializada

    “;O)

  44. Só não sabia é que a Susana Banana entrava no filme. Estava mais a pensar numa tira de bd, não sei se conheces.

    Ainda assim, banana por banana, antes a “Susana Banana e os novos velhos” do Pedro Proença
    ……….

    beijoca

  45. Catarina,

    Fala você de «insultos» entre «colegas» deste blogue.

    Não lhe peço, porque dá muito trabalho (dá mesmo muito trabalho) que apareça com um exemplo, um, eu não quereria mais, de «insulto» entre autores do Aspirina.

    Se calhar você – como creio que também a Zazie – tem em mente algumas palavras duras a «colaboradores» (viu a diferença?) do nosso blogue.

    Só pode.

    Fiquem, pois, tranquilas. De resto, nós não vivemos disto. Nem para isto. Um dia qualquer, dá-nos um ataque de lucidez e foi um ar que nos deu. Um a um. Ou juntos.

    Daríamos, sim, um gozo danado à Zazie. Ficaríamos com ela atravessada (ela, «it», não a Zazie) até ao fim dos nossos dias. E isso poderia ser muito tempo.

  46. Máscara:
    Deves estar a confundir as horas que a tua mãezinha lá faz, ó cientista malcriadão.

    POr acaso fui ver se me lembrava de ti e reparei que foste colega do Filipe Moura.

    Tem juízo e vai dar banho ao cão. Para insultos tens mesmo de os dirigir à tua mãezinha.

    Eu nem estava a falar contigo e nem me interessa absolutamente nada do que a v. família faz nos tempos livres.

    tu, pelo menos, já mostraste. Quando não és cientista dás uma de peixeiro de esquerda.

    ………

    Aquele FV, por exemplo, nem sei como se cola a mim. Que raio é que eu tenho a ver com um personagem virtual que não faz parte das minhas relações e com o qual nunca falei nem me foi apresentado.

    Nada.

    Lia-o com gosto por escrever um português como em poucos lados se encontra.

    Mais nada. Ele nunca consegue interpor uma frase, uma ideia, sem ir à pessoa. Sem fazer o tal “apalpanço da alminha” e é isto que me irrita.

    Porque é sempre nestas fulanizações que entram as tricas e até as pequenas ou grandes mentiras e difamações.

    Por exemplo. Aquele panasca do pryactico usou o Aspirina, em conjunto com uma tal sininho, para inventarem a ideia que eu era a Susana do Semiramis ressuscitada.

    Hão-te ter trocado mails e conversas privadas para um dia me armarem uma ratoeira.

    Ao mesmo tempo que me iam provocando, ia a sininho dizendo que eu estava a esticar-me e ser malcriada com outros. E eu nem percebi o que os anormais estavam a fazer.

    A conversa não era com eles .Era mais uma das tricas que por aqui se fazem.

    Isto aconteceu em Fevereiro e só agora fui aos arquivos e descobri que as impertinências eram deliberadas para me porem à prova e deduzirem que era a tal rapariga que morreu.

    Como essa história já foi desmascarada, o pryactico inventou outra.

    A`custa das suas simpatias com a Nambla, andou com o Arrebenta a fazer triagens de IPs e horas e relatórios a que uns nicks aparecem online.

    E decidiram que eu era uma tal Allegra Geller que vive no Porto, tem cabela loura oxigenada e faz parte de um organismo de estado destinado a espiar a o mundos virtual.

    E veio para aqui ontem, disfarçado de z, a contar a esse panasca do Joãozinho que também já estava todo excitado com a notícia e tratou de fazer investigação sobre a minha identidade.

    eu estou-me nas tintas para o facto destes panascas nem terem bonequinhos que cheguem para se entreterem nas horas vagas.

    E nunca quis saber quem é quem. Pelo contrário. Não saber nada de ninguém e isto ser apenas paisagem até começa a ser o meu grande desejo (tirando meia-dúzia de pessoas decentes nas quais confio e entre as quais até tenho simpáticas amizades).

    Mas, devo dizer, que se esta merda deste py continua. E o gajo não aprende a parar com intrigas eu vou ser obrigada a fazer o que nunca precisei de fazer.

    Informar-me quem é a besta. E informar-me bem. Porque um tipo que se anda para aqui a espiolhar a vida privada de pessoas que não conhece não há-de ser boa rês.

    E se diz que foi professor universitário que acabou por ser despedido e foi jornalista que acabou na rua e foi não sei o que mais que até é ameaçado na rua com tiros, então não sei se este é currículo de vítima ou currículo que chegue para se perceber que há-de haver bons motivos para tantos “azares” ter tido na vida.

    Ele que não se meta comigo porque pode ter o grande azar pelo qual não estava à espera.

    È um aviso, pois.
    ………

    E bem podem arrepanhar as trunfas que eu sou homfóbica e chamo panascas. Porque é pouco. Panascas nem chega para caracterizar um defeito que não é apenas um tique amaneirado.

    È mesmo má formação e intriga que, essa sim, pode dar direito a processo.

  47. errata: A joana do Semiramis- nunca por lá comentei. Nem me lembrava do verdadeiro nome.

    Estas porteiras é que passam aqui o dia, há anos, há 5 anos pelo menos. Nunca as vejo em mais blogue algum.

    A não ser encapuçados para a provocação.
    é mesmo a triste fauna deste seriado de bdE que a Catarina também caracterizou tão bem. È único, disso podem gabar-se é fauna única com tricas únicas e com imagem de marca por viver disto- de trica com leitores ou trica entre eles quando faltam os leitores para a trica.

  48. informa-te à conada, linda, porque enquanto não mudares a medicação não me mereces um chavo. E quanto a isso que me chegou nem fui à procura, eu não cusco, as coisas chegam-me…

  49. … mas andas a ler mal, não sei se dos medicamentos ou falta de óculos, porque nunca fui jornalista, escrevi em jornais algumas coisas, o que é diferente. E quanto a medo não me metes nenhum porque já estás enterrada aqui no Aspirina e nem percebeste. Só me faltava ter medo de uma cloaca velha, morta-viva.

  50. Para que não haja confusões: o facto de ter descoberto que eras amigo do Filipe Moura (ou ex-colega) só deveria ser uma boa referência que dispensava estas merdas de Cais de Sodré. Porque o Filipe Moura não só é alguém muito educado, como um bacano com quem simpatizo há anos. Simpatia que creio ser recíproca apesar de não existir qualquer ideologia em comum. Mas há gente e gente. E o Filipe é um rapaz decente.

    ……….

    O pryactico que se fique pelos insultos virtuais que para isso é fácil, basta-ne desligar a janelinha.
    Quanto às Namblas use-as como mais proveito lhe der.

    Mas que não me persiga. Que não me persiga que aí eu antecipo-me e vai haver sarilho.

    Ai vai, vai. E está avisado.

  51. As coisas chegam-te para quê?

    Para que é que andas a enviar-me mails fazendo-te passar por amigo de longa data ,com a rábula que eu era a Semiramis- coisa que nunca disseste mas bem que tentaste sacar informação privada.

    Para quê?

    E agora dizes que te chega informação que já aponta para ser membro de qualquer merda governamental e viver na Suggia na cidade do Porto e prometeres mais informação ao panasca do Joãozinho

    Para quê? o que é que v.s querem de mim, se até são panascas?

    Para que é que andam a tentar devassar-me a privacidade.

    Há-de haver algum objectivo. Que eu, nem aos joões Pedros Costas andei a fazer buscas na lista telefónica ou tive qualquer interesse em “sacar” mais informação privada que ele “não conte”.

    O que mais quero é que v.s vão morrer longe.

    Que sejam apenas fantasmas com nick ou trampa de nome igual a nick.

    Porque é gente, cuja única vantagem do meio, é desaparecer com um clique do rato.

    Não existem para mim fora disto. E espero bem nunca os ver pela frente.

  52. tu não me interessas nada como pessoa. Interessas-me como nick produtor de discursos fóbicos, como índice de sociopatias, para identificá-las e zás…

    zazie é uma excelente contracção de zizanie, ça y est, mulherzinha verde

    nem pela frente, nem, sorry, por detrás

  53. Os nicks fóbicos não têm pátria quanto mais emprego localizado e rua já detectada na cidade do Porto.

    As porteiras é que não conseguem disfarçar que a única coisa que as move no mundo virtual é este nível de cusquice.

    Para combater palavras e apagar palavras em ditaduras do verbo bem podias ler o 1984.

  54. E verem-se todos ao espelho lá. Todos que a v.a ditadura do verbo é essa. É esse totalitarimo que voltou agora em força.

    Devia ser obrigatório no curriculo escolar ler o 1984 e o Admirável Mundo Novo.

  55. Já que é obrigatória a lavagem cerebral imposta tambem pelas cúpulas. Por todos, por esta merda de terraplanagem que até parece que vivemos num mundo colonizado por ETS.

    Já nem se percebe o que sai da boca. Nem falam como gente.

  56. O monga que escreveu um comentário dizendo que a Zazie trabalha no Cais do Sodré, da próxima vez podia ter a simpatia de assinar com o próprio nome.

    Ele que me desculpe eu ser uma puta demasiado fina para aceitar que assinem comentários com um nick meu.

    ———————–

    (Zazie, quanto a ti podes continuar a debitar que eu divirto-me à brava, como te disse só me pesa na consciência quando me chego às pipocas. Beijinhos)

    ————————

    100nada:

    Deixa-te de mandar bocas, mostra que és uma mulher de fibra. Uma OPA já!!!!

  57. Sorry. Luis. Também estranhei.

    Sempre pensei que estes parentescos científicos ainda haviam de servir para alguma coisa

    ehheheh

    beijoca

  58. Vê lá é também se tomas algum juizo que isso de andar a insultar a malta por tudo e por nada não está com nada …

    jolas

  59. Só corres um risco, é o de deixares de ter o JPC e Fernando a oferecerem-te favores sexuais, pensa bem antes de mudares de atitude, não é coisa que se despreze.

  60. Oi. eu sou porreira, digo, porteira, Se precisarem de alguma coizinha é só dizere. Já estou neste servicinho há algum tempo e até agora ainda ninguém reclamou dele. Tenho carta de recomendações. Disponham. Porra, uma mosca aqui. chiça!

  61. Que coisa menino Luis. Tenha maneiras. olhe que eu sou uma senhora muito séria e olhe que a sua mãezinha sabe disso. Eu cá não sou nenhuma galdéria como essa que o menino traz debaixo d’olho não senhor. Eu sou uma donzela! Invicta, ouviu?
    Agora deixe-me que eu vou regar o manjerico.

  62. Ó porteira de meia tijela, qual dos efermeiros de serviço és tu? Inbicto aqui só mesmo o JPC, e cá para mim é só pela parte do Puorto (espero ter escrito isto como debe ser).

    Se não me dizes a verdade lanço uma OPA ao blogue e acabam-se as tretas (até já tenho o apoio do Berardo).

  63. O senhor Z também estuda Novas Oportunidades? De dia ou de noite? Olhe a menina do 2ºD só estuda à noite. E estuda muito.Dizem que a outra ao lado enfrasca, a loura a tal que coiso e tal.
    Porra de melga. são piores que o deus me livre. Se calhar também ganhou um computadorzito, não? ainda dizem mal do homem e tal.
    Já viu que

  64. o menino Luis porte-se bem ou eu vou dizer à maezinha que o apanhei aqui a fazer coisas do arco da velha. Coisas de meninos sem berço e sem coiso.
    Bá lá, tenha juizinho.
    Eu só vou lá dentro à cozinha por o bacalhau de molho e já volto. Eu volto, manino.

  65. Ai manino luizinho como eu gostaria que me lançassem uma OPA. de preferência com 1.80 e uma casa na Lapa. Isto de ser porteira do Aspirina já foi chão que deu uvas. Já estou farta de apanhar com a porcaria das cabras donzelas. Sabe, menino, agora só me quero berardar no ccb. acha bem, ou nem por isso?

  66. Bem, como dizia o saudoso Py do 3ºE, vou xonar. Amanhã há mais. Biiijiiinhos fofinhos desta vossa criada amiga que vos adora.

  67. :-)), eu vou xonex pessoal, tenho o Átila a bater o pé de ciúmes, em cima do cabalo, na mesa de cabeceira, há mais de 15 dias, debaixo da biografia do Mahomet. Ando cum saudades dum 111…

  68. pescar ainda não tenho pachorra pá. fica para depois. Olha lá agora fiquei curiosos sobre o meu CV, queres especificar?

  69. Era um elogio à tua capacidade de mediar conflitos. (E à pachorra também – para mediar conflitos, que o pescador aqui sou eu.)

    Um abraço

  70. Eu por acaso hoje também estou estoirado. Foi um domingo de trabalho.

    Mas ainda assim arranjo forças para te dizer que estes comentadores da Aspirina Z só abrem a boca para não estarem calados.

    Havia eu de ser a porteira a ver se não era diferente!

  71. Sim chamou, certamente foi para te dizer que a este ritmo nem amanhã de manhã chegamos aos 111.

    Ou somos mais eficientes, ou quando eu lançar a OPA vai tudo para o olho da rua!

  72. … podes fazer dois, um com máscara e outro sem e aí trocas-me as voltas. Eu já nem tou gamado no 111, mas alguém tem de fazê-lo carago, senão é desperdício. Nunca mais ouvi falar nada de Paititi e do tesouro don Incas, oubistes algo?

  73. “… podes fazer dois, um com máscara e outro sem e aí trocas-me as voltas. Eu já nem tou gamado no 111, mas alguém tem de fazê-lo carago, senão é desperdício.” ;)

    z: isso estou eu farto de saber, só que quando é para amuar (mesmo que a fingir) qualquer argumento é válido. ;)

    “Nunca mais ouvi falar nada de Paititi e do tesouro don Incas, oubistes algo?”

    Confesso que nem sabia o que era tal coisa … só na wikipedia é que consegui perceber do que se trata.

  74. … sempre fui gamado no Tintin e no Templo do Sol. Afinal não fui ao nimas, fui ouvir um amigo meu dar-me nas orelhas por causa de um post-doc que fiz birra em não concorrer, e lá trouxe um complex manifolds para ler. Já peguei e eu é que vou amuar, parece, mas de facto dá-me tusa isso de fazer o tempo variável complexa nos modelos matemáticos da ecologia. A economia do Carbono já não me dá ponta, o quadro conceptual já tá e agora são contas de merceeiro para quem fica ganzado com 10^9, eu é mais os infinitos…

    vou xonar cedinho hoje, fica bem

  75. “Afinal não fui ao nimas, fui ouvir um amigo meu dar-me nas orelhas por causa de um post-doc que fiz birra em não concorrer, e lá trouxe um complex manifolds para ler.”

    z essa história do post-doc, foi por causa das coisas que escreveste “noutros blogues” sobre o assunto?

  76. Hum. Não sei a que te referes. O post doc é porque tenho de fazer alguma coisa nos tempos mais próximos, mas com essa do tempo como variável complexa ao menos dá-me tusa.

  77. eu agora só trabalho por conta própria, com muitas férias ao barulho. Vê lá se me andas a confundir com outrem, mas não sou eu que vou cuscar. Nem a ti te cusquei vê lá.

    Mudando de assunto: eu sou favorável à entrada da Turquia para a UE. E tu?

  78. “eu agora só trabalho por conta própria, com muitas férias ao barulho. (…) E tu?”

    Já somos dois! Só aqueles que estão na nossa situação sabem o “bem” que as férias podem saber.

    “Vê lá se me andas a confundir com outrem, mas não sou eu que vou cuscar.”

    Eu quando dialogo com o “z” pressuponho sempre que ele é o “py”. Mas mesmo que o meu pressuposto esteja correcto estou bem consciente que o pseudónimo “z” pode ser usurpado.

    Cumprimentos

  79. … todos os pseudónimos podem ser usurpados, incluindo os nomes próprios. Resiste o núcleo das conversas tidas algures. Passaste de abraço a cumprimentos, :-), amuaste ou coisa assim, toma lá um abraço rapaz, abraço entre gajos da tropa. Agora -> Sol!

  80. “Passaste de abraço a cumprimentos, :-), amuaste ou coisa assim.”

    Desculpa o excesso de formalidade. Eu compreendi a razão da mudança de assunto, o que eu não compreendi foi o abjectivo da pergunta sobre a Turquia.

    Abraço

  81. a pergunta sobre a Turquia era honesta, queria mesmo saber o que pensavas sobre isso, porque acho que temos em comum asco pelo fundamentalismo islâmico, mas depois até podemos ter posições diferentes sobre questões colaterais e tácticas.

    Eu sou um gajo bem simples pá, não tenho intenções duplas nem faço jogos estranhos, pelo menos conscientemente. Mas já me acompanhas nos blogs há tempo suficiente para julgares por ti.

  82. Penso que a adesão da Turquia à União Europeia deve ser julgada de acordo com os mesmos critérios que se aplicam aos países de leste. Ou seja, não pode haver discriminação negativa por ser um país muçulmano.

    Hoje em dia, segundo sei, o laicismo na Turquia só se mantem devido ao papel dos militares no país. Atrever-me-ia a dizer que a adesão da Turquia à União Europeia ia (pelo menos) acrescentar novos dados à equação.

    Um dos entraves à adesão da Turquia é a questão de Chipre. Se a Turquia aderisse a tensão entre turcos e gregos provavelmente viria a diminuir. Por outro lado, nesse cenário responsabilidade da União Europeia na questão curda e no Médio Oriente [i]at large[/i] seria mais directa.

    ———————–

    “não tenho intenções duplas nem faço jogos estranhos, pelo menos conscientemente.”

    Um dia destes ainda tenho é que te contar a conversa de café, depois de um seminário dum tipo do Instituto Tecnológico e Nuclear, num sítio onde eu estive para concorrer um post-doc, mas isso tem que ser ou em privado ou sob anonimato.

  83. Portanto, se bem depreendo das tuas palavras, também estás mais para o favorável, relativamente à Turquia, do que o contrário. Eu sou mesmo a favor, por razões intrínsecas e tácticas, a única maneira de atenuar o fundamentalismo islâmico é dividi-los, enfim é do mais rasteiro maquievalismo, mas ainda assim actual.

    Simbolicamente também bate certo, todas as cúpulas das mesquitas do MO vieram inspiradas na bela Hagia Sophia.

    ———-

    Quando quiseres e como quiseres, não tenho problemas em trocar emails contigo ou encontrar-te algures. Damos o tal abraço ao vivo.

    ———

    os itálicos ainda não vão, e também não sei, mas deixa lá que vou experimentar

    ———

    achas que devemos ficar preocupados com aquela coisa do Tratado de Lisboa?

  84. Foi por causa do Tratado de Lisboa e da Constituição Europeia que eu há pouco comecei a jogar à defesa – ambos sabemos que a controvérsia é antiga.

    Aquilo que eu penso é que depois dos referendos que rejeitaram o Tratado original, o que seria sensato era aprovar um tratado que se limitasse a tornar as instituições europeias funcionais numa União Europeia alargada.

  85. Hum. Eu agora já estou a caminho do ko, nadei muito, :-). Tu é que sabes se queres jogar à defesa comigo mas olha que eu não procuro nada senão perceber melhor as coisas, e já é uma chatice porque o que eu queria mesmo era pensar em nada.

    Portanto defendes um tratado minimal, certo?

  86. “Portanto defendes um tratado minimal, certo?”

    Certo. Não sei é se aquilo que eles têm agora no prelo é minimal ou não. Teria que ler …

  87. pymba, fizeste uma kpk! Assim ficamos quites

    :-)))

    olha eu agora já não dou uma para a caixa, literalmente, até os dedos dos pés bocejam, amanhã falamos.

    dorme bem

  88. “não queria acrescentar nada, tava tão bonito para sempre”

    z,

    O mundo, a paz e a guerra são obras sempre inacabadas …

    Quanto ao link, eu não e fiava demasiado, mas tomara que esteja enganado.

  89. pois,…,
    eu dormi que nem um pato, mais de 10 horas, e acordei romântico, fazes bem em meter a reserva,

    vinha no combóio a rir-me a pensar em meter-me contigo com esta, vou pedir parecer a um perito, um pescador, tu?

    tinha pensado em mandar lá para o MO a seguinte:

    ‘meus filhos: agora ide e
    pescai-vos uns aos outros
    como a vós próprios.
    jhvhllah’

    achas que é perigoso?

    fui buscar um filme de caça ao tesouro com o Nicholas Cage

  90. já vi o filme, bem giro!

    lá deves ter ficado amuado a pensar uma maldade incalculável que nem me ocorreu,

    ‘té manhã

  91. «vinha no combóio a rir-me a pensar em meter-me contigo com esta […]

    vou pedir parecer a um perito, um pescador, tu?

    […]

    ‘meus filhos: agora ide e
    pescai-vos uns aos outros
    como a vós próprios.
    […]’

    achas que é perigoso?»

    E depois dizes-me que devo ter amuado. Mas quando vinhas lá no comboio, estavas à espera que eu te respondesse como?

  92. … eu queria que risses, o que eu mais gosto na vida é rir, e depois fazer acontecer uma coisa qualquer para a minha idéia de bem comum. Mas aí às vezes tenho que pedir conselho não vá sair ao contrário.

    Como me caçaste, eu tinha que te pescar, para ficarmos quites, mas olha acabei de ver lá no filme uma frase em que o Cage dizia: aprendi na pesca que o único que está lixado é o isco. Hum. Será a zazie? Mas eu nem desejo mal a ela.

    Vá, não sejas assim tão sério, já me conheces há uns poucos de anos ou lá que é, eu não sou bicha, sou bicho, e os bichos não fazem mal aos amigos.

    Mas olha sou um bicho bem dorminhoco e lá vou eu com uns bolinhos de chocolate para o tomatudo Átila.

    fica bem

  93. “aprendi na pesca que o único que está lixado é o isco. Hum. Será a zazie?”

    Vamos por partes.

    A primeira frase tem a sua piada, os sistemas tiangulares têm uma dinâmica muito própria. Em sistemas de muitos corpos até recebem um destaque importante, geralmente em sistemas que têm células triangulares surge uma coisa chamada “frustração”.

    A “frustração”, em linguagem relativamente simples, surge em sitemas onde nenhuma configuração permite “satizfazer” todas as partículas do sistema. Em física a “satisfação de uma partícula” é tanto maior quanto menos for a energia acumulada nas ligações com as partículas com que interage.

    In a nut shell a democracia são dois lobos e um cordeiro a decidir o que vai ser o jantar.

    Quanto à Zazie a julgar pelas palavras dela eu nem a tratei muito mal, acho que lidei com a situação de uma forma relativamente hábil.

    Agora toma lá um kpk e umas cerejas que é para ver se te alegras.

  94. Hum. Hoje tenho cá a minha Fátima de aspirador em punho. Seja gato, raposo ou pato não há bicho que goste daquele barulhão.

    Isso dos sistemas triangulares é ao que me vou dedicar nos tempos mais próximos, parece, pelo menos há para aí alguns indícios seguros (?).

    On vera.

  95. “Isso dos sistemas triangulares é ao que me vou dedicar nos tempos mais próximos, parece […]”

    Não sejas parvo como certos gajos que eu conheço.

    Aposta nos prismas triangulares, e nota que eles são muito mais úteis com as bases perpendiculares ao chão no qual tem que acentar uma das faces laterais. O ideal mesmo é que o triângulo que gera o prisma seja rectângulo e que um dos ângulos seja francamente inferior a a 45 graus, prái uns 20 graus.

  96. P. S.: Eu confesso que não sou muito dado a comentários do tipo “desculpa lá agora tenho que ir pôr as cuecas para lavar não posso comentar” mas não resisto a mais uma cusquice. Só está a Fátima em casa ou tens aí a garotada para te atirar com um copo de água para o teclado enquanto dizes umas piadolas?

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